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domingo, 7 de dezembro de 2014

Análise de Anime [13] - Love Live!



Esses dias estive sem muito anime pra assistir. Fiquei tipo numa fossa de anime depois de começar a assistir Hunter x Hunter e terminar o arco dos Chimera Ants. Não por ser um shounen viciante, mas porque tinha tanto episódio que eu fiquei semanas, se é que não deu uns 2~3 meses, fazendo o ritual de assistir um episódio toda noite enquanto jantava (quem nunca, né?)... até que passei pra ver 2 por noite... depois 3... até que acabou tudo e fiquei sem vontade de continuar os meus animes anteriores, além de meio que perder a graça de ver animes com muito fanservice.

Não sei como começou, mas acabei viciando no jogo móvel de Love Live, chamado School Idol Festival, talvez o jogo mais viciante que eu joguei no meu celular (o porquê eu deixo pra postar no Face mais tarde). Isso acabou me incentivando pra ver o anime original, já que animes parecidos como Idolm@ster e AKB0048 sempre tiveram boas músicas e uma boa dose de drama no decorrer da série (ao invés de Aikatsu, que é cancerígeno)

O anime da Sunrise, mesmo estúdio de Accel World (!)e Code Geass, não é baseado em idols de verdade como em AKB0048, mas apenas de um grupo fictício feito pelas próprias dubladoras das personagens principais do anime. Até aí não deveria ser nada de mais, mas como o período em que vivemos gosta de glorificar o moe das personagens, a série acabou estourando, rendendo uma segunda temporada lançada neste ano, OVAs, CDs de música, light novels, mangá (até hoje me pergunto o motivo de lançarem coisas escritas de uma série musical, mas ok), 3 jogos para o Vita, uma série em rádio e até um filme que está pra estrear ano que vem.

Mas essa hype vale mesmo tanto a pena assim? É só um anime cheio de garotinhas que cantam, não é? Bem, isso você vai descobrir agora.
História
<--- ouça enquanto lê a análise! xD

O anime conta a história de Kousaka Honoka, uma segundanista bem enérgica e alegre que adora a escola em que estuda por ser lá que ela encontrou com suas duas melhores amigas, Sonoda Umi e Minami Kotori, além de sua família estudar lá como tradição. Com o anúncio que a escola fecharia por falta de novos alunos prestando as provas de admissão, Honoka tenta desesperadamente achar algo para manter a escola viva tentando de algum jeito atrair novos estudantes para a escola. Um jeito que ela descobre é se inspirando num grupo de ídolos escolares de uma escola próxima, que além de ser bem tecnológica, possui o A-RISE, grupo de ídolos escolares mais famoso da região.

Nico me frustra pelo seu lado bitch, mas ela tem seu lado cauaí.
Assim, o anime narra a história de Honoka e as dificuldades que ela enfrenta para conseguir montar o seu tão sonhado grupo escolar para, assim, impedir que a escola Otonokizaka feche. Aqui, nada acontece na mágica (a maioria pelo menos...), e esse foi o ponto maneiro que eu achei do anime. Não tem essa de "quer formar um grupo de idol? Pronto, feito, tá aqui as interessadas e as músicas que você vai cantar" ou "é só fazer um skip treinando num lugar especial que tá tudo certo". O anime chega a "perder" uns bons episódios simplesmente mostrando as dificuldades que é montar uma coreografia, como elas têm que estar em forma para aguentar os shows, a dificuldade de escrever e compôr músicas, de conseguir gente interessada pra entrar, de conseguir espaço pra treinar, e coisas que nem sempre vão como o planejado devido a fatores que simplesmente não dá pra controlar.

Maki é a deusa dessa porra, pqp!
Sim, o anime tem partes tristes mesmo, acaba tendo brigas entre o pessoal do grupo e deixa claro inúmeras vezes que o objetivo é dar uma aproximação realista das coisas, inclusive quando as coisas parecem terem dado certo e no final acontece alguma coisa que deixa aquilo num tom triste. Não chega a ser um nakigê, mas tem os seus momentos. Fora isso, o ritmo é bem alegre e engraçado, com bastante coisa pra prender a sua atenção, seja as próprias personagens e suas histórias para entrar no grupo de idols. No começo, parece mais ser cu doce delas, e até mesmo que todas são tsunderes vadias, mas acredite, isso vai mudar e você vai gostar da mudança.

Animação e Trilha Sonora


A animação da Sunrise é uma das minhas favoritas pessoalmente, perdendo em qualidade só pra Ufotable mesmo (Fate/Zero, Kara no Kyoukai). Os movimentos são bem fluidos, as proporções são bem fiéis durante os episódios (exceto em raros momentos quando o ângulo ou a interface 2D pra 3D atrapalha), os movimentos até que são realistas e as expressões das personagens raramente ficam exageradas ou estranhas de algum jeito. Se fosse pra criticar, apenas se eu considerasse a saturação de cores nos olhos das personagens que em certas vezes é bem exagerado (especialmente na Eri e na Maki).

A modelagem em 3D durante os "clipes" das músicas do grupo ainda é algo que vai demorar pra ser dominado pela indústria, já que vira e mexe dá pra perceber inconsistências e movimentos exagerados. Confesso que dá um trabalho da porra se eles fossem reproduzir isso tudo em 2D e têm softwares por aí que animam direitinho personagens em 3D sem um trabalho excessivo (MMD prova isso).

A trilha sonora, como é de se esperar num anime desses, é bem alegre e com batidas cheias de emoção pra fazer o espectador arrepiar e ter vontade de pular. Durante os episódios, apenas uma música de fundo ou outra que reflete sensações tristes, mas o resto é só alegria e risos. Quanto às músicas cantadas, mesmo tendo praticamente uma em cada episódio, sinto que poderiam ter colocado mais e não ficar repetindo músicas, especialmente no começo. Mesmo isso não tirando o mérito de serem músicas bem boladas e com nenhuma que eu possa dizer que odiei, achei que certas vezes é desnecessário o anime "esfregar" algumas músicas nos seus ouvidos.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos


É complicado falar em detalhes sobre este anime. A história acaba não passando de uma desculpa para ser "mais um anime de idols e personagens bonitinhas que rendem vários doujinshis yuri", quase que descaradamente copiando a fórmula de muitos animes que só existem para criar uma fanbase que compre os seus produtos que futuramente serão lançados.

Lembra que eu falei que odeio anime sem história? Pois é, cada vez mais que aumentei meu contato com demais animes de gêneros diferentes, minha opinião acabou por, pouco a pouco, mudar desde meu contato com Boku wa Tomodachi ga Sukunai. Mesmo a história sendo irrisória, os episódios deixam você se aproximar com a rotina das personagens que são meras estudantes de colegial. Nada de super poderes ou de "tenho dinheiro pra fazer o que eu quiser" nem nada do tipo. São apenas garotas normais correndo atrás de um objetivo em comum, que a cada episódio que passa, fica claro que elas acabam gostando de serem ídolos e fazer as pessoas sorrirem ao sorrir com a alegria de fazer o que gosta (eita espiral da felicidade, né não, Komari?)

"Posso ter o corpo e atitude de puta, mas com essa roupa de miko, sou uma santa!"

Isso, por incrível que pareça, despertou algo dentro de mim que fez ter fé na série, pois ela acaba ensinando, inconscientemente, que sempre há um jeito de correr atrás de seus sonhos, por mais que tenham as dificuldades, a dependência de outras pessoas com comportamentos que muitas vezes você não consegue manipular, o problema de arranjar tempo e de mais uma caralhada de coisas. Bobeira? Nem um pouco. São raros os animes que dão uma lição de moral dessas com história e tudo, quem dirá sem nem uma história decente.

Além disso, outro aspecto que também gostei que tinha em AKB0048, é que as músicas cantadas sempre têm algum sentido durante a série, não pelo ritmo ou entonação que deve ser dado a uma certa cena, mas pela letra que muitas vezes resume os desafios que foram enfrentados, com uma coreografia bem hipnotizante, ritmo contagiante e simplesmente com 9 cantoras com vozes que dão um charme, especialmente considerando que elas não são cantoras profissionais e que estão fazendo músicas originais.

#molhadinha
Se isso tudo ainda não o convenceu de ver o anime, talvez ainda assim os momentos engraçados vão te cativar, ou mesmo alguma personagem vai ter algum fetiche ou personalidade que desperte seu interesse, mas se você está esperando algo como histórias de amor envolvendo as personagens (mesmo com garotos... aliás, você vai contar nos dedos quando aparecer algum personagem masculino que não seja o pai da Honoka) ou alguma coisa mais melodramática, então o anime não vai ter mais nada para lhe oferecer.



Conclusão e Nota Final

Sim, o anime me surpreendeu. Eu achava que seria apenas um anime pra eu passar o tempo, mas acabou fazendo que eu gostasse do estilo que ele adota pra narrar sua história. Não chega a ser nada sério ou que vai me fazer colocá-lo como referência para outros animes no futuro, mas posso dizer que tive uma experiência bem divertida com a série, o que vai me fazer acompanhar mais um pouquinho do conteúdo dela na segunda temporada (que ainda estou vendo, mesmo eu achando um tanto mais fraco que a primeira) e do futuro filme.

Novamente reitero: não é um anime que você deve levar a sério só pelo que eu falei da moral que ele passa. Não tem problema nenhum se você simplesmente ignorar tudo isso e assistir pelo motivo que você prefere, mas ao meu ver, não sei o motivo de tanto ódio com o anime. Seria a falta de fanservice? A falta de uma história que se mantenha forte e evolutiva como as personagens do anime? Seria por causa das personalidades de algumas delas? Seriam pela quantidade de material capaz de fazer memes?

"Vem aqui, sua delícia!"
Não sei, mas seja lá pelo motivo que for, se você ainda não assistiu e quer um anime de leve pra degustar e ver se entra na pilha, vá em frente!










 Pontos Fortes 
      *Personagens bem diferentes e que evoluem com o tempo
      *O tom mais realista da série comparado com seus semelhantes
      *Momentos genuinamente tristes e dilemas pra refletir
      *As músicas viciam bastante
      *Personagens revezam os holofotes em cada episódio, o que vai agradar todo mundo

 - Pontos Fracos
      *De vez em quando o ritmo é quebrado sem muito motivo
      *Alguns problemas parecem serem resolvidos de maneira simples (até demais)
      *Sem personagens masculinos?

Nota Final: 8,0/10




Isso é tudo por hoje. Vejo vocês na próxima, e se demorar, feliz natal e feliz ano-novo (super) adiantados pra vocês e suas waifus!

Out.

domingo, 8 de junho de 2014

Análise de Anime [11] - Nisekoi

Notícia ruim: tem um trap aí. Notícia boa: é um trap bom.
Fazia tempo que eu não postava uma análise aqui, não é? (faz tempo que não posto nada mesmo, mas deixa pra lá). Bem, agora que o Out está de "férias", terei mais tempo pra postar aqui, então, se você sentiu a minha falta nesse tempo, pode ficar feliz!

Indo para a análise em si, Nisekoi foi originalmente uma série de mangá do autor Naoshi Komi em 2011, primeiramente tendo seu one-shot (basicamente um capítulo mostrando a sinopse da série) e serializando-se no final do mesmo ano pela Shounen Jump, atualmente com 12 volumes. O anime foi de responsabilidade do estúdio Shaft, o famoso estúdio por trás de Madoka Magica, Bakemonogatari e, mais recentemente, Mekakucity Actors, sendo o primeiro anime do estúdio de 2014. Além disso, o jogo tem um jogo (meio bobinho) pra iOS e Android onde você pode (...) tocar nas duas heroínas principais da série e fazê-las trocar de roupa, mas em compensação, a Konami, a mesma produtora de outras visual novels como Tokimeki Memorial e Love Plus, se comprometeu a fazer uma VN da série exclusivamente para o Vita ainda neste ano, entretanto, apenas revelará os detalhes apenas no mês que vem.

Mas e aí, o anime é bom mesmo? Bem, a análise você vai ler agora! Vamos começar?
História
Sim, Kana Hanazawa dubla essa belezinha aqui, o que a torna 10 vezes mais fofa no anime. 
<--- música para ouvir enquanto lê a análise ^^

Ichijou Raku seria qualquer garoto do colegial se não fosse pela sua criação: sua família faz parte dos Yakuzas, um grupo da máfia japonesa, sendo que seu avô é o chefão da parada toda. Até aí, nada de mais, ele só tem que cozinhar pra eles e lidar com um pouco de tormento por parte deles já que ele é um forte candidato a ser o sucessor do grupo, o que ele não liga tanto assim. Na escola, ele é gamado em sua amiga de infância, Kosaki Onodera, que também é secretamente gamada nele, mas se sente envergonhada ao pensar em confessar seus sentimentos pra ele (e vice-versa), por mais que sua amiga, Miyamoto Ruri, sempre fique criando cenários para os dois ficarem juntos e ver a Onodera feliz.

Uma história de romance simples e pura, não? Bom, aí que tá o twist: Raku vive com uma espécie de amuleto preso em um colar consigo, tal qual fora dado de presente dez anos atrás por uma amiga dele que prometeu que, quando eles fossem se reencontrar, após abrir o amuleto, eles se casariam. Enquanto Raku tenta achar essa garota, uma estudante acaba se transferindo para a mesma escola que Raku. Ela se chama Kirisaki Chitoge, uma mestiça de japonesa com americana que é extremamente bonita e, mesmo que a primeira vista não dá bola pro Raku, na verdade é filha do chefão da Beehive Gang, um grupo da máfia americana que vive entrando em brigas com a Yakuza.

Como um método para parar esses conflitos, ambos os pais deles tentam convencer um ao outro que os dois estão namorando, e portanto, que o atrito entre eles deve ser deixado de lado para que não atrapalhe os dois. Mesmo que ambos, no começo não queiram devido a diferença de personalidade entre eles, eles acabam cedendo para o bem maior. Curiosamente, Raku mais tarde descobre que tanto Chitoge quanto Onodera possuem chaves que poderiam abrir o seu amuleto, e então, ele fica confuso e tentando se lembrar se uma delas realmente poderia ser a garota que ele se comprometeu (dentre mais outras que acabam surgindo mais adiante).

Assim, Nisekoi tem a fórmula perfeita para ser a comédia romântica com mais plot twists que 20 episódios poderiam oferecer. Mesmo que tirando alguns episódios "fillers" (que nunca dão o braço a torcer que realmente são fillers), a trama é justamente saber se Raku vai descobrir quem é a garota de seus sonhos e quem é a misteriosa garota de 10 anos atrás. Com fatos atrás de coincidências, o anime tem um ritmo que raramente fraqueja, além de momentos genuinamente engraçados com todas as personagens.

Animação e Trilha Sonora
A verdade é que todo mundo quer enfiar a chave no buraco do Raku, mas todo mundo tem vergonha de pedir pra ele.
Se você já assistiu algum anime da Shaft, já sabe que o visual dela é irreverente. Ele não mantém muita proporção entre episódios e certas cenas, mas as transições são imprevisíveis, e algumas perspectivas misturam toques de impressionismo e surrealismo, dando a impressão que cada cena que foge das perspectivas comuns passam uma sensação misteriosa para o espectador, o que impressiona (sacou?) e mostra que os animadores não pouparam esforços para fazer cenas únicas entre olhares e frases.

Os traços das personagens são bem desenhados, o jogo de luzes tentam ser realistas mas infelizmente não pegam tanta atenção de quem for assistir, e claro, poses moe com direito a closes em decotes e partes mais sensuais estão mais que presentes, então sim, temos bastante fanservice pra quem gosta e para todas as personagens.

A trilha sonora já é algo bem mais discreto, com típicas músicas que passam ansiedade e indecisão no mesmo grau que o protagonista se depara com situações complicadas. Em alguns momentos dá pra perceber a semelhança com trilhas sonoras de outros animes do mesmo estúdio por causa dos instrumentos e algumas nuâncias nas músicas, mas ainda assim são todas músicas originais para o anime.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos
O nome dela pode ser Marika, mas ela é bem danadinha (especialmente com esse olhar)

Já vou avisando, contém pequenos SPOILERS!!

O tema do anime começa exatamente do jeito que eu mais adoro: triângulos amorosos onde nada é certo. Por mais que Raku comece e continua gostando mais da Onodera do que da Chitoge, tem episódios em que dá a entender que é a Chitoge que possue a chave que destranca o amuleto dele, o que o faz tender a ter sentimentos por ela. Quando ele tenta se aproximar dela, ela solta seus jargões típicos de tsundere e soca o sopapo nele, o que o faz querer torcer pra que ele goste da Onodera. O diretor do anime com certeza manjou nisso e, logo depois, joga algumas cenas focadas nela, mas como a Onodera é extremamente tímida com seus sentimentos, ela não consegue tomar coragem pra falar o que realmente sente, e como Raku também não é muito homem nesses momentos, isso acaba abrindo uma brecha para a Chitoge dar um jeito de tomar a atenção do Raku pra ela (ou quando é necessário, já que eles estão finjindo que estão namorando e um dos integrantes da Beehive duvida da veracidade do namoro da Chitoge). Pode dar a impressão que o anime é monótono quando chega nesse aspecto, mas é longe disso: os momentos engraçados são abundantes, o que acaba lhe distraindo, além de que você nunca vai saber ao certo quem era a garota de 10 anos atrás já que cada personagem possui algo que faz o protagonista lembrar dessa época e o faz ficar cada vez mais confuso.

O anime consegue manter a atenção do espectador presa até a metade do anime com incríveis argumentos e cenas que vão aproximar ambos os personagens do protagonista, mas tudo disso começa a mudar com a chegada de mais duas heroínas na jogada: Seishirou Tsugumi, a "maria-homem" da história que você começa a JURAR que é homem no primeiro episódio que ele aparece, mas a descoberta que, na verdade, ele é "ela" chega a ser cômica e mal-explicada (ainda mais com os peitos massivos dela). A segundo, Tachibana Marika, já é até apelão: ela surge DO NADA, e ainda por cima o avô do Raku fala que ele já era noivo dela por causa de uma promessa feita por engano (eita, pinga danada!). Em um caso parecido com a Chitoge, ela é filha de um comissário da polícia japonesa, o que também poderia dar uma briga feia entre máfia e polícia se ele não se casasse com ela, o que dá luz a um dilema que, em qualquer decisão tomada, vai ter gente que vai sair perdendo na história. No entanto, Raku consegue (!) cancelar o noivado ao conversar com o pai dela e, estranhamente, tudo sai bem, mesmo que Marika continue jogando seu charme pra cima dele e tentar enfraquecer seu coração para ser toda dela (e acredite, ela sabe EXATAMENTE como fazer isso).

Nessa segunda metade, eu achei que o anime perdeu o foco. O que antes era um triângulo amoroso em que "ou era uma, ou outra", virou um hárem em que o Ichijou meio que tinha a possibilidade entre escolher qualquer uma das garotas e, mesmo com os efeitos colaterais, daria tudo certo no final. Achei que a Megumi foi adicionada desnecessariamente, e mesmo ela tendo potencial (e um corpo do capeta), ela não teria nenhum motivo em particular para ficar com o protagonista, uma vez que ela quer que o mesmo fique com a Chitoge (e também, se for pensar fundo, as aparições dela nos episódios após a aparição da Marika foram desnecessários). Já com a Marika, ele realmente teria um motivo pra ficar, assim como a Chitoge, mas que ele acaba sendo o personagem mais indecisivo de todos ao dar a maior miguelagem com ela e no final das contas ainda parecer que ele gosta dela por causa do esforço que ela passou em tentar se tornar a garota de seus sonhos na época.

Eu não ligo pra plot twists com personagens novas na trama, mas uma coisa acabou pecando no anime: a falta de contexto pra tudo isso. Tudo acontece rapidamente, sem uma explicação realmente plausível, e ainda por cima, sem uma resposta firme do protagonista com o cenário em que ele vive se encontrando. Além disso tudo, novamente, após a aparição da Marika, o anime praticamente esquece que o Ichijou tava com o seu amuleto no conserto e simplesmente esquece de focar a mente na garota na qual fez a promessa. Isso eu achei algo inadmissível. Quando uma das tramas principais da história, que foi abordada por vários e vários episódios, some sem um motivo persistente (que aliás, motivo tal que eliminaria a possibilidade de ser uma das heroínas da série, algo que é meio conflitante), é algo preocupante.

Olha a referência!
Tá, confesso que eu tive uma heroína preferida na qual NÃO TINHA COMO um ser humano em condições normais de consciência e sanidade recusar. Eu tento, forçadamente, fazer com que isso não interfira na análise da série, mas no final, foi nesse pensamento que eu cheguei a conclusão que um anime desse tipo poderia continuar para sempre, como uma soap opera, na qual o episódio final do anime deixa muito em aberto e contribui pra isso. Falando no final, além de chegar mais cedo do que o esperado, acaba sendo um ponto negativo para o próprio anime, tanto deixando em aberto a existência de uma possível segunda temporada quanto deixando claro com quem o Ichijou terminaria nas condições dele. Realmente, quando um anime não deixa um ponto final claro e dá uma dica tão grande para quem está assistindo, isso foi praticamente entregar o ouro, dizimando minhas esperanças para isso se reverter numa possível segunda temporada.

Conclusão e Nota Final
Pocotó pocotó pocotó, minha éguinha pocotó!
O anime, assim como qualquer outro de "escolinha", tem um romance bem profundo e misterioso e uma comédia muito bem planejada, realmente prendendo a atenção do espectador e o deixando ansioso para os próximos episódios. No entanto, conforme o anime vai progredindo, por mais que o elemento comédia continue firme e forte, você vai crescendo aquela vontade interna de que a história evolua, coisa que não acontece no ritmo que você espera. Tantos plot twists juntos deixam incerto quem era a garota do passado de Raku, o que também colabora com aquele pensamento em que há a possibilidade de ser qualquer uma das heroínas principais.

Enquanto eu não posso reclamar da fidelidade que o anime tem em relação ao mangá original (sim, dei umas lidas nos capítulos, e posso afirmar isso), um fato engraçado é que o one-shot da série acaba estragando tudo. Esse pode ser o maior spoiler que eu posso dar em uma análise (e que eu REZO pra que não seja o mesmo final se o anime tiver mais uma temporada que termine com a história), mas a verdade é que, na história original, já era para Chitoge e Raku saberem que ambos eram amigos de infância e que eles foram quem fizeram a promessa de se casarem quando se reencontrassem. Quando eu descobri isso, minha reação foi de negar, convictamente, a possibilidade de tal fato, mas após pensar um pouco sobre isso, é algo extremamente válido, e pior, muito provável após o final do anime (sim, nem preciso falar que o final foi um dos piores pontos do anime pra mim, né?).

O resultado? Um anime que tinha tudo para ser a minha série favorita acabou me desapontando. E muito.

 Pontos Fortes 
      *A história é extremamente atraente
      *A comédia é irresistível
      *Visual acima da média dos animes
      *Personagens bem distintas e com jeitos diferentes de encarar cada situação
      *As aberturas feitas por Kz, compositor de músicas de Vocaloid
      *Tem fanservice que não desaponta

 - Pontos Fracos
      *A trilha sonora não tem nada de especial
      *A história começa a ficar lenta na sua segunda metade
      *As heroínas (e o protagonista) têm chances de deixar tudo claro, mas falham e não correm atrás
      *O final do anime é anti-climático e deixa claro quem terá vantagem numa suposta segunda temporada
      *Muitas perguntas cruciais não foram respondidas

Nota Final: 7,5/10

Eu adoraria gostar desse anime, de verdade. Os elementos que ele tinha no começo eram dignos de me fazer sentir igual o meu primeiro anime de romance/triângulo amoroso que realmente me fez sentir interessado em acompanhar animes tão fervorosamente até hoje.Infelizmente, talvez por conta do diretor ou por conta do roteirista, o ritmo do anime muda bruscamente após a sua primeira metade, o que acabou por desapontar, mesmo que as personagens originais ainda fiquem em primeiro plano e que a comédia ainda o mantém entretido até mesmo no último episódio (que diga-se de passagem, tá lá no sexto volume do mangá, ou seja, quase certeza que vão continuar). Pra resumir, é um bom anime, mas dependendo de quem você "escolher" para torcer, você vai se desapontar, ou, no mínimo, vai achar estranho a entrada de outras personagens e de certas cenas no meio da história. É uma série bem legal de acompanhar, mas esse é uma das raras séries que eu realmente recomendo que você só assista alguns poucos episódios do anime e já parta logo pro mangá para evitar o final do anime. Você foi avisado.

Chitoge: - "Vai se foder, Out! Tô pouco me ligando se você não gostou de mim e do final!!"
Eu: - "Vai você, mulher 2D. Daria 11/10 GOTY pro anime se o Raku ficasse com a Onodera!!"
Bom, e com isso, finalmente temos mais uma análise para o nosso acervo. Gostou? Não? O que você achou da série? Achou que o mangá tá melhor? Deixe seus comentários!

Até a próxima, galerada!
Out.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Otome Games chegando em 2013, e Metal Gear... Social?


É, nem só de ferro que é feito o universo de visual novels. Apesar da maioria serem voltadas para o público masculino mesmo, os chamados otome games são aquelas visual novels destinadas ao público feminino, onde uma personagem principal é rodeado de outros homens por alguma razão, e claro, acaba rolando um clima entre a protagonista e o predentende escolhido.

O pior é que, em contrapartida, boa parte dos otome games têm histórias bem bacanas ao invés de ser apenas um romance que termina na cama. Têm os haréms invertidos sim, mas tem uns com história bem bacana, como Alice in the Country of Hearts e o famoso Hakuouki que ganhou três temporadas de anime.

Sumário de lado, 2013 começa bem até para esse gênero de jogos. Pra esquentar, teremos Princess Arthur, desenvolvido pela Otomate, subsidiária da Idea Factory, a mesma que publicou outros grandes otome games como Hiiro no Kakera e o próprio Hakuouki, com um trailer bem promissor, e Uta no Prince-sama All Star, mais uma prequel de outro título bem famoso do gênero.


Não menos importante, teremos outros jogos como Issho ni Gohan (também da Otomate/Idea Factory), Sakura Gatari, Geten no Hana (da Koei, mesma produtora de Kin'iro no Corda) e Eikoku Tantei Mysteria (Karen Entertainment, mesma produtora de Danzai no Maria). Todos estes jogos serão lançados no primeiro trimestre deste ano no Japão... e com exceção de Sakura Gatari, todos para PSP... *risada maléfica*

Como nota, recentemente foi anunciado que VitaminR, o próximo jogo da série de otome games Vitamin, será lançado neste ano também... pra PSP. Pois é, fãs de Otome, preparem seus PSP e dicionários de japonês, pois esse vai ser o jeito por enquanto.


Não, não é montagem. Kojima devia estar com tanta preguiça de desenvolver um jogo bom de Metal Gear como, por exemplo, um Metal Gear Solid 5 com lançamento pro Xbox, ou um Metal Gear Ac!d 3 pra fazer eu comprar um Vita em menos de 24 horas... mas não, temos um jogo social da série, que mistura stealth com cartas (??), mas não se iluda, pois é bem pior do que você imagina (caso você não tenha visto o vídeo acima ainda).

...
...
...

Minha reação ao ver isso?


Mano... pra quê? Tá faltando dinheiro? Tá faltando gente competente pra fazer um jogo decente? Tá faltando roteiro (duvido!)? Tá com preguiça? Teve essa idéia brilhante depois de ver a mãe jogando Castleville?

Ao invés de anunciar algo que realmente interesse o meu dinheiro, como, digamos, Metal Gear Solid 4 pra Xbox... e nem pra rodar no meu Android pra eu poder falar o quão podre esse jogo me parece. NEM O CARA QUE ESTAVA TESTANDO O JOGO NÃO SEGUROU A RISADA AO VER O SNAKE E CINCO TERRORISTAS ENTRANDO NA MESMA CAIXA SUBINDO DE NÍVEL!


Chega, melhor encerrar o post por aqui mesmo.
Out.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

In Your Arms Tonight - FIQUE LONGE DESSA P*RRA!


Uma Visual Novel da Voltage, uma empresa de pequeno porte que faz visual novels para Android e IOS tanto em japonês quanto para o inglês, como o caso de Koibito wa Senzoku (My Sweet Bodyguard for GREE) e Koi ni Ochita Kaizokuou (Pirates in Love).

No caso, In Your Arms Tonight (ou Konya Anata to Nemuritai, em japonês), é o jogo mais recente da empresa, e como acabei me tombando nela na App Store, resolvi dar uma conferida para ver se é bom (ainda mais quando é de graça xP).

Após um curto download (6mb) e alguns minutos de mais download após iniciar o jogo, você digita o seu nome, põe New Game, e espera um pouco para carregar o jogo... e você vê que entrou no mundo dos jogos Indie, um mundo tão aleatório quanto os números da Mega Sena, onde você pode achar uma pedra preciosa bem underrated, ou um lixo de jogo... e nos 5 primeiros minutos de gameplay você percebe que é a última opção.

No jogo, você está casada há 3 meses e você tem praticamente duas escolhas: agradar o seu marido rico, ou virar uma verdadeira p*** e viver a vida bandida... tá, não tecnicamente nestas palavras, mas basicamente você pode decidir entre manter o casamento (o que vai ser uma tarefa bem difícil dadas as condições que o jogo lhe oferece), ou pedir um divórcio e escolher outro pretendente para a sua vida. Simples assim. Nada de trauma de infância, nada de personagens paranormais, nada de mahou shoujo no meio da parada. É um típico exemplo de história josei... mas nem ouse comparar grandes josei's com este título!

A história tem alguns personagens, por incrível que pareça: você (que é uma mulher... ah vá, num esperava essa de um josei...), com 30 anos que quer agradar o maridão, Koichi o marido mais virgem do mundo (apesar de ficar pulando a cerca), Shohei o colega de trabalho galã que nunca comeu ninguém, Kippei seu novo chefe (ele vira seu chefe novo nos primeiros 10 minutos da novel) cuzão e exigente, Genji o ex-namorado que se paga de gostoso até pros outros homens, e Kiyoto, o cara de 20 anos que literalmente aparece do nada e quer tirar uma lasquinha de você custe o que custar. Fora isso tem alguns personagens bem secundários como a sua família que não serve nem pra dar um conselho e as suas amigas de infância que valem tanto quanto o editorial da Ti Ti Ti.

....*sigh*... como se não bastasse a horrenda história clichê que não tem absolutamente nada de cativante ou emocionante, a música... a música... lembra daqueles jogos de nintendinho que a música tem 30 segundos ou menos e fica dando loop eternamente? Pois é, se fosse em 8 bits pelo menos seria melhor que isso. E quando a música acaba, você acha que a cena vai mudar pra algo no mínimo mais emocionante... e às vezes a cena até muda, mas nada da parte de "mais interessante". Na maioria das vezes, só servirá para irritar o jogador por ser uma música tão genérica e robótica (e em alguns momentos nem combina com a cena, ou pior, quando acha que haverá alguma revelação, a cena acaba da maneira mais abrupta possível). Além disso, o jogo carrega de 8 em 8 minutos. Eu nem estou brincando quando digo isso. Tá certo que o meu celular não é nenhum Iphone5 da vida, mas parar o jogo por 10 segundos pra carregar algumas poucas CGs, uns 2 minutos de música em .wav e uns kilobytes de texto já é demais pra mim.

Minha reação ao jogar o jogo
Ainda acha que os erros são perdoáveis? Bom, apesar do jogo ter um log onde ficam armazenados os diálogos e pensamentos da história, erros de tradução e diálogos que você tem que adivinhar o que o jogo quer dizer por ultrapassar o tamanho da tela são bem frequentes, dando a impressão que a tradução foi corrida para tentar chupinhar o dinheiro dos noobs que pensam que este título é alguma visual novel boa. NÃO FAÇA ISSO! Tem tantos outros jogos bons para Android e IOS como Chaos;Head e Higurashi (que ambos são de graça) ou bem baratos (Planetarian e Kanon por exemplo) e que são qualidade mais que garantida, mas faça um favor para o seu dinheiro e não o gaste com jogos assim. Se o jogo tivesse pelo menos uma história cativante ou personagens que não fossem tão estereotipados quanto os mostrados no jogo, talvez até me atreveria a comprar, que fosse uma das rotas específicas do jogo, mas pra esse lixo?

...
...
...
É com esses jogos que eu lembro do trauma que eu tenho com jogos doujins/de empresas pequenas que acham que os consumidores pagam por qualquer software mal-feito só porque é algo novo. Nem merece uma nota minha como análise.Merece mesmo o selo  FIQUE LONGE DESSE RIP-OFF!
(da próxima vez eu ponho em cores neon pra enfatizar pra ficar longe disso)


Bom, as minhas primeiras impressões terminam aqui. Vejo vocês no próximo post! o/
Out.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

VNDS - Jogar Visual Novels traduzidas no Android? Claro, por que não?


Nem sempre dá pra ter o pc na palma da mão a todo tempo. Por mais que um notebook já esteja tendendo pros Ultrabooks, o design super-fino patenteado da Intel, não há quem aguente esperar o computador inicializar para poder fazer alguma coisinha. Imagina que você vai viajar de avião e só está passando filme podre na TV... "Já sei, vou terminar a rota da menina lá da minha visual novel aqui mesmo!.... mas nossa, a bateria do meu laptop acabou, e só sobrou o meu celular/tablet... e agora?"

Se você não quer jogar, ou já zerou, as VNs da Google Play, uma boa alternativa é o VNDS Interpreter, um aplicativo bem bacana e que um dos nossos leitores, o Daniel Ferreira, falou com a gente sobre. O aplicativo basicamente é uma plataforma que permite a execução de certas visual novels na linguagem que celulares e tablet com Android suportam. Isso inclui várias outras mudanças nos formatos de áudio e da resolução das CGs das VNs, mas mesmo assim o jogo rodará impecavelmente no seu celular ou tablet.

Imagem da prova que o Daniel Ferreira, mostrando que o app roda de verdade. O jogo acima é Wanko to Kurasou.
Como disse anteriormente, apenas algumas visual novels são suportadas pelo app, tais como Kira Kira, Fate/Stay Night, Never 7 e Cross Channel, mas o blog da Weeaboo, que criaram o aplicativo, e alguns parceiros como a VNDS Wiki, estão constantemente atualizando a engine do seu programa e a compatibilidade com outros jogos.

Para converter a visual novel para o formato do seu dispositivo Android, basta tê-lo instalado no computador, baixar um programa conversor específico encontrado, ou no blog deles ou de algum parceiro, rodar o programa conversor e mandar a pasta que ele criará para o HD (ou cartão de mamória) do seu celular ou tablet. Após isso, basta ter o VNDS instalado, executá-lo, selecionar o jogo, e boa jogatina! Há ainda outros meios para, apenas com os arquivos fontes (scripts, imagens e músicas), criar o seu port, mas para isso e tantas outras explicações mais detalhadas, cliquem na imagem abaixo para saber mais:


O VNDS Interpreter é distribuído em duas formas: a versão Lite, que é gratuita e funciona basicamente a mesma coisa, e a versão normal do aplicativo, que por míseros 4 reais você poderá jogar as suas VNs à vontade, com direito a salvar e carregar os saves deles para mais tarde.

Eu se pudesse, jogaria alguma VN nesse app pra testar, mas como não tenho celular com android, muito menos tablet, vou ficar devendo essa pra vocês por enquanto. O blog da Weeaboo está aqui embaixo:



Bem, o post de hoje é só isso mesmo. Caso queiram compartilhar alguma coisa comigo para eu postar aqui no blog as minhas opiniões e tudo, mande-me alguma coisa por comentário, ou por e-mail, ou como mensagem lá na nossa página do Facebook. Farei o post com carinho, e estarei creditando-o também, claro ^^

Até a próxima!
Out.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Black Ops com Jormungand, Miku com Android, e Saint Seya no PSP. Quer mais?

 

Vamos lá, as notícias de hoje devem agradar a todos agora ^^


Gente que ama animes e jogos de tiros amarão essa notícia em dobro: a franquia de FPS da Treyarch, Call of Duty, firmou uma espécie de parceria com Katahashi Keitarou, criador da série de mangás e anime Jormungand. A "operação em conjunto" das duas franquias é bem promissora, uma vez que ambas as séries têm muita coisa em comum e muito material novo para mostrar (haters e ragers irão falar que não... bem, de fato o esquema é o mesmo dos 5 últimos jogos, mas a Activision sempre arranja uma coisinha ou outra para incluir e falar que é foda... e sim, um FPS de Jormungand daria MUITO certo... bem mais certo que o jogo de Black Lagoon)

Nada foi confirmado oficialmente, então coisas como se os personagens de Jormungand vão ser renderizados no jogo em algum DLC, ou se vai ter uma missão baseada numa das operações do anime, ou se o cenário de alguma missão se basear nas cidades... só podemos especular, mas é claro, se estão fazendo parceria, é porque vem coisa, e como as duas séries são bem famosas no Japão, vai ser coisa boa. Pra quem quiser ver o site que não tem nada, tá o link aí embaixo.


Call of Duty: Black Ops II será lançado para PS3, Xbox 360 e PC no dia 13 de Novembro de 2012, para EUA e Europa. A versão japonesa sairá um pouco depois, dia 22 de Novembro, por 7980 ienes (aprox. 200 reais). Só para lembrar, a segunda temporada de Jormungand, Perfect Order, será lançado no Japão nos dias 9 e 10 de Outubro.
Não resisti colocar essa imagem...kkkkk
Hatsune Miku Live Stage Producer é o novo jogo do ídolo virtual japonês que todos adoram. O jogo é um jogo social, estilo aqueles do Facebook, mas com a Miku... é, não tem muita surpresa assim não. No jogo, você basicamente treina a Miku para ser um ídolo que todos no mundo adora, ensinando ela a como se apresentar, habilitar roupas para as apresentações, selecionar as músicas que ela vai cantar, e tantas outras opções para você interagir com outras pessoas no mundo real, se ajudarem e trocar items.


O jogo estará disponível para download na Google Play e na Apple Store gratuitamente na primavera (ou seja, até o final do ano), apesar de, como em todos os jogos sociais, vai ter alguns items que serão pagos... afinal, é assim que eles ganham dinheiro. Pra quem curte a personagem, já tem dois jogos musicais dela para IOS (vulgo Iphones, Itouchs e Ipads da vida), chamado Miku Flick (1 e 2), que é uma versão bem mais muída dos jogos da série Project Diva, para PSP, e mais recentemente, PSVita


Por último, teremos um jogo do Cavaleiros do Zodíaco, ou se você preferir o nome em japonês, Saint Seya. No caso, o jogo se baseia na nova série, Omega. Dê uma olhada.


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Que merda de jogo hein...

Sério, poderiam ter colocado um maior esforço no jogo, mesmo sendo para PSP. Poxa, os ports de Blazblue e Soul Calibur pra PSP foram fodões, e os jogos de luta de Bleach e Dissidia Final Fantasy também provam que o PSP tem bastante capacidade de rodar jogos de lutas bons, ao invés desse fan-service bem mixuruca... bem, os fãs que aturaram o anime novo gostarão, pelo menos.

Como pode-se ver no vídeo, o jogo será lançado apenas para PSP no dia 29 de Novembro deste ano, com o preço de 5230 ienes (aprox. 135 reais). Nenhuma notícia sobre lançamento no ocidente foi oficialmente lançada.


Bom, isso é tudo por hoje. Era pra eu ter postado isso aqui bem mais cedo, mas infelizmente não deu. Estou trabalhando numa coisa bem legal para postar aqui no blog. Fiquem espertos para quando lançar, e até a próxima!
Out.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Final Fantasy para Android e IOS! Yaaaay!


Você gosta de RPG? Sente saudades dos RPGs antigos? Tem Android ou um Ipad da vida?

Esta notícia é pra você então: a Square Enix finalmente lançará seu jogo para IOS e Android da franquia Final Fantasy, também em inglês. O jogo é entitulado Final Fantasy Legends: Hikari to Yami no Senshi (O Cavaleiro da Luz e da Sombra. No inglês, o jogo é nomeado Final Fantasy Dimensions...vai entender). O jogo seguirá os formatos dos antigos jogos da franquia, da época do Super Nintendo, mas desta vez com gráficos melhorados, melhor qualidade de som, nova música tema, e até mesmo a capacidade de combinar habilidades entre os personagens.


Final Fantasy Legend, o original, é um jogo de Game Boy, e que mais tarde foi lançado continuações, sem muito sucesso frente às versões para console infelizmente. O remake é bem diferente do original, e mesmo tem gente que diz que só o título é igual e o resto não tem nada a ver, mas enfim, será um RPG das antigas com gráficos bem melhores, o que é bom, considerando as desgraças recentes da franquia.

O jogo pode ser adquirido por capítulos ou inteiro. Por capítulos, o primeiro custa 250 ienes (ou 6 reais), enquanto os capítulos 2, 3 e 4 custará 850 cada (ou uns R$21,00). Para quem quiser logo comprar o jogo inteiro, então custará 2500 ienes (algo perto de 60 reais). O jogo será lançado dia 31 deste mês...e... bem, como não tenho um Android, não sei como obtê-lo, talvez consigue na AppStore ou alguma coisa assim, e como estamos falando da versão em inglês (apesar da imagem estar em japa...valeu aê, campeão!), então não precisa fazer nenhuma gambiarra pra conseguí-lo.


Bom, post rapidinho hoje, e termino por aqui. Estou sem idéias do quê postar e sem muito tempo, mas amanhã vou tentar postar uma coisa mais legal ^^

Até!
Out.