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domingo, 7 de dezembro de 2014

Análise de Anime [13] - Love Live!



Esses dias estive sem muito anime pra assistir. Fiquei tipo numa fossa de anime depois de começar a assistir Hunter x Hunter e terminar o arco dos Chimera Ants. Não por ser um shounen viciante, mas porque tinha tanto episódio que eu fiquei semanas, se é que não deu uns 2~3 meses, fazendo o ritual de assistir um episódio toda noite enquanto jantava (quem nunca, né?)... até que passei pra ver 2 por noite... depois 3... até que acabou tudo e fiquei sem vontade de continuar os meus animes anteriores, além de meio que perder a graça de ver animes com muito fanservice.

Não sei como começou, mas acabei viciando no jogo móvel de Love Live, chamado School Idol Festival, talvez o jogo mais viciante que eu joguei no meu celular (o porquê eu deixo pra postar no Face mais tarde). Isso acabou me incentivando pra ver o anime original, já que animes parecidos como Idolm@ster e AKB0048 sempre tiveram boas músicas e uma boa dose de drama no decorrer da série (ao invés de Aikatsu, que é cancerígeno)

O anime da Sunrise, mesmo estúdio de Accel World (!)e Code Geass, não é baseado em idols de verdade como em AKB0048, mas apenas de um grupo fictício feito pelas próprias dubladoras das personagens principais do anime. Até aí não deveria ser nada de mais, mas como o período em que vivemos gosta de glorificar o moe das personagens, a série acabou estourando, rendendo uma segunda temporada lançada neste ano, OVAs, CDs de música, light novels, mangá (até hoje me pergunto o motivo de lançarem coisas escritas de uma série musical, mas ok), 3 jogos para o Vita, uma série em rádio e até um filme que está pra estrear ano que vem.

Mas essa hype vale mesmo tanto a pena assim? É só um anime cheio de garotinhas que cantam, não é? Bem, isso você vai descobrir agora.
História
<--- ouça enquanto lê a análise! xD

O anime conta a história de Kousaka Honoka, uma segundanista bem enérgica e alegre que adora a escola em que estuda por ser lá que ela encontrou com suas duas melhores amigas, Sonoda Umi e Minami Kotori, além de sua família estudar lá como tradição. Com o anúncio que a escola fecharia por falta de novos alunos prestando as provas de admissão, Honoka tenta desesperadamente achar algo para manter a escola viva tentando de algum jeito atrair novos estudantes para a escola. Um jeito que ela descobre é se inspirando num grupo de ídolos escolares de uma escola próxima, que além de ser bem tecnológica, possui o A-RISE, grupo de ídolos escolares mais famoso da região.

Nico me frustra pelo seu lado bitch, mas ela tem seu lado cauaí.
Assim, o anime narra a história de Honoka e as dificuldades que ela enfrenta para conseguir montar o seu tão sonhado grupo escolar para, assim, impedir que a escola Otonokizaka feche. Aqui, nada acontece na mágica (a maioria pelo menos...), e esse foi o ponto maneiro que eu achei do anime. Não tem essa de "quer formar um grupo de idol? Pronto, feito, tá aqui as interessadas e as músicas que você vai cantar" ou "é só fazer um skip treinando num lugar especial que tá tudo certo". O anime chega a "perder" uns bons episódios simplesmente mostrando as dificuldades que é montar uma coreografia, como elas têm que estar em forma para aguentar os shows, a dificuldade de escrever e compôr músicas, de conseguir gente interessada pra entrar, de conseguir espaço pra treinar, e coisas que nem sempre vão como o planejado devido a fatores que simplesmente não dá pra controlar.

Maki é a deusa dessa porra, pqp!
Sim, o anime tem partes tristes mesmo, acaba tendo brigas entre o pessoal do grupo e deixa claro inúmeras vezes que o objetivo é dar uma aproximação realista das coisas, inclusive quando as coisas parecem terem dado certo e no final acontece alguma coisa que deixa aquilo num tom triste. Não chega a ser um nakigê, mas tem os seus momentos. Fora isso, o ritmo é bem alegre e engraçado, com bastante coisa pra prender a sua atenção, seja as próprias personagens e suas histórias para entrar no grupo de idols. No começo, parece mais ser cu doce delas, e até mesmo que todas são tsunderes vadias, mas acredite, isso vai mudar e você vai gostar da mudança.

Animação e Trilha Sonora


A animação da Sunrise é uma das minhas favoritas pessoalmente, perdendo em qualidade só pra Ufotable mesmo (Fate/Zero, Kara no Kyoukai). Os movimentos são bem fluidos, as proporções são bem fiéis durante os episódios (exceto em raros momentos quando o ângulo ou a interface 2D pra 3D atrapalha), os movimentos até que são realistas e as expressões das personagens raramente ficam exageradas ou estranhas de algum jeito. Se fosse pra criticar, apenas se eu considerasse a saturação de cores nos olhos das personagens que em certas vezes é bem exagerado (especialmente na Eri e na Maki).

A modelagem em 3D durante os "clipes" das músicas do grupo ainda é algo que vai demorar pra ser dominado pela indústria, já que vira e mexe dá pra perceber inconsistências e movimentos exagerados. Confesso que dá um trabalho da porra se eles fossem reproduzir isso tudo em 2D e têm softwares por aí que animam direitinho personagens em 3D sem um trabalho excessivo (MMD prova isso).

A trilha sonora, como é de se esperar num anime desses, é bem alegre e com batidas cheias de emoção pra fazer o espectador arrepiar e ter vontade de pular. Durante os episódios, apenas uma música de fundo ou outra que reflete sensações tristes, mas o resto é só alegria e risos. Quanto às músicas cantadas, mesmo tendo praticamente uma em cada episódio, sinto que poderiam ter colocado mais e não ficar repetindo músicas, especialmente no começo. Mesmo isso não tirando o mérito de serem músicas bem boladas e com nenhuma que eu possa dizer que odiei, achei que certas vezes é desnecessário o anime "esfregar" algumas músicas nos seus ouvidos.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos


É complicado falar em detalhes sobre este anime. A história acaba não passando de uma desculpa para ser "mais um anime de idols e personagens bonitinhas que rendem vários doujinshis yuri", quase que descaradamente copiando a fórmula de muitos animes que só existem para criar uma fanbase que compre os seus produtos que futuramente serão lançados.

Lembra que eu falei que odeio anime sem história? Pois é, cada vez mais que aumentei meu contato com demais animes de gêneros diferentes, minha opinião acabou por, pouco a pouco, mudar desde meu contato com Boku wa Tomodachi ga Sukunai. Mesmo a história sendo irrisória, os episódios deixam você se aproximar com a rotina das personagens que são meras estudantes de colegial. Nada de super poderes ou de "tenho dinheiro pra fazer o que eu quiser" nem nada do tipo. São apenas garotas normais correndo atrás de um objetivo em comum, que a cada episódio que passa, fica claro que elas acabam gostando de serem ídolos e fazer as pessoas sorrirem ao sorrir com a alegria de fazer o que gosta (eita espiral da felicidade, né não, Komari?)

"Posso ter o corpo e atitude de puta, mas com essa roupa de miko, sou uma santa!"

Isso, por incrível que pareça, despertou algo dentro de mim que fez ter fé na série, pois ela acaba ensinando, inconscientemente, que sempre há um jeito de correr atrás de seus sonhos, por mais que tenham as dificuldades, a dependência de outras pessoas com comportamentos que muitas vezes você não consegue manipular, o problema de arranjar tempo e de mais uma caralhada de coisas. Bobeira? Nem um pouco. São raros os animes que dão uma lição de moral dessas com história e tudo, quem dirá sem nem uma história decente.

Além disso, outro aspecto que também gostei que tinha em AKB0048, é que as músicas cantadas sempre têm algum sentido durante a série, não pelo ritmo ou entonação que deve ser dado a uma certa cena, mas pela letra que muitas vezes resume os desafios que foram enfrentados, com uma coreografia bem hipnotizante, ritmo contagiante e simplesmente com 9 cantoras com vozes que dão um charme, especialmente considerando que elas não são cantoras profissionais e que estão fazendo músicas originais.

#molhadinha
Se isso tudo ainda não o convenceu de ver o anime, talvez ainda assim os momentos engraçados vão te cativar, ou mesmo alguma personagem vai ter algum fetiche ou personalidade que desperte seu interesse, mas se você está esperando algo como histórias de amor envolvendo as personagens (mesmo com garotos... aliás, você vai contar nos dedos quando aparecer algum personagem masculino que não seja o pai da Honoka) ou alguma coisa mais melodramática, então o anime não vai ter mais nada para lhe oferecer.



Conclusão e Nota Final

Sim, o anime me surpreendeu. Eu achava que seria apenas um anime pra eu passar o tempo, mas acabou fazendo que eu gostasse do estilo que ele adota pra narrar sua história. Não chega a ser nada sério ou que vai me fazer colocá-lo como referência para outros animes no futuro, mas posso dizer que tive uma experiência bem divertida com a série, o que vai me fazer acompanhar mais um pouquinho do conteúdo dela na segunda temporada (que ainda estou vendo, mesmo eu achando um tanto mais fraco que a primeira) e do futuro filme.

Novamente reitero: não é um anime que você deve levar a sério só pelo que eu falei da moral que ele passa. Não tem problema nenhum se você simplesmente ignorar tudo isso e assistir pelo motivo que você prefere, mas ao meu ver, não sei o motivo de tanto ódio com o anime. Seria a falta de fanservice? A falta de uma história que se mantenha forte e evolutiva como as personagens do anime? Seria por causa das personalidades de algumas delas? Seriam pela quantidade de material capaz de fazer memes?

"Vem aqui, sua delícia!"
Não sei, mas seja lá pelo motivo que for, se você ainda não assistiu e quer um anime de leve pra degustar e ver se entra na pilha, vá em frente!










 - Pontos Fortes 
      *Personagens bem diferentes e que evoluem com o tempo
      *O tom mais realista da série comparado com seus semelhantes
      *Momentos genuinamente tristes e dilemas pra refletir
      *As músicas viciam bastante
      *Personagens revezam os holofotes em cada episódio, o que vai agradar todo mundo

 - Pontos Fracos
      *De vez em quando o ritmo é quebrado sem muito motivo
      *Alguns problemas parecem serem resolvidos de maneira simples (até demais)
      *Sem personagens masculinos?

Nota Final: 8,0/10




Isso é tudo por hoje. Vejo vocês na próxima, e se demorar, feliz natal e feliz ano-novo (super) adiantados pra vocês e suas waifus!

Out.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Devil Survivor 2 The Animation em Abril, Novo Digimon também para 3DS

#partiu #demon #rpg #pocky  #fanmade
Se você já jogou algum jogo da série Shin Megami Tensei, percebeu que a Atlus é uma das melhores empresas de JRPGs atualmente. Persona, Devil Survivor e Devir Summoner são de longe as séries mais conhecidas da empresa (talvez a única que chegue perto mesmo é Trauma Center, jogaço mesmo assim).

Agora os fãs de RPG poderão comemorar, pois finalmente vocês terão a chance de ver uma série animada de Devil Survivor, e o melhor, já em Abril deste ano! A animação será feita pelo estúdio Bridge, um estúdio recente que fez poucos títulos como Mitsudomoe, mas pelo PV, tem cara de que vai ser muito bom e bem fiél ao enredo original do jogo.


Devil Survivor é uma série de RPG para Nintendo DS (e 3DS, com o Devil Survivor Overclocked) que conta a história de três estudantes do colegial que receberam um eletrônico estranho e tentam descobrir o que ele faz. Num belo dia, demônios invadem a cidade deixando a população de Tokyo em pânico, resultando em muitas mortes e muita gente que simplesmente se enclausurou dentro de casa para tentar ficar vivo por mais alguns dias. Os três estudantes principais da história descobrem que o dispositivo que eles ganharam faz, dentre outras coisinhas, invocar demônios "do bem" para lutar contra os demônios que invadiram a cidade. Além de terem que sobreviver a invasão, eles têm 7 dias para exterminar todos os demônios da cidade de algum jeito antes que a humanidade seja exterminada por completo.


Lembra do Digimon de Play1 que você criava o seu digimon, treinava, mandava ele cagar e batalhava (indiretamente) com ele ao encontrar outros digimons selvagens enquanto a história (?) rolava? Pois é, se você gostava daquele jogo, fique feliz, pois será lançado um remake dele para o 3DS ainda neste ano, juntamente com a versão para PSP anunciada um tempo atrás.

Digimon World Re:Digitalize terá o mesmo esqueminha do jogo que acabei de falar, mas desta vez contará com uma história nova, novos digimons, e lógico, terá cenários novos e nunca antes vistos. A versão para o 3DS inclusive terá, além de (óbvio) suporte para o 3D estereoscópico do portátil, um melhor aproveitamento dos sensores extras e das duas telas dele.

O jogo será distribuido pela Bandai Namco Games e, assim como Digimon Adventure para PSP e Digimon Crusader para IOS, faz parte do aniversário de 15 anos da série, sendo que ainda deram a dica que um quinto plano para a franquia será revelada em Abril deste ano pela revista japonesa V-Jump. Eu particularmente não gostei muito do clássico para Play1, mesmo sendo considerado o melhor jogo de Digimon até hoje, mas para quem curte, tá aí outro motivo para ficar feliz, e quem sabe com esse remake, o jogo não me faça mudar de opinião.


Isso é tudo por hoje galerinha. Até a próxima!
Out.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

In Your Arms Tonight - FIQUE LONGE DESSA P*RRA!


Uma Visual Novel da Voltage, uma empresa de pequeno porte que faz visual novels para Android e IOS tanto em japonês quanto para o inglês, como o caso de Koibito wa Senzoku (My Sweet Bodyguard for GREE) e Koi ni Ochita Kaizokuou (Pirates in Love).

No caso, In Your Arms Tonight (ou Konya Anata to Nemuritai, em japonês), é o jogo mais recente da empresa, e como acabei me tombando nela na App Store, resolvi dar uma conferida para ver se é bom (ainda mais quando é de graça xP).

Após um curto download (6mb) e alguns minutos de mais download após iniciar o jogo, você digita o seu nome, põe New Game, e espera um pouco para carregar o jogo... e você vê que entrou no mundo dos jogos Indie, um mundo tão aleatório quanto os números da Mega Sena, onde você pode achar uma pedra preciosa bem underrated, ou um lixo de jogo... e nos 5 primeiros minutos de gameplay você percebe que é a última opção.

No jogo, você está casada há 3 meses e você tem praticamente duas escolhas: agradar o seu marido rico, ou virar uma verdadeira p*** e viver a vida bandida... tá, não tecnicamente nestas palavras, mas basicamente você pode decidir entre manter o casamento (o que vai ser uma tarefa bem difícil dadas as condições que o jogo lhe oferece), ou pedir um divórcio e escolher outro pretendente para a sua vida. Simples assim. Nada de trauma de infância, nada de personagens paranormais, nada de mahou shoujo no meio da parada. É um típico exemplo de história josei... mas nem ouse comparar grandes josei's com este título!

A história tem alguns personagens, por incrível que pareça: você (que é uma mulher... ah vá, num esperava essa de um josei...), com 30 anos que quer agradar o maridão, Koichi o marido mais virgem do mundo (apesar de ficar pulando a cerca), Shohei o colega de trabalho galã que nunca comeu ninguém, Kippei seu novo chefe (ele vira seu chefe novo nos primeiros 10 minutos da novel) cuzão e exigente, Genji o ex-namorado que se paga de gostoso até pros outros homens, e Kiyoto, o cara de 20 anos que literalmente aparece do nada e quer tirar uma lasquinha de você custe o que custar. Fora isso tem alguns personagens bem secundários como a sua família que não serve nem pra dar um conselho e as suas amigas de infância que valem tanto quanto o editorial da Ti Ti Ti.

....*sigh*... como se não bastasse a horrenda história clichê que não tem absolutamente nada de cativante ou emocionante, a música... a música... lembra daqueles jogos de nintendinho que a música tem 30 segundos ou menos e fica dando loop eternamente? Pois é, se fosse em 8 bits pelo menos seria melhor que isso. E quando a música acaba, você acha que a cena vai mudar pra algo no mínimo mais emocionante... e às vezes a cena até muda, mas nada da parte de "mais interessante". Na maioria das vezes, só servirá para irritar o jogador por ser uma música tão genérica e robótica (e em alguns momentos nem combina com a cena, ou pior, quando acha que haverá alguma revelação, a cena acaba da maneira mais abrupta possível). Além disso, o jogo carrega de 8 em 8 minutos. Eu nem estou brincando quando digo isso. Tá certo que o meu celular não é nenhum Iphone5 da vida, mas parar o jogo por 10 segundos pra carregar algumas poucas CGs, uns 2 minutos de música em .wav e uns kilobytes de texto já é demais pra mim.

Minha reação ao jogar o jogo
Ainda acha que os erros são perdoáveis? Bom, apesar do jogo ter um log onde ficam armazenados os diálogos e pensamentos da história, erros de tradução e diálogos que você tem que adivinhar o que o jogo quer dizer por ultrapassar o tamanho da tela são bem frequentes, dando a impressão que a tradução foi corrida para tentar chupinhar o dinheiro dos noobs que pensam que este título é alguma visual novel boa. NÃO FAÇA ISSO! Tem tantos outros jogos bons para Android e IOS como Chaos;Head e Higurashi (que ambos são de graça) ou bem baratos (Planetarian e Kanon por exemplo) e que são qualidade mais que garantida, mas faça um favor para o seu dinheiro e não o gaste com jogos assim. Se o jogo tivesse pelo menos uma história cativante ou personagens que não fossem tão estereotipados quanto os mostrados no jogo, talvez até me atreveria a comprar, que fosse uma das rotas específicas do jogo, mas pra esse lixo?

...
...
...
É com esses jogos que eu lembro do trauma que eu tenho com jogos doujins/de empresas pequenas que acham que os consumidores pagam por qualquer software mal-feito só porque é algo novo. Nem merece uma nota minha como análise.Merece mesmo o selo  FIQUE LONGE DESSE RIP-OFF!
(da próxima vez eu ponho em cores neon pra enfatizar pra ficar longe disso)


Bom, as minhas primeiras impressões terminam aqui. Vejo vocês no próximo post! o/
Out.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Final Fantasy para Android e IOS! Yaaaay!


Você gosta de RPG? Sente saudades dos RPGs antigos? Tem Android ou um Ipad da vida?

Esta notícia é pra você então: a Square Enix finalmente lançará seu jogo para IOS e Android da franquia Final Fantasy, também em inglês. O jogo é entitulado Final Fantasy Legends: Hikari to Yami no Senshi (O Cavaleiro da Luz e da Sombra. No inglês, o jogo é nomeado Final Fantasy Dimensions...vai entender). O jogo seguirá os formatos dos antigos jogos da franquia, da época do Super Nintendo, mas desta vez com gráficos melhorados, melhor qualidade de som, nova música tema, e até mesmo a capacidade de combinar habilidades entre os personagens.


Final Fantasy Legend, o original, é um jogo de Game Boy, e que mais tarde foi lançado continuações, sem muito sucesso frente às versões para console infelizmente. O remake é bem diferente do original, e mesmo tem gente que diz que só o título é igual e o resto não tem nada a ver, mas enfim, será um RPG das antigas com gráficos bem melhores, o que é bom, considerando as desgraças recentes da franquia.

O jogo pode ser adquirido por capítulos ou inteiro. Por capítulos, o primeiro custa 250 ienes (ou 6 reais), enquanto os capítulos 2, 3 e 4 custará 850 cada (ou uns R$21,00). Para quem quiser logo comprar o jogo inteiro, então custará 2500 ienes (algo perto de 60 reais). O jogo será lançado dia 31 deste mês...e... bem, como não tenho um Android, não sei como obtê-lo, talvez consigue na AppStore ou alguma coisa assim, e como estamos falando da versão em inglês (apesar da imagem estar em japa...valeu aê, campeão!), então não precisa fazer nenhuma gambiarra pra conseguí-lo.


Bom, post rapidinho hoje, e termino por aqui. Estou sem idéias do quê postar e sem muito tempo, mas amanhã vou tentar postar uma coisa mais legal ^^

Até!
Out.