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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Análise de Anime [10] - Infinite Stratos


Tem animes que ficam reconhecidos pelos otakus de algum jeito. Certas vezes, é a história ferradamente bem elaborada e viciante. Outras, por causa do visual extremamente fluente e bonito de se ver. Alguns, não tão raros, impressiona com tantas batalhas recheadas de efeitos especiais que chega a viciar apenas neste aspecto.

Bem, se você estava ficando animadinho(a), calma, pois Infinite Stratos não é esse trem todo que estou mencionando, mas com certeza ele traz um tema que nem tantos animes arriscam, que é o de Mecha Musume (as famosas garotas com armaduras e partes que assemelham veículos e naves), numa história promissora, altas batalhas, narração quase shounen em alguns momentos, e ainda o toque de ecchi que a galera adora... pena que algumas cenas serão "brochantes" em mais de um sentido.

O anime surgiu primeiro de uma light novel do autor Izuru Yumizuru, inicialmente publicada em 2009 (tratando-se de uma série nova, por assim dizer), com um sucesso na narrativa e tema tão grande no Japão que rendeu uma série de mangás de 5 volumes em 2010, dois OVAs (com mais um previsto para este ano), duas temporadas de mangá (2011 e 2013, sendo que vou tratar sobre a primeira temporada aqui), trocentos drama cds e talkshows em rádios... ufa, e como se não bastasse, ainda neste mês, será lançado uma visual novel da série para PS3 e Vita.

Mas garanto que você não quer saber de curiosidades, né? (mentira!) Bom, vamos à análise, então!
História
A história é foderosa, mas cá convenhamos que alguns pontos foram desnecessários (ou, no mínimo, exagerados)
<--- música para ouvir enquanto lê a análise ^^

A história começa com Orimura Ichika, um estudante do ensino médio cuja irmã mais velha é professora em uma escola só de garotas e bem... normal, com a exceção de que as estudantes da mesma todas devem aprender a pilotar o chamado Infinite Stratos, que é uma espécie de armadura anteriormente usada em guerras, mas agora é mais usada em "briguinhas de mentirinha" e alguns esportes.

Sabe-se lá por qual motivo, esta armadura só pode ser pilotada por meninas... com uma única exceção... acertou! Este protagonista sortudo, único homem a poder manusear um maquinário desses, acaba sendo matriculado na escola, na espera de descobrirem o motivo dele ter tal aptidão.

No meio tempo, ele se reencontra com sua amiga de infância, Shinonono Houki, na qual fica surpresa com a vinda de seu antigo amigo, mas no seu jeito de tsundere, não quer deixar isso tudo muito na cara... exceto que, naturalmente, todas as meninas praticamente ficam se esfregando nele para ter a sua atenção. Convenientemente, algumas alunas que representam outros países (ah, sim, as estudantes não são todas do Japão, algumas inclusive são até mais experientes no uso dos Infinite Stratos, ou IS, e acabam nesta escola mais por patriotismo) acabam entrando no meio da história e, de um jeito ou de outro, também acabam sendo atraídas pelo charme (*cof*) do protagonista, o que deixa as coisas com um toque de hárem.

Ah, qual é! Se tivesse tanto peito, ninguém acreditaria que você era homem!
No entanto, nem só de hárem vive esse anime, apesar da comédia não ser tão na sua cara quanto demais comédias escolares. Aqui, Ichika terá que provar que realmente pode dominar tão bem, ou até melhor, a arte de manusear uma IS do que as demais garotas, e nisso, ele vai entrar em diversas brigas com as demais estudantes do colégio (que mais tarde ficarão gamadas nele), e por fim, até terá que colaborar no clímax da história, quando uma IS foge de controle e arrisca destruir tudo que encontra pela frente.

Parece uma combinação legal, né? Tem batalhas, tem romance, tem garotas com peitões... o que pode sair errado?

Animação e Trilha Sonora
O visual é bonito e fluente, efeitos visuais para dar e vender, e os efeitos 3D são muito bem colocados.
Não, a animação não é problema nesta série. Pelo contrário, a animação é bem fluente e com raros defeitos em proporções ou coisa do tipo. Na verdade, os efeitos em 3D durante as batalhas entre ISs até chegam a impressionar, dando aquela sensação boa de refletir a intensidade da batalha e fazer o espectador se maravilhar com isso... ah, claro, o visual também realça bem legal os contornos das curvas das personagens... e são nesses momentos que me refiro aos "raros" erros de proporções nas personagens... incluindo uma que era uma personagem "trap" (mas felizmente, um trap bom desta vez)

A trilha sonora por sua vez é bem bacana e reflete as emoções certas nas horas certas, mas não é algo que fuja do comum no quesito se comparado com outros animes. Tem uma música ou outra que vai fazer você bater o pé no ritmo ou aumentar ainda mais o exagero das cenas mostradas, mas são poucas as vezes que isso acontece.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos

Bom, animes com ação geralmente tentem ser tendenciosos, no sentido de facilmente prender a atenção do espectador e fazê-lo esquecer de muitos furos grandes na história no decorrer dos episódios, e na maioria das vezes, simplesmente fazer com quem esteja assistindo veja o anime como sendo algo mais foda que ele realmente é.

Infinite Stratos tenta de vários jeitos fazer isso. Misturar bishoujos com uma história aparentemente misteriosa e bons momentos de luta pode ter sido arriscado em alguns outros animes, mas com um balanço entre esses elementos diferentes em diferentes episódios, Infinite Stratos tentou agradar gregos e troianos com tal mistura.

"Adoro apertar uns botões!"
Infelizmente, vários erros foram cometidos no meio desse caminho. A começar pelo protagonista, que na moral, deveria (e merece) ganhar um troféu de protagonista retardado do mundo dos animes. Com pelo menos cinco meninas fungando no cangote dele, praticamente pedindo pra dividir uma cama com o protagonista, ele simplesmente finge ignorância e pede para repetir o que a heroína disse, ou simplesmente dá de louco ao tentar pescar o significado real de alguma frase. Tá certo que, se ele não fosse tão retardado, era bem capaz desse anime virar um nukige e passar só depois das duas da manhã no Japão, mas pelo menos poderia aprender com Sora no Otoshimono ou Rosario+Vampire e colocar as piadas certas nos lugares certos.

Não obstante, as personagens parecem não terem muito cérebro também (como era de se esperar), pagando pau para um personagem que nem faz tanta coisa e, só por ser bonzinho numa cena ou outra, de repente vira o parceiro ideal para reprodução. Tantas cenas que deixam isso meio na cara do espectador tomam tempo precioso do anime, cujo qual poderia muito bem ser usado para elaborar a história, contar mais sobre as origens do IS, as histórias das próprias personagens e explicar demais tramas que passam desapercebido para dar espaço a um fanservice que pode não satisfazer todos.

Conclusão e Nota Final
YUGIOOOOOOOOOOHHH!! Ops, anime errado...
A mistura é bem interessante, mas dependendo do seu perfil de espectador de anime, você pode não gostar. Se você não ligar pra nada, exceto as batalhas, você vai achar o anime bem apelão (por mais que tenha algumas coisas exageradas, como de costume). Se você curte mais a história do anime, vai começar bem, mas vai começar a achar as coisas lentas demais mais pro final. Se gosta de fanservice, esse anime vai satisfazer seus olhos em alguns episódios e deixá-lo com vontade de ver mais.

Entretanto, se você vê animes pelo conteúdo global do mesmo, contando todos os aspectos e o equilíbrio entre eles... bem, daí eu sinceramente sugiro que você leia a light novel, que tem uma narrativa decentemente melhor, além do fato que você pode ouvir umas músicas melhores pra acompanhar cada cena. Além disso, não vai precisar encarar o protagonista que praticamente sozinho poderia gerar uma raiva forte o suficiente para fazê-lo querer jogar a TV/notebook/tablet no chão pela sua imcompetência.

 Pontos Fortes 
      *A história começa bem
      *Bastante ação
      *Visual bem fluente e boa harmonia com cenas em 3D
      *Alguns momentos engraçados
      *Personagens com personalidades bem distintas 

 - Pontos Fracos
      *A trilha sonora não tem nada de especial
      *Certos acontecimentos não têm explicações satisfatórias
      *Fanservice acaba se tornando frequente e muito "na cara" mais pra frente
      *Protagonista tapado

Nota Final: 6,0/10

No final, é você quem decide se verá ou não o anime, mas como aquela dica "staple" que eu dou pra todo mundo que tem dúvida em ver algum anime: veja dois episódios dele, e se gostar, continue. Se não, nem perca mais tempo. Ah, e se você estiver vendo só por causa das personagens, só procurar o nome delas no Google e você verá todas elas em todas as posições e cenários que você imaginar (com ou sem armadura, praticamente), além dos clássicos doujinshis pro pessoal que tem fetiches cabulosos e gostar duns bons peitos.

Segura na minha mão e dê aquela chacoalhada gostosa!
E essa foi mais uma análise da Zero Force! Curtiu? Sim, ou claro? Xd
Nah, essa foi rápida, até. Mas de verdade, como digo em todas as outras análises, espero que tenham gostado e que tenha servido de algo para vocês. Além disso, se você leu até aqui, receba o meu agradecimento.

Até a próxima, moçada!
Out.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Este é Drag-On Dragoon 3, o hack-and-slash da Square Enix mais bonito (com história) que há


A Square Enix é uma produtora e tanto. Além de ter franquias muito boas em seu arsenal, como Final Fantasy (apesar do declínio da série), Deus Ex e Hitman, como também participa, às vezes na produção e em outras na distribuição, de jogos originais e conceitos cada vez mais interessantes, como Thief, Murdered: Soul Suspect e Bravely Default. Entretanto, não importa por onde vemos, a primeira imagem que nos vem a cabeça ao pensar na empresa (ou pelo menos pra mim é assim) é a cara dos seus belíssimos personagens renderizados em CG, que até já concorreram a muitos prêmios internacionais pela qualidade da animação gráfica.

O nome do jogo pode ser um tanto estranho, mas Drag-On Dragoon é um jogo que segue essa linha. Lançado originalmente como um exclusivo para o PS2, o jogo se tratava de um hack-and-slash nos padrões japoneses, então, se você já jogou Dynasty Warriors ou aquele joguinho do Ben 10, já tá sabendo como que funciona o esquema... ah, sim, God of War, também, né...

Agora, saca só na qualidade da animação do trailer que foi exibido na E3.


CA-
RA-
LHOW!!

Por isso que eu adoro a Square Enix. A animação é linda, a dublagem é muito foda e se encaixa direitinho nos personagens, e o enredo promete ter muitas reviravoltas no seu curso, além da matança de sempre que todos os viciados em aventuras curtem. A história basicamente narra uma dimensão onde 5 deusas trazeram paz ao mundo que era permeado de guerras e sangue. Até aí, tudo bacana, porém uma dessas deusas cantoras decidiu se rebelar e matar todas as outras... com a ajuda de um dragão... e tem um outro cara com cara de vilão, além disso... é, olha só, não é todo dia que você se vê jogos de dragões assim... ou não.

Não era só Persona, viu? Tá tendo jogo bom e exclusivo pro PS3 ainda, o que me anima ainda mais pra comprar esse console logo. Ainda não temos uma data de lançamento para o lançamento em inglês, enquanto lá no Japão, o jogo vai lançar dia 19 agora. Tem cara maneira? Tem. Vai ser bom? Olha, tem tudo pra ser... e por que diabos o jogo é exclusivo mesmo? Pelo mesmo motivo que Mass Effect era inicialmente exclusivo pro Caixão X 360, e agora as vendas das versões do jogo pro PS3 vende mais: dinheiro! Fora que os japoneses gostam mais da Sony mesmo... por ser japonesa... por que eu ainda estou escrevendo isso? Não sei.


Post simples hoje, mas é isso que o meu tempo permite. Até lá, a gente se vê!
Out.

domingo, 24 de novembro de 2013

ALELUIA! FINALMENTE!! É PENTA! PERSONA 5 LANÇA ANO QUE VEM PRA PS3!!!

Sossega a periquita que essa imagem não é oficial. Mas você pode clicar nela pra ir ao site oficial de Persona 5
Vocês sabem que eu não sou de postar coisas em pleno domingo, ainda mais quando estou ocupado fazendo milhões de coisas, mas essa notícia é sensacional demais para eu deixar que se passe em branco. Depois de muitos anos de espera, mais precisamente, desde o lançamento de Persona 4 no final de 2008 para PS2, no finzinho de sua vida útil (pra fechar com chave de ouro) de um dos consoles mais consagrados da atualidade, estive esperando pela continuação oficial do jogo. Nada de spin-offs de luta e crossovers com personagens chibi, eu queria a próxima iteração do universo maravilhoso e extraordinário da melhor série (na minha humilde opinião) de RPGs da atualidade, Shin Megami Tensei, mesmo que abandonasse a "timeline" de persona 3 e 4, alguns dos raros jogos (junto com algumas visual novels) que marcaram a minha vida até hoje. Neste dia, finalmente, a minha espera chegou ao fim... ou, melhor dizendo, entra agora na sua contagem regressiva.


Hoje pela manhã, o canal do Youtube oficial da Atlus japonesa anunciou, por definitivo, o que seria aquela grande novidade relacionada à franquia Persona que ela já estava prometendo há bons tempos. Teve gente que achou de tudo: uns achavam que foi cancelado após a compra da empresa pela Sega, outros achavam que seria o anúncio de algum spin-off da série, remakes em HD de Persona 3 ou 4, mais detalhes do novo jogo de luta crossover, conhecido como (tente não travar a língua ao falar) Persona 4: The Ultimax Ultra Supplex Hold... mas claro, o maior bulício disso tudo era se, realmente, teríamos notícias sobre Persona 5, que desde tempos mais remotos já tínhamos rumores de que a Atlus já estava produzindo o jogo desde antes de Catherine, aquele joguinho de puzzle tipicamente japonês, feito para asiáticos.

No curto teaser sobre o próximo jogo da série de JRPG mostra poucas informações, mas essenciais para os fãs. Primeiro, que os rumores da criação de uma equipe exclusiva para o desenvolvimento do jogo, o P Studio, se consolidou, e que, de fato, estará envolvido nesse projeto (apesar de termos o logo da empresa já em jogos anteriores). Segundo, como consequência disso e para o alívio dos fãs, teremos todos os grandes nomes envolvidos em Persona 3 e 4 participando na criação do novo jogo, que são o roteirista Katsura Hashino (apesar do nome de mulher, ele escreveu roteiros fodas de Nocturne e até mesmo o de Catherine, além de Persona 3 e 4), Shigenori Soejima (o cara das mãos fodas que faz o character design dos personagens) e Shoji Meguro (além de ídolo de muitos, compositor da trilha sonora dos jogos).

Terceiro, o jogo será lançado mesmo no PS3, como haviam muitos boatos, e que de certa forma ainda alegra a vida de quem tem o console mesmo diante de tanta gente querendo mostrar sua ostentação parcelada em 12 vezes no cartão ao comprar um PS4 ou Xbox One e uns joguinhos na semana de lançamento (mesmo com os defeitos que estão surgindo em ambos os consoles). Se fode aí, você que acha que Rise: Son of Rome ou Killzone: Shadowfall chegarão sequer aos pés do que esse jogo promete ser. Tudo indica que, mesmo os jogos de luta de Persona saindo para Xbox 360, o jogo se tratará de um exclusivo para a empresa japonesa de eletrônicos, assim como praticamente todos os jogos de Shin Megami Tensei lançados dos anos 2000 pra cá.

Por último, apesar de ser um período de lançamento bem abrangente e sujeito a alterações (pelo amor de Kami-sama, não faz isso comigo), estão com a previsão de lançar o jogo no final do ano que vem. Infelizmente, não se sabe se essa data de lançamento se refere ao jogo em japonês, ou se haverá algum tipo de lançamento mundial também em inglês para este jogo, assim como se fez com Pokémon X e Y. De um jeito ou de outro, uma localização do jogo para o inglês será inevitável.


... bom, resumindo, o que podemos esperar do novo jogo? QUE SERÁ DO CARALHO, COM CERTEZA!!!

Já tem um PS3? Então não o venda ainda, pois ainda vai ter bastante lenha pra queimar até surgir um jogo do mesmo gênero realmente do cassete pra bater de frente com este. Não tem um? Aproveita o Black Friday nesta próxima sexta-feira pra comprar o seu de natal adiantado... ah, você tem um Xbox/Wii/um console ancião? Bom, tá na hora de vender o seu... eu estou vendendo o meu Xbox, se alguém aí estiver interessado em comprar, manda e-mail "pa nóis".... (eu tô falando sério -d)

O quê? Play-SemHDMI-4? XimbinhaBox Uãn? Wii U com tomate cru? Ah, ainda tem muita coisa pela frente até eu comprar um deles...


Bom, espero que vocês tenham ficado tão felizes e esperançosos quanto eu com essa notícia. A gente se vê no próximo post. Até lá!
Out.

P.S: Sou fã de carteirinha de Persona, sim, e daí? Além disso, quebrei meu recorde de escrever um post tão rápido xP

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

AquaPazza agora disponível em inglês, Atlus anuncia tradução de Conception II com garotas para pegar, engravidar e lutar


Para quem adora jogos de luta 2D com mais de mil personagens e duplas jogáveis... bom, você vai se sentir decepcionado, mas caso seja fã mesmo de visual novels e curtir bastante os jogos da Leaf (Tenshi no Inai 12-getsu, Kizuato e até um joguinho de mahjong bem peculiar) e da Aqua Plus (que já também produziu, em parceria com a Leaf, no desenvolvimento ou na publicação, como To Heart, Utawarerumono, Tears to Tiara e White Album), temos boas notícias: o jogo está, oficialmente, disponível para compra para qualquer PS3 que você possa ter (e se você tem um PS4 (?), sinto muito, mas lembre-se que ele não é retrocompatível com jogos de Play3).

O jogo spin-off/crossover das duas empresas possui um visual bem colorido e uma temática de batalha bem única, considerando que os jogos originais que os personagens foram retirados de visual novels, daquelas de texto passando na tela mesmo, com algumas breves "pausas" nos elementos de RPG dos jogos que as personagens participam (e se relacionam). O jogo foi muito bem avaliado por diversos sites de games pelas internets, elogiando sua história engraçada e sua mecânica fluente de batalha cravada em 60FPS até nos momentos onde os efeitos especiais transbordam da sua televisão, e de quebra conta com um modo online para você que gosta de testar suas habilidades contra o mundo. Apesar de não haver nenhuma tradução oficial de Utawarerumono ou White Album para o inglês, tá aí um bom jogo para começar a gostar das personagens, e quem sabe, até mesmo te introduzir para o universo desses jogos e fazê-lo se maravilhar no universos desses jogos pessoalmente.

Interessou? Eu não ganho nada divulgando jogos assim (nada mesmo!), mas o preço de catálogo do jogo nos EUA é de 30 doletas (R$69,39 segundo cotação de hoje), uma bagatela para quem gosta de jogos de luta e poder se divertir, tanto sozinho com a história e online, ou mesmo com amigos e introduzí-los ao maravilhoso mundo das visual novels cheias de personagens fofinhas e moe... ah, tá pensando em importar o jogo ao invés de pagar mais de 100 pila no jogo aqui no Brasil? A Play-Asia está com ele em catálogo, levemente mais barato, mas com frete grátis para o mundo inteiro. Ah, quanta vontade de comprar um PS3, hein...


E para você que gosta dos brilhantes jogos da Spike Chunsoft (que caso não se esteja lembrado, é a empresa que produziu Danganronpa e Virtue's Last Reward, a continuação da visual novel do caralho chamada 999 para Nintendo DS), você está com sorte, pois a Atlus recentemente anunciou que irá traduzir oficialmente o jogo Conception II, a continuação daquele joguinho de RPG que você tinha que conquistar garota (que na verdade são freiras, caso isso lhe excite ainda mais) e fazer ela engravidar à força para fazer com que seus filhos participasse na linha de frente. Tá duvidando das minhas linhas de texto?? Pois confira por você mesmo se eu estou falando bobagem.

O jogo original para PSP tinha essa premissa, e isso não quer dizer que a continuação para a nova geração de portáteis não é tão diferente assim. O personagem principal tem muitas garotas para escolher, e dependendo da sua escolha, seu filhinho pode nascer como uma das diversas classes de personagens existentes, desde um simples guerreiro ou healer até um berserker tank poderosão com o passar das lutas e dos níveis. Claro, tudo isso não vem mole e você tem que dar uma engambelada nessas garotas antes de partir pro rala e rola... mas quando é com amor, melhor ainda, né? Afinal, seus filhinhos nascem com parâmetros melhores e até virem com "brindes" como itens especiais para o protagonista ou até dinheiro...
...
...
É, é isso que jogos japoneses te ensinam... tudo isso tem história por trás, mas acho que nem vale a pena citá-la depois disso tudo...

Apesar da tradução do jogo original ter ido pro beleléu já que o PSP caiu no limbo dos consoles (não pra mim, mas as vendas de novos portáteis e jogos para ele anda ridiculamente baixa e a tendência é baixar mais ainda), a tradução da continuação para Vita e 3DS tem previsão para chegar até nós em 2014. O preço de catálogo tem previsão de se estabelecer por 40 dólares, e para quem adora RPGs, até que vale a pena a conferida... ou não... bom, eu até que gostei do jogo, mas aí vai de cada um e seus gostos, né...




Isso é tudo por hoje, galera. Até a próxima!
Out.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conheça um jogo onde você deixa mulheres (do mal) peladas, NIS America vai traduzir novos jogos de Mugen Souls e Neptunia Idol PP

Desde quando alguém vai pra rua com um leque gigante?
Japão: o pais que vive no ápice da tecnologia. Japão: o pais que vira e mexe inventa coisas mirabolantes e que antes todos consideravam impossíveis. Japão: pais do pão que muitos adoram chamar de lar, doce lar. Japão: pais também das maiores bizarrices do mundo lado a lado com Rússia e Coreia, só que pior, tanto que a paixão (ou obsessão?) por certas coisas passem um pouco do limite em alguns casos.

Akiba's Trip seria um jogo como qualquer outro, onde você tem ação, explora a terra do oriente, conhece umas boas curiosidades, recriação real de certas lojas e shoppings de Akihabara... exceto que aqui, a pancadaria come solta e até bishoujos que viram vampiros terão que ser derrotados... batendo forte nelas? Mas que sem graça! Claro que seria despindo ela, não?

O jogo da empresa Acquire (mesma empresa de Sumioni, Kamizawa e Ken to Mahou to Gakuen Mono) é apenas para maiores de 15 aninhos, mas isso não tira que se trata de um jogo, no mínimo, peculiar. Além de óbvias melhorias em comparação com o jogo anterior exclusivo para PSP, agora o jogador terá ao seu dispor uma companheira loli (claro!) que botar o pau pra comer junto com você (mas não para você), além de conhecer lojas recentes e curtir mais eventos com as vozes das personagens do jogo.

Agora, por que eu falei desse jogo? Porque se você está aqui, chances são que você queria ver o quanto o Japão é bizarro, não? Em todo caso, o jogo já foi lançado na terra do sol nascente, com versões para PS3 e Vita, que graças à Kami-sama, não têm trava de região. Uma localização do jogo seria bizarra não está prevista no momento.

PUREISUTACHION ♫♪
O quê? Vocês quer MAIS notícias de jogos do Japão? Pois não feche esta aba ainda. Senta aí que o bolo tá quase pronto. Na verdade, o bolo foi uma mentira, mas que os jogos Hyperdimension Neptunia Idol PP e Mugen Souls Z virão para o ocidente em 2014, isso é a mais pura verdade. A NIS America, que já nos fez o favor de traduzir Mugen Souls e os outros 3 jogos anteriores de Hyperdimension Neptunia para PS3 ainda está com vontade de satisfazer os fãs (e fazer uma graninha com isso, apesar das reviews profissionais que não curtiram os jogos tantos assim) e nos dará a graça de traduzí-los para o inglês, mantendo o áudio em japonês... ou, pelo menos, nos dando essa opção para quem prefere legendado a dublado.

Neptunia Idol, ao contrário dos jogos tradicionais da franquia, não se trata de um JRPG contra um vilão que quer dominar o mundo ou algo parecido, mas é um spin-off recheado de fan-service e que conta inclusive com um simulador de idols, com as diversas heroínas do jogo cantando enquanto você pressiona botões aleatoriamente no ritmo da música, tipo Idolmaster. Se é legal? Você nem imagina.

Mugen Souls já é o seu JRPG por turnos do jeito que você espera mesmo. O jogo tem seus gráficos parecidos com Disgaea, uma boa dublagem original como é de se esperar, e os personagens em formato chibi são bonitos, e até tem direito a batalhas com robôs gigantes. Todo mundo gosta de gigantes, não?

Não temos uma data definitiva para o lançamentos desses jogos, mas vocês podem ver um pedaço dos gameplays desses jogos aqui e aqui. Pra quem gosta, é um bom aperitivo pra considerar após o lançamento.


Esse foi o post de hoje. Até mais!
Out.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Infinite Stratos ganhará jogo para PS3 e Vita em 2014

Animes de mecha são legais, mas cá convenhamos que mecha-musumes são o máximo também. Infinite Stratos, similarmente com Strike Witches (você inclusive pode ver uma vídeo análise nossa da série aqui) é uma série desse gênero, que conta a história de Orimura Ichika ao ingressar numa escola exclusiva para pilotos dos chamados Infinite Stratos, que nada mais são que robôs de batalha, mas que por um motivo cabuloso, são usados como um estilo de esporte que os países investem bastante. A história é recheada de harem, visto que Ichika é o único homem que pilota uma parada dessas, e várias heroínas que passam por ele quer algo mais que simplesmente a amizade dele.

Mas é melhor eu não "spoilar" vocês. Afinal, a série de Izuru Yumizuru ainda continua tanto na light novel original que foi lançada em 2009 como o seu anime, cuja segunda temporada ainda está passando no Japão e retransmitido para o resto do mundo (legalmente) pela Crunchyroll. Mas jogo que é bom nada, né? Até Strike Witches tem seus jogos para PSP, PS2 e PS3 e Nintendo DS, então porque não temos um para IS também? Bem, justamente pensando nisso, a 5pb (pra quem não se lembra, é a mesma produtora das visual novels Memories Off, Chaos;Head, Steins;Gate e publicou Corpse Party e trocentos outros ports de visual novels já existentes e jogos baseados em outros animes) tem um projeto para um jogo da série, prometendo tirar proveito tanto da narração utilizada na visual novel com elementos de batalha/RPG nos confrontos mostrados no anime.


É um projeto interessante, para se dizer o mínimo, visto que a série está, aos poucos que seja, ganhando sua popularidade no ocidente, seja parte pelo anime em si alcançando mais pessoas, e outra parte pelo fanservice das inúmeras garotas principais, especialmente na segunda temporada que está batendo forte nessa tecla para apelar aos fãs. Parece que é um meio para criar mais adeptos à série e talvez atentá-los a compras os diversos produtos que a série dispõe, desde os livros e chaveiros até uma baita de uma jaqueta personalizada e figures de dar arrepios de tão bem-feitas.

O jogo tem data de lançamento prevista para 27 de Fevereiro de 2014, exclusivamente para PS3 e Vita, ou pelo menos enquanto não houver planos para mais jogos ou ports. Se mesmo assim você está descontente de não possuir um dos consoles, há um jogo crossover chamado Super Heroine Chronicle, que mistura RPG com várias heroínas de diversos animes bem conhecidos (ou nem tanto). Caso esteja curioso em saber saber como o jogo é, veja o trailer abaixo.


Isso é tudo por hoje. A gente se vê no próximo post o/
Out.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Filme de Madoka Magica está chegando até pros EUA, novo jogo da Compile Heart tem muitos F's


Provavelmente você já assistiu Mahou Shoujo Madoka Magica, certo? Não? Onde você esteve escondido por tanto tempo? Simplesmente o melhor anime de 2011 segundo a revista japonesa Newtype, especializada no assunto e que traz vários pôsteres exclusivos dentro de cada edição, o anime foi animado pela Shaft (Denpa Onna to Seishun Otoko, Bakemonogatari, Hidamari Sketch, ef - A Tale of Memories) e que trouxe muitas emoções para todos os otakus e fãs de anime em geral que o assistiram, tanto os impressionando pela belíssima animação e cenas de batalha até os corações dos mais "maduros" com o seu enredo e desenvolvimento.

O tempo passou, mas como qualquer fã de verdade por uma série, o amor não deixou as memórias dos fãs, e muito menos dos criadores originais, que por sua vez lançaram dois filmes no Japão resumindo os episódios do anime, e possibilitou que o mangá se espalhasse por mais países, notavelmente o Brasil, que tem o seu mangá produzido pela editora NewPop (1 Litro de Lágrimas, K-ON e Alice no País das Maravilhas).

Não contente com só isso (ainda bem), o tão-aguardado terceiro filme, com conteúdo exclusivo e dando continuidade à história original do anime (e também escrita por Gen Urobuchi, mesmo criador da série original e roteirista da visual novel Saya no Uta, traduzida oficialmente pro inglês pela Jast USA) está chegando, e com isso, várias novidades estão sendo reveladas

Quais? Tipo o trailer oficial, abaixo:


O filme estréia no Japão dia 26 de Outubro e chega até o final do ano nos EUA (provavelmente apenas com legendas e sem dublagem escrota... ainda bem [2]). A música de abertura e encerramento do filme estão por conta dos grupos ClariS (abertura do anime original) e Kalafina (as belíssimas músicas de Kara no Kyoukai). Ansiosos agora? Não poderia estar mais, também!


Enquanto isso, no mundo dos games, a Compile Hearts (Hyperdimension Neptunia, Record of Agarest War) está produzindo um novo jogo: Fairy Fencer F, exclusivo para o PS3 (droga!), com vários elementos de RPG e uma história, apesar de clichê, bem interessante. A abertura o jogo você pode ver aqui embaixo:


E por que você deveria prestar atenção a esse jogo? Bem, não tem muito motivo (exceto pelo motivo que tem o compositor de Final Fantasy e Blue Dragon pras músicas do jogo!), mas ele será o primeiro jogo feito pelo estúdio Galapagos, uma subsidiária da Compile Hearts que se especializará em RPGs. Fora isso, a arte tá bonita, e eu curto RPGs japoneses. O jogo sairá dia 10 de Outubro no oriente, e sem data (se é que vai ter algum dia) para uma tradução para o inglês.


E isso é tudo, galerinha. Espero que tenham gostado, e fiquem de olho na nossa pagina do Facebook, pois vai rolar uma coisa bem legal na próxima semana o/
Out.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Novo jogo de Cavaleiros do Zodíaco já tem prévia, data de lançamento, e pode chegar no Brasil!


Quem aí gosta de Cavaleiros do Zodíaco levanta a mão! Para os saudosistas que curtiram o anime desde a época que o anime começou a dominar as manhãs da sua televisão até para os mais novatos que acompanham o mangá da série pela JBC (ou mesmo para os que fazem os dois até hoje), garanto que vocês mal podem esperar pelo novo jogo da série, não?

Saint Seya Brave Souls será o mais novo jogo da série, e como a Bandai Namco adora lançar os jogos de animes que possui licença como Bleach, One Piece e Jojo's Bizarre Adventure exclusivamente para o console da japonesa Sony, com esse jogo não podia ser nada diferente. Este jogo no entanto contará com todos os personagens principais dos arcos do Santuário (eita, esse era foda), Poseidon e Hades totalmente jogáveis, com direito a especiais e vozes japonesas originais, além de terem os "chefões" presentes e uma interface pseudo-RPG, permitindo modificar parâmetros dos personagens ao longo da história.

Você pode conferir o vídeo de prévia mais recente aqui embaixo, e aproveita pra admirar os belos visuais que o novo jogo terá a oferecer.


O jogo será lançado dia 17 de Outubro no Japão, mas que chegará para EUA, Europa e até mesmo para os tupiniquins apenas em Novembro. Há boatos que a versão brasileira do jogo possa contar com a dublagem original (e épica) do anime, mas as negociações com a Bandai não foram lá tão reveladoras até o momento... mas que há a possibilidade disso, tem, então já vá reservando um dinheirinho aí pra isso.

O Japão também receberá uma edição limitada do jogo com direito a uma figure do Seiya, mas não se houve notícias sobre se essa edição chegará para o Brasil ou não, nem mesmo por qual preço o jogo original será lançado... mas bem, caso qualquer coisa, tem a PSN pra dar uma ajuda, né?


Bom, o post de hoje fica por aqui. A gente se vê na próxima!
Out.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Novo Persona 4 Arena está em desenvolvimento, curta aí um trailer (mal editado) de Hatsune Miku na America!


Para quem gostou de Persona 4 Arena e ficou com um gosto de quero mais na boca, tanto pelos personagens que faltaram quanto por simplesmente ter mais desafios para afiar suas habilidades, a Arc System Works está trabalhando em uma continuação do jogo original, adicionando novos personagens de Persona 3 como Takeba Yukari e Iori Junpei, retrabalhando um pouco nos visuais e na mecânica de jogo, e claro, com várias outras surpresas que ainda serão reveladas até o jogo ser lançado.

Não há ainda uma data fixa para o lançamento do novo jogo no Japão e nem no ocidente, mas durante esse final de semana, a Arc System Works está realizando em Akihabara e Osaka um evento de testes onde jogadores podem, obviamente, testar o jogo antes de todo o resto do mundo e dar sugestões diretamente para os produtores.

Para quem não sabe, a Arc System Works é a mesma empresa que faz jogos de lutas bem técnicos e complexos como BlazBlue e Arcana Hearts 3, que são aclamados pelos seus controles e até mesmo suas histórias misturando comédia com uma trama maior e mais séria. Não é pra menos que há torneios no mundo inteiro de Blazblue, formais e informais, com até prêmios em dinheiro. Já para quem não conhece Persona mesmo, trate de conhecer o quanto antes, pois é uma das melhores franquias recentes de JRPG (RPG japonês) que já se foi localizado para a América, com uma temática bem complexa, extremamente viciante e imprevisível... é, deveria fazer uma análise deles um dia...


E enquanto isso, no ocidente, que geralmente fica babando em jogos japoneses e gasta uma grana pra importá-los ou jogá-los por meios alternativos, você provavelmente acompanhou (ou pelo menos ouviu falar, se já acessou este blog antes) que a Hatsune Miku terá o seu primeiro jogo lançado oficialmente pra cá, apesar de se tratar de realmente o 5º jogo dela (desconsiderando as versões arcade e para plataformas móveis exclusivas ou jogos feitos por fãs) que põe o jogador em um jogo de ritmo musical enquanto vê vários clipes de Miku e companhia em suas músicas clássicas e atualmente famosas.

A diferença? Bem, agora temos um trailer em inglês oficial para o lançamento do jogo. Mas... só eu que achei a edição extremamente tosca e sem profissionalismo? Até eu editaria melhor isso aí, cobrando menos até!

E é por isso que você deve pagar um bom editor de vídeo para fazer um trailer de um jogo a ser lançado...

... bom, deixando imperfeições técnicas de lado... ainda tem umas coisas que eu não gostei da versão em inglês, pois apesar do karaokê em romaji ser ótimo para as pessoas acompanharem a letra da música e deixar de pagar de poser, bem que poderiam colocar uma tradução oficial em inglês mesmo das músicas em algum lugar do jogo, que fosse no manual digital ou algo do tipo. Fora isso, o jogo está praticamente intacto com a versão japonesa exceto pela tradução dos menus e "picuinhas" do tipo... ah, que vontade de ter um PS3...

Caso tenha se esquecido, o jogo lança para a Europa e para os Estados Unidos dia 27 de Agosto, tanto em formato físico quanto em formato digital na PSN (vai dar pra jogar no Vita? Talvez...). Agora, se a Sega vai lançar as versões antigas do PSP e Vita no ocidente também, que seja via PSN, ainda é um mistério a ser revelado.

E eu fico aqui. Até mais o/
Out.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Disgaea ganhará novo jogo em inglês


Gosta de RPG em turnos? Chances são que você já ouviu falar de uma franquia chamada Disgaea (ou Makai Senki Disgaea, em japonês), produzida pela Nippon Ichi Software e localizado aqui para o ocidente pela NIS America (mesmo estúdio que localiza Choujigen Game Neptunia, ou Hyperdimension Neptunia, como é mais conhecido). A franquia rendeu vários jogos para o PS2, PSP, Vita, e claro, para o PS3 também, com direito até à tradução para o inglês e tudo mais.

Se você ainda não conhece o mundo de Netherworld e os carismáticos personagens do universo do jogo, tanto os personagens principais quanto os inúmeros inimigos e figuras que você encontra no caminho, ou mesmo se já conhece e quer um novo jogo para continuar o aprofundamento neste universo, Disgaea D2: A Brighter Darkness estará chegando para o Ocidente em breve, depois do jogo já ser lançado originalmente no Japão em Março deste ano, contando mais histórias de Laharl após ser coroado, dando continuidade à Disgaea: Hour of Darkness.

Não sabe o que estou falando? Pois bem, veja o trailer abaixo (dublado em inglês) e veja como o jogo parece.


Achou legal? Pois tem isso e muito mais! Além dos personagens terem uns diálogos muito engraçados e várias referências a outros jogos e animes espalhadas em todos os cantos, há quase que uma infinidade de desafios extras para serem cumpridos, after-stories após a história principal ser concluída, armas para serem melhoradas e criadas, novos golpes e combos para serem habilitados das mais diferentes maneiras (e todos com sequências animadas bem bonitas e até outras cômicas), e claro, muitas piadas envolvendo personagens com peitos pequenos e sexual innuendos aqui e alí.

O jogo chegará em território americano dia 8 de Outubro, enquanto os europeus receberão o mesmo um pouco mais cedo, dia 27 de Setembro. Pra quem tem um PS3 no quarto e manja de um bom e saudoso RPG, tá aí a dica!

Eu me despeço por hoje. Até a próxima, pessoal.
(post curtão, né? Pois é, mas estarei recompensando vocês por isso em breve, ainda nesta semana se tudo correr certo! ^^)
Out.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Hatsune Miku - Project Diva F invadirá Europa, EUA e a PSN em Agosto! FINALMENTE!!!

Nossa Genki-dama deu certo!
Os céus (e a Sega) finalmente ouviram os desejos dos fãs. Depois de quase 6 anos de existência do ídolo virtual mais bem conhecido pelo Japão e pelo resto do mundo, Hatsune Miku está bem próximo de alcançar todo mundo que tiver um PS3 e uma conta na PSN. Depois de sua campanha para ver os limites da paixão dos otakus e demais fãs da idol via Facebook e ao se surpreender ao resultado monstruoso de literalmente milhares de compartilhamentos (eu e o Lighty participamos também xD), a Sega não teve escolha a não ser cumprir com a sua palavra de lançar o mais novo jogo da Miku, Project Diva F, para PS3 no ocidente.

"Ué, mas o jogo já não havia sido lançado? Qual será a diferença agora?"
Enquanto o conteúdo do jogo possa ser praticamente o mesmo, vai ter bastante coisa de atraente. Primeiro de tudo, se você não sabe nada de japonês ou fica meio perdidão ao ler kanjis cabulosões ensinando como fazer seu próprio PV no Edit Mode, fique tranquilo que todos os menus e interfaceamento estarão traduzidos para o bom e velho inglês. Segundo, as chances são boas de termos traduções oficiais das músicas presentes no jogo e acabando com a confusão que possa ter do fã ao ver traduções diferentes de diversos canais no Youtube ou em sites de letras de música (e mesmo se não tiver a tradução em si, o que acho difícil, pelo menos o romaji será garantido e aperfeiçoará o karaokê das cosplayers por aí). Terceiro, com um lançamento ocidental, será mais fácil de ter acesso ao jogo em lojas físicas ou virtuais, e não duvido que chegue aqui pro Brasil também. E o mais importante, claro, o PREÇO! Chega de pagar alfândega com importações ou pagar preços absurdos de sites de importação, quando o jogo sair para nós, será o famoso preço de catálogo de 60 dólares e nem um centavo a mais, fora que, mesmo se você não puder comprar, poderá baixar o jogo completo via Playstation Network  (se duvidar, até um pouco mais barato... e claro, contando que você tenha uma conta dos EUA ou européia, mas isso é fácil de se criar caso ainda não tenha).

É nesses momentos que eu me odeio por não ter comprado um PS3, mas em compensação, já aproveitei os três jogos da série lançados para PSP, e a versão para Vita pode esperar um pouquinho, de preferência quando a SCEA (Sony da America) deixar de ser pão-dura e abaixar o preço do portátil em algumas doletas. Até lá, o jeito é ficar babando nos PVs das músicas que continuam bonitas como sempre na nova versão HD (agora HD de verdade, não aquele HD de Dreamy Theater que deixa a Miku com boca de sapo). E claro, como deixar de esquecer a música que fez um mini-ataque cardíaco virar um dos momentos em que Hatsune Miku mais conseguiu fãs no Ocidente, né?


Para quem, mesmo depois de tanta notícia boa, ainda não aguenta esperar, fique tranquilo: a Sega anunciou em seu blog que já na semana que vem, será lançado uma demo do jogo na PSN, de graça, para usuários da PSN americana e européia respectivamente nos dias 11 e 12 de Junho, ou seja, semana que vem! Agora sim, se você tem um PS3, não terá mais desculpas para jogar o jogo da Miku em inglês! Agora vai lá, honre o seu amor otaku, e Tell your World!

O post acaba aqui. Depois a gente se vê!
Out.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Primeiras Impressões - Kingdom Hearts (mangá brasileiro) [aka: PRA QUÊ, JESUIS!?]


Pois é, nem eu acreditei quando o vi nas bancas pela primeira vez. Eu fiquei, tipo, "PQP, KINGDOM HEARTS FOI LANÇADO NO BRASIL!!!1UM1!!!"... até eu estranhar a editora do mangá. Não se trata nem de uma publicação da JBC ou da Panini ou da Sampa ou da NewPop ou de qualquer uma das editoras que normalmente publicam mangás, mas sim da editora Abril. É, ela mesma, a mesma editora que publica revistas desde a IstoÉ até a Playboy, agora publicando mangás... depois de me irriquietar um tanto com o fato, descobri que, por ter personagens da Disney em Kingdom Hearts, ela teria automaticamente os direitos para publicá-lo sem nenhuma argumentação uma vez que ela é a detentora dos direitos de publicação de qualquer coisa impressa que tenha o logo Disney no meio, e foi assim que nasceu o maior problema da minha vida.

Mas você deve estar se perguntando "Mas por quê, Out? A Abril é uma editora conceituada e com trocentos milhares de funcionários para garantir uma boa adaptação, tanto na qualidade do papel quanto na qualidade da tradução". De fato ela tem capacidade para isso, mas a situação é pior do que se pode imaginar. E olha que isso vem da boca de um fã da série.

O visual do Squall (Leon) Leonheart, de Final Fantasy VIII, ficou bom... uma pena que só em algumas partes o traço do mangaká fica bom assim...
A qualidade do mangá não tem nada de mais se comparado com a qualidade da Panini e diria que até um pouco abaixo, mais ou menos no padrão da Nova Sampa (Hitman matador por acaso, Yakuza Girl e o grande mangá de Ikkitousen, que apesar de algumas falhas, valeu a minha análise e no final das contas vale a pena comprar), só que com preço de mangá mais caro que a JBC: R$ 12,00. Só que essa diferença de preço não é vista em lugar nenhum do mangá, e como a Abril já tem contrato com a Disney, duvido muito que seja devido a encargos do autor do mangá ou da editora original japonesa.

E logo ao abrir o mangá do seu jeito convencional, você abre justo nos créditos de tradução e localização do mangá... mas, ué? Eu tenho certeza que eu abri da direita para a esquerda... ah, não acredito... depois de tanto tempo lendo mangá, tenho que me reacostumar a ler da esquerda pra direita! Mas que ódio! Pra que isso? Quantas vezes eu tenho que dizer que não é pra mexer na diagramação original do mangá, até a JBC que fazia isso com seus primeiros mangás mudou de ideia e voltou atrás... bom, após abrir do jeito certo, há um breve prefácio dizendo um pouco (bem pouco mesmo) da franquia e um resumo (bem meia-boca) sobre mangás e HQs em geral, com direito a várias frases clichês como "O sucesso deste projeto tem algo de... mágico" ou "Agora é a hora de Sora, o protagonista, enfrentar o maior desafio da sua vida"... só que eles se justificam falando que este é o sentido original de publicação da obra... vocês escaparam do meu rage reaction por pouco, mas ainda assim é algo que não consegui me acostumar e que diversas vezes vi as cenas na ordem errada por causa disso.

A história em si é virtualmente a mesma do Kingdom Hearts original (com algumas encurtações, claro): Sora, Kairi e Riki estão juntos numa ilha e pretendem explorar o que há além dela construindo uma barca. Entretanto, quando a barca deles ficam pronta e eles decidem partir no dia seguinte, ocorre uma tempestade, e quando Sora sai para verificar se suas barcas não estão sob perigo, ele encontra Riki, estranhamente envolto por sombras e fazendo uma proposta confusa para Sora. Depois de um desenrolar bem intenso e cheio de coisas acontecendo, Sora acaba por ser escolhido como o portador do diário do futuro da Keyblade, uma arma misteriosa em formato de chave, e acaba por parar na cidade de Traverse Town, um "ponto de encontro entre mundos diferentes", e lá eles vão encontrar Pato Donald e Pateta, que estão a procura do rei, Mickey Mouse. Sora, um tanto confuso e relutante, acaba por se juntar a eles para uma viagem para diversos mundos em sua busca, visitando os universos de várias séries da Disney no caminho. A história no começo é enrolada mas tem os seus momentos épicos que fazem valer tudo a pena, além de misturar brilhantemente o crossover da história principal com várias séries da Disney. Infelizmente, enquanto o enredo é bom, o mangá consegue piorá-lo e fazê-lo massante para o leitor.

O passo do mangá é tão rápido que não dá pra entender muita coisa mesmo, muito pelo contrário de como acontece no jogo.
 Primeiramente, vem o passo em que a história é contada. Eu sei que não dá pra caber tudo de um RPG de 50+ horas em míseros 4 volumes de mangá de 130 e poucas páginas (... espera, 12 reais pra 130 páginas sendo que os títulos da Panini e JBC são mais baratos e vem quase 50% a mais em páginas? Pode isso, Arnaldo?), mas é tudo tão confuso. E pra piorar, a história se divide em vários cápitulos super curtos, de menos de 10 páginas cada um, e pra cada transição de capítulo usam-se 2 páginas para um desenho bem simples até. Ou seja, você tá pagando relativamente caro (em comparação com outros mangás de outras editoras) pra ter efetivamente umas 110~105 páginas de história corrida à beça... decepcionante? Que isso irmão, o buraco é mais embaixo.

A arte do mangá tenta misturar traços característicos com traços de histórias em quadrinhos. Tem horas que isso dá certo, mas aqui não desce. Vários erros de proporção nos personagens no decorrer das cenas (isso não considerando quando os "erros" são propositais) não compensam os raros quadrinhos em que aparecem cenas mais bonitas ou detalhes em batalhas mais elaboradas. Eu sei que é difícil para alguém desenhar e bolar o roteiro de uma história ou adaptação para mangá, mas bem que o mangaká poderia contar com a ajuda de mais alguns assistentes mais críticos, pois a impressão do mangá é que ele saiu nas pressas e nas coxas.

Por fim, tem a tradução dos diálogos e demais textos. Há algumas coisas que são debatíveis, como deixar o nome de Keyblade e os nomes da magia, algo que eu particularmente concordo (apesar de não explicarem, ou pelo menos tentarem, o nome da Gummiship), e seja lá quem foi o editor responsável pela edição de imagens fez um trabalho bem bonito traduzindo onomatopéias e efeitos sonoros para o português ao invés de deixar em japonês com o equivalente em português embaixo (né, JBC? Se bem que a culpa não é sua, eu até prefiro que deixem o original, mas cá convenhamos que é um trabalho chato e que deve ser adimirado), mas a tradução em si parece algo mecânico demais, como se eles pegassem os diálogos originalmente japonês, traduzisse no Google Tranlator e dar uma leve maquiagem para não deixar muito na cara. Erros de ortografia ou morfológicos são raros, eu particularmente não achei nenhum, mas as falas dos personagens são muito robóticas e sérias, e poxa, Sora e o pessoal são crianças praticamente, poderia afrouxar as rédeas da revisão dos textos e deixar algo mais em dia com os padrões atuais coloquiais, assim como, novamente, a Panini e a JBC fazem, mesmo que cada uma com seus jeitos próprios. Isso é algo que faz perder a "magia" do mangá, tira a emoção quando é pra ter e tira a graça quando é implícita.

Ah, essa batalha...
*hah*
Sabe, é complicado fazer uma primeira impressão assim. Pelo lado técnico, o mangá é um fracasso overpriced, mas por outro, é uma franquia que eu gosto e até me sinto culpado por estar escrevendo tão mal de algo baseado numa franquia que eu gosto tanto e que marcou minha infância. Fico dividido nisso, mas no final das contas a realidade vem à tona: não tem como eu me apegar de novo à série com uma adaptação dessas. Toda a magia que a Square Enix colocou no jogo original não está presente aqui, e no lugar, algo que tem um começo promissor mas logo fica confuso e querendo se tornar algo que o jogo não é: chato e mal planejado.

Eu acho que depois da minha compra do mangá de Mirai Nikki, a compra de Kingdom Hearts brasileiro foi uma das piores decisões econômicas que eu tomei nesse ano. Por mais que seja só "12 conto" e que nem se compara com o tanto que eu pago quando taxam algo meu na alfândega, esse mangá foi praticamente uma enganação. Pelo que se dá a entender, a editora Abril vai publicar mais mangás da série no futuro, uns que contam com o sentido original de leitura de mangás e, pelo menos eu espero, com melhor qualidade e um preço melhorzinho, mas até lá, minha recomendação é não comprar esse mangá! (exceto se você estiver acostumado a ler gibis da série e está procurando algo a mais do que simplesmente histórias simples para passar o tempo).

Bem, essa foi mais uma Primeiras Impressões do blog. A dica está dada!
Out.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Accel World poderá ter seus jogos em inglês em breve!


Fã de Reki Kawahara, criador-mestre de Accel World e Sword Art Online? Bom, provavelmente você saiba o quão foda ele é pelas suas light novels que sozinhas fez o gênero se popularizar exponencialmente no mundo inteiro em questão de poucos meses aqui no ocidente graças aos animes e ao hype dos otakus em praticamente todo canto da internet.

Bom, já faz um tempo que os animes acabaram, e por mais que haja boatos de segunda temporada (afinal, material tem de sobra, né!), a poeira já abaixou bastante e só sobrou, na maior parte, os fãs mais ávidos que se aventuram nas light novels e em demais meios, como os jogos para PSP, no caso, os dois de Accel World (Ginyoku no Kakusei e Kasoku no Chouten) e Sword Art Online: Infinity Moment. Enquanto o destino do jogo de SAO seja incerto, uma notícia pode animar os fãs de Accel World. A Viz Media comprou os direitos para a produção de DVDs e Blu-Rays da série nos Estados Unidos, mas o que acabou incluindo os direitos dos jogos também, produzidos pela Banpresto e distribuídos no Japão pela Bandai Namco.

Kawaii ne, Kuroyukihime wa ^^
Os jogos foram lançados no ano passado, e contam a mesma história que o anime e a light novel conta, com algumas poucas modificações no meio e algumas "rotas" no meio do jogo, apesar do último jogo, Kasoku no Chouten, contar também acontecimentos após o arco do Dusk Taker (ou Dusk Robber, como preferir), onde Kuroyukihime tem apenas um semestre para derrotar todos os reis das legiões inimigas, descobrir de uma vez por todas a verdade por trás do Brain Burst e quem exatamente é o criador do jogo. É uma visual novel com elementos de RPG e bem maneira para se aprofundar ainda mais em cenas que não são retratadas na light novel e ter o belo fan-service das personagens que os fãs curtem.

Bom, a Viz Media não tem nenhuma divisão (não direta, pelo menos) para distribuição e/ou tradução do jogo, mas seria fácil demais para ela negociar com a XSeed (Corpse Party, Legend of Heroes, Wild Arms) ou com a Aksys (Guilty Gear, 999, Deathsmiles) uma parceria para uma boa localização dos jogos, mas não é nada garantido... só se sabe que, se sair mesmo (e Kami-sama, espero que sim!), o nome dela vai ter que estar lá, igual o nome da Disney no(s) próximo(s) filme(s) de Star Trek de agora em diante. Não há data para os DVDs e Blu-Rays chegarem aqui no lado menos populoso do mundo, mas se você está de olho, pode já ir reservando a grana, pois nos próximos meses, eles devem magicamente aparecer nas prateleiras da sua loja de preferência ^^

E aí? Anciosos por uma tradução? Ou tá esperando mesmo por SAO traduzido? Quem sabe, num destino nem tão distante, não veremos um patch ou uma localização na PSN hein? Vamos torcer!


Isso é tudo pessoal! Até mais!!
Out.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Conheça mais sobre o próximo Pokémon, e Mind/Zero enquanto esperamos por Persona 5!


O motivo definitivo para se comprar um 3DS americano está chegando. Os fãs de pokémon já levantaram as mãos para o céu agradecendo que o lançamento será no mesmo dia para o mundo inteiro, e mais gente ainda se emocionou após a divulgação de mais um vídeo de gameplay de Pokémon X e Y, que caso você tenha acordado do coma hoje e não sabe, será o próximo jogo da franquia, que incluirá novas regiões, pokémons de gerações novas e vários outros conceitos novos em relação aos últimos jogos.

Eu não sei nem o nome de metade desses pokémons novos, mas caso você não tenha visto ainda (pois o vídeo já conta com 1,2 milhão de exibições, em pouco mais de 24 horas após o seu upload), agora é a hora! O vídeo mostra alguns novos detalhes na nova renderização do jogo, a possibilidade de escolha entre um treinador homem ou mulher, pokémons que você pode montar (e quem sabe voar?), algumas animações de batalha envolvendo os novos pokémons iniciais e outros que estarão presentes no jogo.


O jogo será exclusivo para o 3DS e tem previsão de lançamento para Outubro deste ano, e nem precisa ser nenhum vidente para saber que ambas as versões terão pokémons (e lendários) diferentes (e alguns exclusivos), mas que poderão ser obtidos por meio de troca com outros jogadores por meio de conexão local ou global (finalmente!), além de, claro, poder batalhar e participar de torneios entre treinadores do mundo inteiro.


Não tem 3DS? Não tem problema, pois ainda tem vários jogos bacanas para o novo portátil da Sony. Um dos que mais chama a atenção e que não fazem parte de jogos da própria companhia japonesa ou de suas subsidiárias, é Mind/Zero. É um jogo sem-vergonha se for ver pelas empresas que estão produzindo o jogo, mas pelo estilo dele, tem cara de ser um RPG promissor, algo ideal enquanto esperamos Persona 5 ser lançado.

Mind/Zero conta a história de um grupo de estudantes que devem alternar entre o mundo material e o mundo do Deus dos Espíritos, e para lutar contra tais espíritos que afetam diretamente o mundo real, esses estudantes devem batalhar utilizando os Mind... que não, não batalha usando telecinésia ou coisa do tipo, mas são criaturas invocadas por cada personagem com um relacionamento direto com estes. Cópia fdp de Persona? Imagina...

Interessou? Pois bem, veja o vídeo promocional do jogo abaixo:


Este jogo, desta vez, será exclusivo para o Vita e tem previsão de lançamento para 1º de Agosto deste ano. Até o presente momento, não se houve notícias de uma adaptação para o inglês, mas do jeito que o pessoal gosta de RPGs, não duvido muito que o jogo não saia eventualmente para o ocidente... e se não vier... bom, pelo menos o Vita não tem trava de região! ^^

E é isso aí. Até a próxima!
Out.