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quarta-feira, 30 de julho de 2014

No Game No Life terá Light Novels lançadas no Brasil, Nisekoi para o Vita tem seu primeiro trailer oficial


No Game No Life foi um daqueles animes deste ano que o pessoal realmente não calou a boca... mas no bom sentido, claro. Não sei se você já leu a nossa análise do brilhante anime, mas pra resumir, é um anime fantasioso onde dois otakus hikikomoris viciados em jogos de computador acabam sendo presos num reino fantasioso, onde tudo é decidido por meio de jogos, desde conseguir dinheiro até virar rei e conquistar territórios. O criador da série, brasileiro que atende pelo pseudônimo de Yuu Kamiya, esteve morando no Japão faz tempo (também, pra arriscar a vida como escritor de light novel, o cara tem que ter as manhas), mas nunca se esqueceu das suas raízes, querendo lançar suas obras pro Brasil um dia.

Bem, esse dia chegou. Segundo ele mesmo, foram mais de 13 anos de negociações e aspirações, mas finalmente as light novels originais de No Game No Life, bem como o mangá da série, serão lançados em território tupiniquim em breve. Quando? Bem, quanto a isso, ainda não temos datas, mas é seguro colocar um prazo de 2015 como considerável, visto que editoras não gostam de anunciar novos projetos e ficar enrolando eternamente pro lançamento (além do que, se elas forem espertas, o certo mesmo seria elas fazerem o mais rápido possível e aproveitar o trem da hype que o anime deixou).

... Pô, tá duvidando da veracidade da minha notícias? Pois vai então uma foto do mural da conta oficial de Yuu Kamiya no Twitter pra vocês verem.


 Notícia boa, não acham?

Eu também, já que eu adorei a série, mal posso esperar o anúncio da próxima temporada do anime e colecionar todas as bugigangas oficiais que forem lançadas do universo que forem lançadas no Brasil (contanto que eu tenha dinheiro e espaço no armário pra eu guardar tanta tralha, lógico).

Porém, tudo tem um porém: ninguém sabe ainda qual editora vai lançar a série pro Brasil.



Afinal, quando você assina um contrato dizendo que a sua obra vai ser lançada em algum país, cade à editora anunciar as coisas, não o autor, sob pena de pagar multa, ser preso, e pior, ter o contrato juridicamente negado. Mas as chances são grandes da JBC ou a New Pop estarem publicando, visto que são as únicas editoras que publicaram light novels no Brasil até hoje (JBC publicou as LNs de Death Note, uma inclusive escrita por Nisio Isin, autor de Bakemonogatari, enquanto a New Pop tem várias no seu arsenal, como 1 Litro de Lágrimas e o anúncio da LN de Madoka Magica). Se fosse pra apostar minhas fichas, apostaria na New Pop, já que ela está fazendo bons esforços para trazerem LNs encadernadas pro Brasil, enquanto a JBC largou mão (e na moral, chances são boas que publicaram as de Death Note apenas por causa do sucesso do mangá original, que ganhou até um reboot nas bancas há um tempo).

Não estou dizendo que eu sou a voz da verdade, mas se fosse pra escolher e torcer com qual editora ficaria, escolheria ela pela qualidade na tradução e da construção excepcional de seus mangás. Tá, sairia mais caro que os mangás das concorrentes, de fato, mas se existe algo que um bom colecionador não resiste, é o de comprar coisas de qualidade. E uma tradução cagada da JBC (como traduzir "Dola-chan" como "Senhorita Dora"... se bem que esse papo de "Dola" e "Dora" vai dar merda...) eu recuso, muito obrigado. Se bem que, não vá riscá-la como possibilidade, visto que Kamiya já deu as caras na JBC e deu uns papos com o gerente de conteúdo, Cassius Medauar. Do jeito que a JBC é escandalosa com seus anúncios, acho incrível eles nem darem uma dica disso até hoje, mas enfim, sendo JBC ou não, eu só quero um mangá/light novel com boa qualidade e sem (muitos) erros de tradução, por favor.

As notícias são escassas quanto a mais informações, mas estaremos acompanhando isso aí mais de perto nos próximos meses para atualizar a (ou lançar outra) postagem sobre o assunto. E não, não estou sendo patrocinado pela(s) editora(s) pra falar isso (mas bem que queria). 



Mas diz aí, vocês gostaram de Nisekoi? Eu queria adorar, mas não deu tão certo assim. O anime de comédia romântica da Shaft tem um visual do caramba, animação bem fluida, uma história que não é nem um pouco previsível e personagens super adoráveis para os corações otakus. Bem, acho que já mencionei que o jogo ganharia uma versão pro Vita, mas finalmente chegou a hora da Konami (mesma produtora de visual novels como Tokimeki Memorial) anunciar o título do jogo e dar umas informações sobre o mesmo, no ritmo e estilo do anime que chega a ser engraçado. Confira o trailer!


(Pra quem não manjou da reação, Yomeiri em japonês significa casamento)

Fala sério, tá bonitão o jogo, hein? Ah, é esse ano que eu compro um Vita só pra jogar essa budega (e Hatsune Miku, claro). Pelo visto, tem cara de que vai ter uns minigames legais e umas coisas extras que faltava para uma VN a ser lançada pro Vita que não seja simplesmente usar a touchscreen para pular o texto ou navegar nas falas já vistas.

O jogo será exclusivo para o portátil da Sony, sendo o seu lançamento previsto ainda para este ano, durante o outono japonês (entre setembro e novembro). Ainda não foi divulgado o preço dessa belezinha, mas estou disposto a pagar pelo jogo. Onodera, pode já ir passando a pomada que a sua hora tá chegando!!


Fico apenas com estas notícias por hoje. Espero vê-los novamente na próxima postagem. Até lá!
Out.

domingo, 8 de junho de 2014

Análise de Anime [11] - Nisekoi

Notícia ruim: tem um trap aí. Notícia boa: é um trap bom.
Fazia tempo que eu não postava uma análise aqui, não é? (faz tempo que não posto nada mesmo, mas deixa pra lá). Bem, agora que o Out está de "férias", terei mais tempo pra postar aqui, então, se você sentiu a minha falta nesse tempo, pode ficar feliz!

Indo para a análise em si, Nisekoi foi originalmente uma série de mangá do autor Naoshi Komi em 2011, primeiramente tendo seu one-shot (basicamente um capítulo mostrando a sinopse da série) e serializando-se no final do mesmo ano pela Shounen Jump, atualmente com 12 volumes. O anime foi de responsabilidade do estúdio Shaft, o famoso estúdio por trás de Madoka Magica, Bakemonogatari e, mais recentemente, Mekakucity Actors, sendo o primeiro anime do estúdio de 2014. Além disso, o jogo tem um jogo (meio bobinho) pra iOS e Android onde você pode (...) tocar nas duas heroínas principais da série e fazê-las trocar de roupa, mas em compensação, a Konami, a mesma produtora de outras visual novels como Tokimeki Memorial e Love Plus, se comprometeu a fazer uma VN da série exclusivamente para o Vita ainda neste ano, entretanto, apenas revelará os detalhes apenas no mês que vem.

Mas e aí, o anime é bom mesmo? Bem, a análise você vai ler agora! Vamos começar?
História
Sim, Kana Hanazawa dubla essa belezinha aqui, o que a torna 10 vezes mais fofa no anime. 
<--- música para ouvir enquanto lê a análise ^^

Ichijou Raku seria qualquer garoto do colegial se não fosse pela sua criação: sua família faz parte dos Yakuzas, um grupo da máfia japonesa, sendo que seu avô é o chefão da parada toda. Até aí, nada de mais, ele só tem que cozinhar pra eles e lidar com um pouco de tormento por parte deles já que ele é um forte candidato a ser o sucessor do grupo, o que ele não liga tanto assim. Na escola, ele é gamado em sua amiga de infância, Kosaki Onodera, que também é secretamente gamada nele, mas se sente envergonhada ao pensar em confessar seus sentimentos pra ele (e vice-versa), por mais que sua amiga, Miyamoto Ruri, sempre fique criando cenários para os dois ficarem juntos e ver a Onodera feliz.

Uma história de romance simples e pura, não? Bom, aí que tá o twist: Raku vive com uma espécie de amuleto preso em um colar consigo, tal qual fora dado de presente dez anos atrás por uma amiga dele que prometeu que, quando eles fossem se reencontrar, após abrir o amuleto, eles se casariam. Enquanto Raku tenta achar essa garota, uma estudante acaba se transferindo para a mesma escola que Raku. Ela se chama Kirisaki Chitoge, uma mestiça de japonesa com americana que é extremamente bonita e, mesmo que a primeira vista não dá bola pro Raku, na verdade é filha do chefão da Beehive Gang, um grupo da máfia americana que vive entrando em brigas com a Yakuza.

Como um método para parar esses conflitos, ambos os pais deles tentam convencer um ao outro que os dois estão namorando, e portanto, que o atrito entre eles deve ser deixado de lado para que não atrapalhe os dois. Mesmo que ambos, no começo não queiram devido a diferença de personalidade entre eles, eles acabam cedendo para o bem maior. Curiosamente, Raku mais tarde descobre que tanto Chitoge quanto Onodera possuem chaves que poderiam abrir o seu amuleto, e então, ele fica confuso e tentando se lembrar se uma delas realmente poderia ser a garota que ele se comprometeu (dentre mais outras que acabam surgindo mais adiante).

Assim, Nisekoi tem a fórmula perfeita para ser a comédia romântica com mais plot twists que 20 episódios poderiam oferecer. Mesmo que tirando alguns episódios "fillers" (que nunca dão o braço a torcer que realmente são fillers), a trama é justamente saber se Raku vai descobrir quem é a garota de seus sonhos e quem é a misteriosa garota de 10 anos atrás. Com fatos atrás de coincidências, o anime tem um ritmo que raramente fraqueja, além de momentos genuinamente engraçados com todas as personagens.

Animação e Trilha Sonora
A verdade é que todo mundo quer enfiar a chave no buraco do Raku, mas todo mundo tem vergonha de pedir pra ele.
Se você já assistiu algum anime da Shaft, já sabe que o visual dela é irreverente. Ele não mantém muita proporção entre episódios e certas cenas, mas as transições são imprevisíveis, e algumas perspectivas misturam toques de impressionismo e surrealismo, dando a impressão que cada cena que foge das perspectivas comuns passam uma sensação misteriosa para o espectador, o que impressiona (sacou?) e mostra que os animadores não pouparam esforços para fazer cenas únicas entre olhares e frases.

Os traços das personagens são bem desenhados, o jogo de luzes tentam ser realistas mas infelizmente não pegam tanta atenção de quem for assistir, e claro, poses moe com direito a closes em decotes e partes mais sensuais estão mais que presentes, então sim, temos bastante fanservice pra quem gosta e para todas as personagens.

A trilha sonora já é algo bem mais discreto, com típicas músicas que passam ansiedade e indecisão no mesmo grau que o protagonista se depara com situações complicadas. Em alguns momentos dá pra perceber a semelhança com trilhas sonoras de outros animes do mesmo estúdio por causa dos instrumentos e algumas nuâncias nas músicas, mas ainda assim são todas músicas originais para o anime.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos
O nome dela pode ser Marika, mas ela é bem danadinha (especialmente com esse olhar)

Já vou avisando, contém pequenos SPOILERS!!

O tema do anime começa exatamente do jeito que eu mais adoro: triângulos amorosos onde nada é certo. Por mais que Raku comece e continua gostando mais da Onodera do que da Chitoge, tem episódios em que dá a entender que é a Chitoge que possue a chave que destranca o amuleto dele, o que o faz tender a ter sentimentos por ela. Quando ele tenta se aproximar dela, ela solta seus jargões típicos de tsundere e soca o sopapo nele, o que o faz querer torcer pra que ele goste da Onodera. O diretor do anime com certeza manjou nisso e, logo depois, joga algumas cenas focadas nela, mas como a Onodera é extremamente tímida com seus sentimentos, ela não consegue tomar coragem pra falar o que realmente sente, e como Raku também não é muito homem nesses momentos, isso acaba abrindo uma brecha para a Chitoge dar um jeito de tomar a atenção do Raku pra ela (ou quando é necessário, já que eles estão finjindo que estão namorando e um dos integrantes da Beehive duvida da veracidade do namoro da Chitoge). Pode dar a impressão que o anime é monótono quando chega nesse aspecto, mas é longe disso: os momentos engraçados são abundantes, o que acaba lhe distraindo, além de que você nunca vai saber ao certo quem era a garota de 10 anos atrás já que cada personagem possui algo que faz o protagonista lembrar dessa época e o faz ficar cada vez mais confuso.

O anime consegue manter a atenção do espectador presa até a metade do anime com incríveis argumentos e cenas que vão aproximar ambos os personagens do protagonista, mas tudo disso começa a mudar com a chegada de mais duas heroínas na jogada: Seishirou Tsugumi, a "maria-homem" da história que você começa a JURAR que é homem no primeiro episódio que ele aparece, mas a descoberta que, na verdade, ele é "ela" chega a ser cômica e mal-explicada (ainda mais com os peitos massivos dela). A segundo, Tachibana Marika, já é até apelão: ela surge DO NADA, e ainda por cima o avô do Raku fala que ele já era noivo dela por causa de uma promessa feita por engano (eita, pinga danada!). Em um caso parecido com a Chitoge, ela é filha de um comissário da polícia japonesa, o que também poderia dar uma briga feia entre máfia e polícia se ele não se casasse com ela, o que dá luz a um dilema que, em qualquer decisão tomada, vai ter gente que vai sair perdendo na história. No entanto, Raku consegue (!) cancelar o noivado ao conversar com o pai dela e, estranhamente, tudo sai bem, mesmo que Marika continue jogando seu charme pra cima dele e tentar enfraquecer seu coração para ser toda dela (e acredite, ela sabe EXATAMENTE como fazer isso).

Nessa segunda metade, eu achei que o anime perdeu o foco. O que antes era um triângulo amoroso em que "ou era uma, ou outra", virou um hárem em que o Ichijou meio que tinha a possibilidade entre escolher qualquer uma das garotas e, mesmo com os efeitos colaterais, daria tudo certo no final. Achei que a Megumi foi adicionada desnecessariamente, e mesmo ela tendo potencial (e um corpo do capeta), ela não teria nenhum motivo em particular para ficar com o protagonista, uma vez que ela quer que o mesmo fique com a Chitoge (e também, se for pensar fundo, as aparições dela nos episódios após a aparição da Marika foram desnecessários). Já com a Marika, ele realmente teria um motivo pra ficar, assim como a Chitoge, mas que ele acaba sendo o personagem mais indecisivo de todos ao dar a maior miguelagem com ela e no final das contas ainda parecer que ele gosta dela por causa do esforço que ela passou em tentar se tornar a garota de seus sonhos na época.

Eu não ligo pra plot twists com personagens novas na trama, mas uma coisa acabou pecando no anime: a falta de contexto pra tudo isso. Tudo acontece rapidamente, sem uma explicação realmente plausível, e ainda por cima, sem uma resposta firme do protagonista com o cenário em que ele vive se encontrando. Além disso tudo, novamente, após a aparição da Marika, o anime praticamente esquece que o Ichijou tava com o seu amuleto no conserto e simplesmente esquece de focar a mente na garota na qual fez a promessa. Isso eu achei algo inadmissível. Quando uma das tramas principais da história, que foi abordada por vários e vários episódios, some sem um motivo persistente (que aliás, motivo tal que eliminaria a possibilidade de ser uma das heroínas da série, algo que é meio conflitante), é algo preocupante.

Olha a referência!
Tá, confesso que eu tive uma heroína preferida na qual NÃO TINHA COMO um ser humano em condições normais de consciência e sanidade recusar. Eu tento, forçadamente, fazer com que isso não interfira na análise da série, mas no final, foi nesse pensamento que eu cheguei a conclusão que um anime desse tipo poderia continuar para sempre, como uma soap opera, na qual o episódio final do anime deixa muito em aberto e contribui pra isso. Falando no final, além de chegar mais cedo do que o esperado, acaba sendo um ponto negativo para o próprio anime, tanto deixando em aberto a existência de uma possível segunda temporada quanto deixando claro com quem o Ichijou terminaria nas condições dele. Realmente, quando um anime não deixa um ponto final claro e dá uma dica tão grande para quem está assistindo, isso foi praticamente entregar o ouro, dizimando minhas esperanças para isso se reverter numa possível segunda temporada.

Conclusão e Nota Final
Pocotó pocotó pocotó, minha éguinha pocotó!
O anime, assim como qualquer outro de "escolinha", tem um romance bem profundo e misterioso e uma comédia muito bem planejada, realmente prendendo a atenção do espectador e o deixando ansioso para os próximos episódios. No entanto, conforme o anime vai progredindo, por mais que o elemento comédia continue firme e forte, você vai crescendo aquela vontade interna de que a história evolua, coisa que não acontece no ritmo que você espera. Tantos plot twists juntos deixam incerto quem era a garota do passado de Raku, o que também colabora com aquele pensamento em que há a possibilidade de ser qualquer uma das heroínas principais.

Enquanto eu não posso reclamar da fidelidade que o anime tem em relação ao mangá original (sim, dei umas lidas nos capítulos, e posso afirmar isso), um fato engraçado é que o one-shot da série acaba estragando tudo. Esse pode ser o maior spoiler que eu posso dar em uma análise (e que eu REZO pra que não seja o mesmo final se o anime tiver mais uma temporada que termine com a história), mas a verdade é que, na história original, já era para Chitoge e Raku saberem que ambos eram amigos de infância e que eles foram quem fizeram a promessa de se casarem quando se reencontrassem. Quando eu descobri isso, minha reação foi de negar, convictamente, a possibilidade de tal fato, mas após pensar um pouco sobre isso, é algo extremamente válido, e pior, muito provável após o final do anime (sim, nem preciso falar que o final foi um dos piores pontos do anime pra mim, né?).

O resultado? Um anime que tinha tudo para ser a minha série favorita acabou me desapontando. E muito.

 - Pontos Fortes 
      *A história é extremamente atraente
      *A comédia é irresistível
      *Visual acima da média dos animes
      *Personagens bem distintas e com jeitos diferentes de encarar cada situação
      *As aberturas feitas por Kz, compositor de músicas de Vocaloid
      *Tem fanservice que não desaponta

 - Pontos Fracos
      *A trilha sonora não tem nada de especial
      *A história começa a ficar lenta na sua segunda metade
      *As heroínas (e o protagonista) têm chances de deixar tudo claro, mas falham e não correm atrás
      *O final do anime é anti-climático e deixa claro quem terá vantagem numa suposta segunda temporada
      *Muitas perguntas cruciais não foram respondidas

Nota Final: 7,5/10

Eu adoraria gostar desse anime, de verdade. Os elementos que ele tinha no começo eram dignos de me fazer sentir igual o meu primeiro anime de romance/triângulo amoroso que realmente me fez sentir interessado em acompanhar animes tão fervorosamente até hoje.Infelizmente, talvez por conta do diretor ou por conta do roteirista, o ritmo do anime muda bruscamente após a sua primeira metade, o que acabou por desapontar, mesmo que as personagens originais ainda fiquem em primeiro plano e que a comédia ainda o mantém entretido até mesmo no último episódio (que diga-se de passagem, tá lá no sexto volume do mangá, ou seja, quase certeza que vão continuar). Pra resumir, é um bom anime, mas dependendo de quem você "escolher" para torcer, você vai se desapontar, ou, no mínimo, vai achar estranho a entrada de outras personagens e de certas cenas no meio da história. É uma série bem legal de acompanhar, mas esse é uma das raras séries que eu realmente recomendo que você só assista alguns poucos episódios do anime e já parta logo pro mangá para evitar o final do anime. Você foi avisado.

Chitoge: - "Vai se foder, Out! Tô pouco me ligando se você não gostou de mim e do final!!"
Eu: - "Vai você, mulher 2D. Daria 11/10 GOTY pro anime se o Raku ficasse com a Onodera!!"
Bom, e com isso, finalmente temos mais uma análise para o nosso acervo. Gostou? Não? O que você achou da série? Achou que o mangá tá melhor? Deixe seus comentários!

Até a próxima, galerada!
Out.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Otome Games chegando em 2013, e Metal Gear... Social?


É, nem só de ferro que é feito o universo de visual novels. Apesar da maioria serem voltadas para o público masculino mesmo, os chamados otome games são aquelas visual novels destinadas ao público feminino, onde uma personagem principal é rodeado de outros homens por alguma razão, e claro, acaba rolando um clima entre a protagonista e o predentende escolhido.

O pior é que, em contrapartida, boa parte dos otome games têm histórias bem bacanas ao invés de ser apenas um romance que termina na cama. Têm os haréms invertidos sim, mas tem uns com história bem bacana, como Alice in the Country of Hearts e o famoso Hakuouki que ganhou três temporadas de anime.

Sumário de lado, 2013 começa bem até para esse gênero de jogos. Pra esquentar, teremos Princess Arthur, desenvolvido pela Otomate, subsidiária da Idea Factory, a mesma que publicou outros grandes otome games como Hiiro no Kakera e o próprio Hakuouki, com um trailer bem promissor, e Uta no Prince-sama All Star, mais uma prequel de outro título bem famoso do gênero.


Não menos importante, teremos outros jogos como Issho ni Gohan (também da Otomate/Idea Factory), Sakura Gatari, Geten no Hana (da Koei, mesma produtora de Kin'iro no Corda) e Eikoku Tantei Mysteria (Karen Entertainment, mesma produtora de Danzai no Maria). Todos estes jogos serão lançados no primeiro trimestre deste ano no Japão... e com exceção de Sakura Gatari, todos para PSP... *risada maléfica*

Como nota, recentemente foi anunciado que VitaminR, o próximo jogo da série de otome games Vitamin, será lançado neste ano também... pra PSP. Pois é, fãs de Otome, preparem seus PSP e dicionários de japonês, pois esse vai ser o jeito por enquanto.


Não, não é montagem. Kojima devia estar com tanta preguiça de desenvolver um jogo bom de Metal Gear como, por exemplo, um Metal Gear Solid 5 com lançamento pro Xbox, ou um Metal Gear Ac!d 3 pra fazer eu comprar um Vita em menos de 24 horas... mas não, temos um jogo social da série, que mistura stealth com cartas (??), mas não se iluda, pois é bem pior do que você imagina (caso você não tenha visto o vídeo acima ainda).

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Minha reação ao ver isso?


Mano... pra quê? Tá faltando dinheiro? Tá faltando gente competente pra fazer um jogo decente? Tá faltando roteiro (duvido!)? Tá com preguiça? Teve essa idéia brilhante depois de ver a mãe jogando Castleville?

Ao invés de anunciar algo que realmente interesse o meu dinheiro, como, digamos, Metal Gear Solid 4 pra Xbox... e nem pra rodar no meu Android pra eu poder falar o quão podre esse jogo me parece. NEM O CARA QUE ESTAVA TESTANDO O JOGO NÃO SEGUROU A RISADA AO VER O SNAKE E CINCO TERRORISTAS ENTRANDO NA MESMA CAIXA SUBINDO DE NÍVEL!


Chega, melhor encerrar o post por aqui mesmo.
Out.