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terça-feira, 4 de junho de 2013

Anime de Corpse Party finalmente chegando, Ro-Kyu-Bu! é um jogo danado de estranho.


Pois é, depois da (horrorosa) primeira impressão de Corpse Party com seu OVA, a franquia da Team Grisgris e da 5pb teve mais um trailer de seu anime lançado na internet. Apesar de não ser aquele anime que você vê nas emissoras japonesas de 12~24 episódios, 4 episódios serão tudo que Corpse Party: Tortured Souls cobrirá , mas para os amantes de animes e jogos de terror misturados com visual novels irão ao delírio, pois a qualidade está bem promissora (apesar das proporções da Naomi estarem bem exageradas) e as dubladoras originais do jogo estarão presentes.

Para quem não viu ainda, o trailer que estou me referindo é este aqui:


A série de OVAs está sendo produzida pelo estúdio Asread, mesmo estúdio de Minami-kei e do OVA de Mirai Nikki. É uma pena lançar em Blu-Ray e DVD antes de pelo menos lançarem os episódios via Crunchyroll ou algum serviço similar para vermos a qualidade, porque, sinceramente, depois daquele OVA sem sal onde não acontece nada, ele me deixou com um mau gosto na boca (apesar de ainda estar ansioso para ver). Só espero que eles consigam colocar pelo menos as cenas mais marcantes do primeiro jogo e do mangá, pois daí eu poderei descansar tranquilo.


Agora, não conhece Ro-Kyu-Bu!? Nem eu É uma série de light novel que mistura esporte com romance com humor e lolis... como essa mistura pode dar errado? O sucesso da série conseguiu uma temporada de anime em 2011 (com a segunda temporada anunciada), uma adaptação para mangá e até uma visual novel para PSP. Agora, a série contará com mais um jogo para PSP (pois é, ele não morreu!) chamado Himitsu no Otoshimono (e nem venha falar que tem a ver com Sora no Otoshimono >_>), que mais uma vez terá o protagonista ser rodeado (e rodear) as demais heroínas do clube de basquete, com direito a treiná-las e ajudá-las a achar os objetos perdidos de cada uma.

O roteiro do jogo foi escrito pelo mesmo autor da light novel original, Sagu Aoyama, e o visual é o mesmo de visual novels para psp, não tem mistério. Nas partes de treino e "investigação", o jogo conta com um visual 2D bem maneiro, mas também não é nada surpreendente. Se você simplesmente está sem uma visual novel para jogar no seu portátil que está juntando poeira, essa é uma boa hora!

Veja o trailer você também:


O jogo será lançado no Japão dia 20 deste mês, enquanto a segunda temporada do anime deverá chegar ainda neste ano.


Bom, não teve muita coisa para se falar, mas é isso aí. Eu vou ficando por aqui, e a gente se vê!
Out.

sábado, 25 de maio de 2013

Análise [9] - Corpse Party: Book of Shadows - O Medo nunca foi tão viciante

Lembra quando falavam que era perigoso passar cerol na linha da sua pipa?... então...
Visual novels all-ages geralmente têm fama de serem "pra criança" ou com "história bobinha" e sem nenhum atrativo aparente para os fapeiros de plantão. Bom, quem já jogou jogos da Key recentemente (Rewrite, Clannad, Little Busters sem ser versão Ecstasy) sabem que isso nem de longe é verdade, mas se você ainda acha que ela é exceção, pense de novo.

Corpse Party foi um jogo lançado originalmente para PC-98 (sério, tanto que é raríssimo encontrar o jogo original) e que acabou caindo meio que na escuridão com seu estilo RPG de jogo misturando elementos de medo e terror nele, inspirando-se bem em clássicos do gênero como Clock Tower e Alone in the Dark. Muito tempo se passou até que a Team Grisgris resolveu fazer um reboot da série em 2009 com o apoio da 5pb, chamado Corpse Party: Blood Covered, inicialmente sendo lançado por capítulos e para PC, mas que mais tarde ela conseguiu lançar uma compilação de todos os capítulos do jogo para o PSP e com mais alguns extras como CGs e cenários bônus, reentitulado-o como Corpse Party: Repeated Fear (ou simplesmente Corpse Party aqui no ocidente). O nível de qualidade do jogo foi tão surpreendente que a Xseed, a mesma empresa que localizou Legend of Heroes, Wild Arms e Lunar: Silver Star Harmony para o inglês, se interessou em localizar o jogo e obteve o doce deleite de ver uma fan-base se expandindo por aqui, bem como um bom número de vendas e até mesmo o apoio da própria Sony na divulgação do jogo.

O segundo jogo da série, Book of Shadows, será o jogo analisado desta vez. Vale lembrar que, se você não jogou o primeiro jogo para PSP (que também possui tradução para o inglês), pode ficar meio perdido no jogo, mas não tema, nada está tão perdido... apesar de recomendar seriamente jogar o primeiro jogo para não sofrer spoilers desnecessários ao jogar este jogo.

Sem mais delongas, vamos à análise!

História e Rotas

O jogo começa a partir de um dos wrong ends do jogo anterior, onde Mochida Satoshi consegue escapar da escola amaldiçoada de Heavenly Host por um triz, mas que acaba por descobrir que ele na verdade voltou no tempo um dia antes da sua sala fazer o ritual do "Sachiko para sempre". Ele tenta em vão convencer seus colegas a não fazer o ritual, mas no último instante ele decide participar para evitar que algo pior aconteça com eles. Assim, mais uma vez, Satoshi, Naomi, Seiko, Ayumi, Yoshiki, Morishige, Yuka, Mayu e a professora Yui vão para o colégio assombrado de Heavenly Host, mas, ao invés de reviver os mesmos cenários do jogo anterior, eles tentam se desvencilhar de seus destinos, mas mal eles sabiam que resistência é inútil nesta dimensão.

Apesar de ter alguns cenários alternativos em relação ao jogo anterior, o jogo não se passa de alguns cenários alternativos (os famosos what-if) caso a história continuasse a partir deste wrong end específico do jogo anterior, mas por sorte, ele também conta com outras side-stories de outros personagens, como a história da Yui e sua ida para Heavenly Host e até um capítulo onde explica-se (bem superficialmente) o motivo da Naho mandar pessoas para lá, além de arcos de estudantes de outras escolas que ficaram presos e deveriam enfrentar os mesmos obstáculos dos estudantes da Kisaragi Academy.

O jogo é dividido em 7 capítulos, cada um focando em um grupo específico de personagens, além de um capítulo secreto, que é um prólogo ao próximo jogo, curiosamente entitulado Blood Drive (também o título do próximo jogo da série), que conta a história de Naomi e Ayumi após elas escaparem de Heavenly Host (desta vez, após o True End do jogo anterior) e em sua busca para tentar reviver seus amigos mortos e descobrir de uma vez por todas porque aquela escola amaldiçoada existe. Alguns capítulos são mais frenéticos que outros, mas todos são, sem dúvidas, muito emocionantes e com seus momentos tensos, macabros, sanguinolentos e arrepiantes.

Traços, Trilha Sonora e Animação
Você também conhecerá novas personagens neste jogo, umas até familiares caso tenha jogado os capítulos extras do jogo anterior.
Os traços do jogo é algo bem familiar caso você já tenha jogado o jogo anterior, exceto que, desta vez, o jogo só tem CGs ao invés de uma engine de RPG 2D como nas partes de exploração do primeiro jogo. Se você já jogou algum jogo da série Sherlock Holmes (para PC, claro, sem comparar com as versões para consoles que são em 3D e tudo) ou algum jogo de investigação no Facebook, é nesse estilo, mas por se tratar de um jogo oriental, os personagens e cenários têm um toque mais "animesco", se parecendo bastante com as CGs de uma visual novel comum mas sem o número esdrúxulo de detalhes que as VNs mais recentes exibem. De um jeito ou de outro, o visual continua sendo muito bem desenhado, tanto para os personagens já familiares quanto para os personagens não-tão familiares que aparecem no decorrer do jogo.

A trilha sonora está consideravelmente melhor que a do jogo anterior, incluindo novas músicas e até algumas remixagens de algumas músicas do jogo anterior. Temos muito mais músicas que botam medo e até algumas para os momentos mais tranquilos do jogo. Indo de músicas suaves com flautas até pizzicatos insanamente rápidos e desordenados, de peças de música clássica até batidas frenéticas de um rock dos anos 2000, com certeza vai ter uma música que você vai acabar gostando muito (especialmente nos últimos capítulos do jogo), além das poucas músicas cantadas, as insert songs, no jogo.

A animação pode não ser algo surpreendente para uma visual novel convencional, mas de uma coisa eu vou ter que mencionar aqui: a dublagem está AINDA MELHOR! O áudio continua em sua gloriosa forma japonesa, mas temos um número absurdo de vozes tanto para personagens principais quanto para os personagens de outras escolas que você encontra no meio do caminho. Desta vez, ao invés de apenas pronunciar os diálogos dos personagens, há também a "narração" dos pensamentos do personagem controlado (assim como ocorre em, digamos, jogos de Ore no Imouto e a versão para Xbox 360 de Clannad), transmitindo a sensação de medo ainda melhor para o jogador, tanto nos momentos desesperador esdos personagens quanto nos seus gritos e urros em seus wrong ends. Não digo que são todos os textos que são dublados, mas a grande maioria que não inclua descrição de objetos estão lá.

Opinião
Jogos Mortais em formato VN? Mais foda que isso!
Olha, minha opinião pode estar meio viciada por eu ser um grande fã da série (que no começo eu não botava a mínima moral), mas acredite se quiser, mesmo se esse fosse o primeiro jogo da série que eu tivesse jogado, duvido que a minha experiência com ele fosse tão menos ou mais emocionante. Como fazia bastante tempo desde quando eu completei o jogo anterior da série, haviam várias coisas que eu não estava lembrado, tanto na parte de spoiler quanto na parte não-spoiler (que a Yui já tinha sobrevivido à Heavenly Host, por exemplo, que mais tarde fui verificar que é um dos primeiros diálogos dela), e mesmo assim o jogo te dá uma luz sobre alguns acontecimentos-chaves que ocorreram no jogo anterior, apesar de que eu sinto um falta de uma recapitulação própria dos acontecimentos do jogo anterior ou de um index sobre alguns termos e personagens.

Sobre Book of Shadows, confesso que tive que me acostumar com o jeitão do jogo, que por mais que ele seja de exploração livre como no jogo anterior, ele se dá de maneira diferente. Ao passo que antes você podia caminhar livremente pela Heavenly Host, agora você apenas visita determinados lugares (na ordem que bem desejar), como alguns blocos dos corredores, as salas de aulas e demais espaços. Vários dos lugares que tinha no jogo anterior estão aqui presentes, mas chega a ser um tanto frustrante você acabar perdendo uma pista por passar reto uma sala ou não ter inspecionado direitinho um determinado laboratório e acabar preso num wrong end por causa disso, mas isso é algo que você, forçadamente ou não, deverá se acostumar, já que, assim como o jogo original, há partes do jogo onde simplesmente escolher a opção correta não significa que você obterá o true end do capítulo, algo bem único para visual novels e que é difícil de explicar sem me prolongar muito.

Sobre a história, ela me decepcionou um tanto, com exceção de alguns poucos (e o último) capítulos. De fato, há capítulos em que explica algumas coisas que o jogo anterior não explicara, como o motivo da Naho colocar o ritual em seu blog ou de como Yui sobreviveu sua primeira vez em Heavenly Host, mas há também capítulos que não fazem o menor sentido, como o próprio capítulo da Yui (a maior parte deste é monótono e superficial) e de capítulos que não falam da história dos alunos do colégio Kisaragi diretamente., fora ainda deixar em branco algumas explicações, como o motivo da Naho não se livrar da Sachiko ou de como a nova realidade alternativa se liga com a história. Ao mesmo tempo que ele compensa isso com um pouco de história dos personagens, ele falha em dar um sentido verdadeiro a esses capítulos, algo que pode ser desconcertante.

Apesar disso, tem uma coisa bem bacana quando se trata de escolhas e inspecionar salas, pois uma nova adição ao jogo foi o medidor de "darkening", onde, dependendo do que você inspeciona ou de suas escolhas no decorrer do jogo, o seu medidor darkening pode aumentar muito ou pouco (nunca diminuir!), e dependendo do nível de darkening, você pode começar a ver alucinações e até mesmo conseguir um wrong end se o seu medidor atingir um nível muito alto (ou mesmo 100%, onde acontecem cenas bem interessantes). Se você já jogou Eternal Darkness, você sabe do que estou falando. Além disso, há certos easter eggs e cenas adicionais que podem ser obtidas dependendo do nível de darkness atingido, e até mesmo outras que só podem ser vistas (incluindo outros wrong ends) após terminar o capítulo, o que eleva o fator replay exponencialmente e deixa você facilmente preso ao jogo de uma maneira impressionante.

E falando em fator replay, o jogo sabe muito bem como recompensar o jogador com praticamente qualquer coisa que ele faça, algo incrível para uma visual novel, ainda mais de PSP. Conseguiu o wrong end do capítulo? Sem problemas, pois para habilitar o último capítulo do jogo, você deverá encontrar todos os wrong ends de todos os capítulos, algo que o jogo indica com boa clareza (exceto caso você tenha um save do jogo anterior). Conseguiu o true end? Você habilitará comentários dos dubladores (com direito a legendas em inglês!) sobre o capítulo que você jogou, a experiência deles ao narrar seus respectivos personagens e muitas outras coisas, além de, claro, habilitar o próximo capítulo para jogar. Está empacado em um capítulo? Você pode tentar, enquanto procura o jeito certo de passar o capítulo, cadáveres de outros estudantes que ficaram presos em Heavenly Host, cujas causas-mortis podem dar dicas de como passar de uma determinada parte, além de poder encontrar mensagens escondidas e reações diferentes ao inspecionar um mesmo objeto várias vezes. Mesmo se você pegar todos os items necessários para passar de uma determinada parte, dependendo da ordem que você pegue ou dependendo de quais lugares você visita com eles, você pode abrir CGs novas ou diálogos extras entre personagens. Para os complecionistas de plantão, este jogo é um prato cheio!

Veredito Final
O Book of Shadows existe mesmo, não é apenas um nome "bonito" para uma sequel, não...
 - Pontos Fortes 
      *Jogo extremamente viciante
      *Atmosfera do jogo é excelente
      *Dublagem e trilha sonora melhoradas
      *Número de CGs e extras habilitáveis
      *Explicação de várias coisas que o jogo anterior deixou em aberto
      *O último capítulo do jogo

 - Pontos Fracos
      *Alguns capítulos pareceram desnecessários
      *Falta de um index ou lista de descrição e história dos personagens
      *Algumas localidades do jogo anterior não estão presentes
      *A falta de uma continuação direta dos acontecimentos do jogo anterior (exceto no último capítulo)

Nota: 8,5/10

Opinião final: Em comparação com a anterior, ela consegue surpreender ainda mais o jogador, deixando ele com ainda mais medo e fazendo despertar nele ainda mais o senso de investigação, de curiosidade em inspecionar tudo que ele pode, todos os lugares e descobrir todas as minúscias.

Para o jogador novato, ele pode ter um pouco de dificuldade em entender o jogo no começo por alguns fatos parecerem estranhos e sem explicação, mas uma vez que ele consiga pegar o jeito, ele vai querer entrar de cabeça no universo da série. O jogo não conta apenas com escolhas certas ou escolhas erradas, apesar de terem algumas escolhas que instantaneamente resultam em wrong ends, mas nada disso é injusto. Pistas estão em toda parte, alguns espíritos dão dicas e até items valiosos para a sua jornada (uns que inclusive previnem alguns wrong ends), cartazes espalhados na escola têm um fundo de verdade nas suas palavras, e sempre é bom usar o (extenso) backlog do jogo para relembrar dos diálogos dos personagens, muitos dos quais também dão dicas e pistas em alguns puzzles do jogo, além de poder, em último caso, usar o raciocínio lógico para fazer a escolha certa.

Resumindo o resumo, independente de você já ter jogado uma visual novel na sua vida ou não, Corpse Party: Book of Shadows é um ótimo jogo para se começar. Por apenas 20~30 dólares dá para você comprá-lo para o seu PSP ou Vita, rendendo facilmente 20 horas de jogo apenas para conseguir os true ends dos capítulos e dando brecha para uns momentos de exploração e wrong ends ocasionais. Caso queira ver Blood Drive (e acredite, você VAI querer, por ser um prólogo do próximo e último jogo da série), pode acrescentar umas 5~10 horas nisso aí, e se ainda quiser obter todos os cartões de identidade dos estudantes mortos e as CGs extras para "platinar" o jogo, o caminho é ainda mais longo. Seja apenas para matar o tempo ou para uma nova e intrigante história de se conhecer, este jogo é para você, e como está em inglês tudo bonitinho, eu não perderia esta chance!

Olhou pra trás, morreu!
E com isso terminamos mais uma análise de visual novel. Eu fico por aqui, e até a próxima!
Out.

terça-feira, 23 de abril de 2013

A conclusão de Corpse Party está chegando! Agora eu quero ver!!


Corpse Party é uma das poucas séries de visual novel que são bem vistas pelos leigos do ocidente. Não é por menos, também, uma vez que é um jogo que dá medo e tem uma história muito bem feita sem precisar apelar pro conteúdo 18+ (que, no caso, não é "só" sangue). Não faz muito tempo que o segundo jogo da série, Book of Shadows, foi traduzido para o inglês e que o anúncio do anime que está para ser estreado neste ano, mas para atiçar ainda mais os fãs, a desenvolvedora dos novos jogos, a Team GrisGris, revelou que os fãs terão que passar mais uma vez na Heavenly Host e tentar tirar Naomi, Satoshi e companhia do ciclo vicioso de terror que assombra eles e muitos outros estudantes.

Corpse Party: Blood Drive continuará a história do último jogo sequencial, Book of Shadows, e narrará mais uma vez a história de um grupo de estudantes que decidiram fazer uma brincadeira que na verdade não se passava de um ritual (pra não dizer magia negra) que os leva para uma outra dimensão, onde eles são rodeados de cadáveres de pessoas de outras escolas. Rodeados pelo medo, eles devem tentar manter a sanidade para sobreviver, enfrentar as bizarices que a nova dimensão esconde, e ainda tentar achar um jeito de sair dela.

A novidade desta vez será que o jogo possibilitará que o jogador "reviva" algumas das heroínas que foram mortas nos capítulos anteriores, e nem precisa falar que isso já é sinal de que vai haver muitos finais diferentes para o jogo... mas se você esperava que seu PSP ainda teria a chance de rodar o último jogo da série, pode tirar o cavalinho da chuva, pois agora este será exclusividade do PSVita... é, mais um motivo para eu comprar um logo...

Coisa de boss!
Tudo que sabemos é que o jogo sairá ainda este ano no Japão, e se as vendas forem boas (me referindo ao Book of Shadows mesmo xP) no ocidente, quem sabe não veremos Blood Drive traduzido no ano que vem, né?

E caso vocês não saibam, mais um OVA de Corpse Party será lançado no dia 24 de Julho no Japão, em Blu-Ray, e incluirá 4 episódios retratando os acontecimentos do(s) jogo(s) passado(s). Só nos resta cruzar os dedos para que façam episódios decentes, e não aquela porcaria do Missing Footage que nem valeu os créditos que teve...


Bom, por hoje é só isso mesmo. Até a próxima!
Out.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Jogos novos vindo para o ocidente, e PS4 será anunciado neste mês!!


Depois de um tempinho sem postar alguma notícia, vamos voltar e ver o que o mundo nos aguarda!

Primeiramente, teremos alguns jogos bacanas a serem lançados nos próximos meses pela empresa Xseed, a mesma que já localizou vários títulos como Ys, Legend of Heroes (Eiyuu Densetsu), Wild Arms e Corpse Party. O primeiro deles será Killer is Dead, que será lançado para PS3 e Xbox 360 (finalmente!)e se trata de um jogo beat'em-up no maior estilo Army of Two e Dynesty Warriors, só que, por ser publicado pela japonesa Kadokawa Shouten, acho que vai vir coisa boa daí. Para os amantes de RPG, Rune Factory 4 será lançado para o 3DS, com muitas coisas novas para os amantes da franquia se prenderem de novo no universo do jogo.

QUem tem um Vita também não precisará chorar, pois Valhalla Knights 3 virá com tudo aqui no ocidente, como um tira-gosto para os fãs até Monster Hunter 3G chegar, além de Ys: Memories of Celceta, que promete ser o maior jogo da franquia até agora (!)... e não nos esquecemos dos PCsistas, porque Ys: I & IIChronicles+ para baixar na Steam e se divertirem aqueles que não viram nada da série até agora... (claro, isso se você não quiser jogar no Mega Drive ou num Game Gear os jogos originais para ver como tudo aquilo surgiu)


Agora, a notícia interessante do dia (e que provavelmente você já leu em outro lugar): A Sony mostrou um vídeo teaser do que indica que seja o anúncio oficial de seu novo console... AINDA NESTE MÊS!! (dia 20 caso você não tenha visto o vídeo até o final ainda)

Lá, provavelmente teremos muitas respostas para as perguntas comuns como "Será que vai se chamar PS4 mesmo?" ou "Será que o próximo PS aceitará jogos de PS3?". Para quem acompanha as notícias e vazamento de informações, vocês já devem saber que ambas as próximas interações do Playstation e do Xbox terão basicamente a mesma placa de vídeo e processadores com poucas diferenças em relação à velocidade de clack e número de núcleos, o que empatará bem o desempenho de ambos os consoles no conteúdo gráfico... entretanto, isso não quer dizer que ambos os consoles serão idênticos, claro. Dependendo dos recursos que cada um possuir e dos jogos que vão estrear no primeiro ano de vida deles, além de como o controle será e se a Sony está preparando alguma coisa pra bater de frente com o Kinect 2 (Move 2?), tudo isso será crucial para determinar se os consoles serão promissores o suficiente para bater de frente com os PCs atuais, pelo menos nos primeiros anos de vida, ou se serão mesmo a última geração de consoles principais das empresas.

Tivemos vários rumores nos últimos meses quanto à esta próxima geração de consoles, como que o controle pode ter um display LED touch-screen igual do Wii U, só que melhor (*cofcoftouchcapacitivocofcof*) e a possibilidade de registrar até 15 minutos de gameplay de qualquer jogo e enviá-lo para algum Youtube ou similar (diga adeus às suas placas de captura!), além de que tivemos o interessante conceito que o Kinect (2?) poderá fazer, o que está deixando muitos gamer (e eu!) curiosos e ansiosos para saber o que vai ser realidade nessa nova geração de consoles por parte da Sony e Microsoft, que também há boatos que vá ser lançados ainda neste ano.


Bom, o post fica por aqui. Até a próxima pessoal!
Out.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Lançamentos e jogos para ficar de olho [7]

Pois é, demorei um pouco desde o nosso último post sobre o assunto, mas agora vocês vão curtir os lançamentos de visual novels (e alguns jogos de animes que vão fazer você gastar sua verba natalina) neste final de 2012. O ano foi bom para o lançamento das visual novels e jogos japoneses de um modo geral, ainda mais para os traduzidos, já que Rewrite já está bem próximo de ter sua tradução concluída pela Amaterasu e ef surpreendentemente foi lançado numa parceria inusitada entre Minori e o grupo de fan-translation No Name Losers.

Mas sem mais delongas, os jogos que vão arrebentar nesse fim de ano!

Fate/stay Night: Réalta Nua


Fate/stay Night já tem uma fan-base ferrada, até aqui no Brasil, o que significa que um jogo novo da franquia da Type-Moon é sucesso na certa. Apesar de ser um lançamento em japonês, o port de Fate/stay Night: Réalta Nua para PSVita conta com simplesmente tudo que a versão do PC tem, com direito à novos filminhos de abertura e encerramento, CGs em alta resolução e expansões às rotas já existentes... bem, apesar de não ter as HCGs que o jogo original tinha por ser um lançamento All-Ages.

Poxa, só por ter o vídeo de abertura animada pela ufotable, o estúdio de animação por trás de Fate/Zero (que eu me amarrei *-*) já dá vontade de comprar esse jogo, mas como ainda não tenho um PSVita (e vai aparecer algum desgraçado pra esfregar na cara que tem só por causa disso), o jeito é pegar a versão de PC mesmo que está tão boa quanto essa.

O port será lançado dia 29 deste mês, e bem, nenhum sinal de tradução do jogo, tanto oficial quanto por fãs, e vai ser asim por alguns anos até surgir algum god-like hacker para fazer o serviço.

Little Busters! Perfect Edition



Aproveitando o bonde do anime de Little Busters! (sacou? Bonde? Little Busters?... eu vou morrer depois dessa...) animado pela J.C. Staff, Little Busters terá a sua versão "mais que completa", a Perfect Edition, que contará com tudo de melhor de Little Busters Ecstasy para PC e dos ports da Coverted Edition para PS2 e PSVita. Com todas as personagens e vozes da versão Ecstasy e do port para PSP, correções nas CGs da versão do PS2 e ainda com eventos extras do port do PSVita, essa será a versão definitiva do jogo para os ávidos fãs de plantão. Literalmente, definitiva, a menos que alguém tenha a "brilhante" (aspas!) idéia de fazer um Live-Action da série.

A história continua a mesma: Naoe Riki é um estudante do colegial e que vive junto dos seus amigos de infância, que o fazem sorrir e esquecer das tragédias que a sua vida já teve. Natsume Kyousuke, o líder do grupo de amigos, decide montar um time de beisebol e faz você recrutar membros para isso. Ao recrutar os membros e passar por diversos cenários com as heroínas do jogo, você acaba aprofundando o seu relacionamento com elas, e descobre que cada uma delas tem um segredo inusitado e único, além de, após completar as rotas de todas elas, a rota final, o Refrain, revelará "O segredo do Mundo".

O jogo será lançado no dia 30 deste mês, apenas em japonês e para PC.

Corpse Party: Book of Shadows

Jogos de terror? Opa, manda aqui!
Finalmente, depois de tanto tempo, a continuação de Corpse Party será traduzida, mais uma vez pela Xseed (traduções de Fate/Extra e de jogos das franquias Wild Arms, Rune Factory e Ys), contando mais uma vez a história dos estudantes da Academia Kisaragi para sobreviver o pesadelo que a Sachiko preparou para eles.

Continuando a partir de um dos Wrong Ends do último capítulo, Book of Shadows mais uma vez imprisiona os mesmos estudantes do primeiro jogo, mas como prefiro não dar spoilers, dessa vez digamos que as coisas "não serão as mesmas" só porque estão acontecendo novamente. Além disso, ao contrário do primeiro jogo, os capítulos que dividem Book of Shadows não são sequências cronológicas ou sequenciais sob o ponto de vista de outros personagens imprisionados em cantos diferentes da escola, mas sim, são basicamente curtas histórias com os personagens do jogo anterior, aprofundando até outros que passaram batido no primeiro jogo, e até outros novos em diversos cenários diferentes, ainda com a mesma entonação que o jogo original tinha, com uma sacada: o jogo agora é um point-and-click, no estilo dos jogos de PC de Sherlock Holmes, mas com um misto de Eternal Darkness onde a sua insanidade vai caindo com o tempo e com o passar de alguns eventos, fazendo a personagem halucinar ou até mesmo morrer.

O jogo, óbvio, será lançado apenas para PSP, mas sem compra física desta vez, já que o mesmo pode ser baixado pela PSN por alguns dólares.

Saya no Uta - Hanachirasu - Sumaga

Ah, jogos da Nitroplus... minha empresa favorita de visual novels. Nem preciso dizer que esses jogos eu estou esperando há séculos por uma tradução oficial, e como, apesar de estarem atualmente em pré-venda, seus lançamentos estão marcados para este ano, se nada mudar ou não der algum imprevisto com a equipe de tradução. E a Jast USA é assim mesmo, só põe notícia que o jogo lançou depois que ele lançou, e não fazendo previsões... =(


Começando por Saya no Uta, originalmente lançado em 2003, conta a história de um estudante de medicina que sofre um acidente, e após passar por uma cirurgia, começa a ter certas desilusões e halucinações com o mundo à sua volta, que basicamente distorce toda a visão que ele tinha do mundo. Em meio disso tudo, ele se encontra com Saya, uma garota bem misteriosa que o acompanha daí em diante. Com o roteiro escrito por ninguém menos que Gen Urobuchi, o criador de Madoka Magica, a história é bem negra, cheia de reviravoltas, e claro, muito assustadora, e chegaria até a dizer que nauseante em certos pontos, mas para quem adora o gênero ou simplesmente gosta de apreciar uma visual novel (super) boa, será um prato cheio para você.


Hanachirasu, lançado cerca de dois anos depois de Saya no Uta, já tem um roteiro um tanto diferente, retratando alguns fatos da Segunda Guerra Mundial, que, ao invés de acabar com uma guerra nuclear, acaba com a ocupação de parte do Japão por uma organização... foda, para se dizer o mínimo. A partir daí até o século XXI, ao invés de armas dominarem os campos de batalha, alguns guerreiros possuem armaduras estilo mecha e espadas poderosíssimas, capazes de acabar com qualquer pessoa normal com simples armas de mão em um instante. O resto do jogo é simples: batalhas e muitas mortes o jogo inteiro. A narrativa e a trilha sonora são simplesmente fenomenais, mas assim como Saya no Uta, não é um jogo para todos devido ao conteúdo do jogo e da quantidade frustrante de Bad Ends que o jogo tem (ou até mesmo Happy End, mas os quais a sua personagem favorita morre). Esse sim, merece ser chamado de jogo para maiores de 18 anos, e não simplesmente um eroge.


Sumaga, abreviação japonesa de Star Mine Girl, lançado em 2008, já tem uma história mais "light" que os dois outros jogos nos quais falei, e chego a arriscar que é nos mesmos moldes de Angel Beats!: conta a história de um protagonista que acorda em um mundo totalmente diferente e confuso, e ao morrer por um monstro estranho ao lado de algumas bruxas voando em alta velocidade, o personagem morre e é dado a opção de você querer renascer ou não...

... e daí você seleciona "não" e resulta no Game Over mais rápido da história das visual novels... mentira xd

E basicamente você renasce e começa a sua história propriamente dita. Eu não joguei Sumaga, mas nem quero jogar agora, já que por ser da Nitroplus e tudo, eu vou é esperar lançar esse jogo e comprar para zerar por mim mesmo ^^

Todos esses jogos serão lançados ainda neste ano, apesar da Jast USA (e nem a TLWiki) disponibilizarem uma data certa para o lançamento delas. Só nos resta esperar, mas tomara que não demore tanto assim. Shuffle! já está esperando por mim x3

One Piece: Romance Dawn - Bouken no Yoake


"Mas Out... "
Calma, eu sei que não é nenhuma visual novel no meio de tantas que citei acima e nos posts anteriores, mas cá entre nós, é o primeiro e tão aguardado jogo de One Piece para PSP... tem certeza que não é um lançamento foda o suficiente para ganhar alguns parágrafos aqui? Eu acho que sim.

Depois de uma espera quase agonizante, a Bandai Namco lançará seu primeiro jogo de One Piece para PSP que, finalmente, contará eventos do anime original e permitirá o controle de vários personagens do "bando do chapéu de palha" em sua busca ao One Piece (acredite, antes de Kaizoku Musou, os jogos de One Piece não tinham história fiél ao do anime... à menos que os do Nintendo DS tenha, porque não os joguei). Com elementos de RPG e uma longinqua história (até a saga do Barba Branca), esse jogo ocupará boa parte das horas livres dos fãs da série, e mesmo se não for fã do anime, aos fãs de RPG que estão com o PSP praticamente juntando poeira (ó eu aqui!).

20 de Dezembro é o dia em que a criança chegará em formato físico no Japão. Nenhuma notícia sobre uma tradução oficial para o inglês ainda foi pronunciada, mas creio que chegue logo, por ser One Piece e pelo lançamento ocidental de Kaizoku Musou (Pirate Warriors) vender tanto.


Outros títulos interessantes para dar uma conferida que ainda estão por vir são:

  - School Wars (QuinRose) - 29/11/2012
  - Baka to Test to Shoukanjuu Portable (Kadokawa Shouten) - 13/12/2012
  - Arcana Famiglia Festa Regalo (Comfort) - 13/12/2012
  - AKB 1/153 Love Election (Bandai Namco Games) - 20/12/2012
  - Slave Witch April (Aconite - Tradução da MangaGamer) - 21/12/2012
  - 1/2 Summer+ (port para PSP - Alcot) - ??/12/2012

E claro, não vamos nos esquecer que, se Kami-sama quiser e assim permitir, as traduções dos nossos parceiros, a Sanctuary da visual novel da Hatsune Miku feito pela Supplement Time, Mirai no Kimi to, Subete no Uta ni, e a corajosa tradução da Unlimited Novel Works de Tsukihime que está perto do primeiro patch parcial, sejam lançados ainda neste ano. Ganbare!

Ouviu, Kami-sama?
E isso é tudo pessoal!Eu não devo postar nos próximos dias aqui, mas estarei recompensando-os bem em breve ^^
Out.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

WOLOLO! Corpse Party: Book of Shadows terá tradução oficial!


Quem gosta de jogo de terror? Quem gosta de visual novel? Sabia que dá pra gostar dos dois?

Corpse Party é uma franquia recente, originalmente lançada em 2009 no Japão pela 5pb, e são jogos de aventura para PSP (*cofcofvisualnoveldocaraiocofcof) onde um certo ritual para fazer a amizade de todos os alunos da sala acabou dando errado, e de algum jeito, foram parar numa dimensão paralela, onde eles estão sozinhos, sem qualquer chance de escapar da escola e ainda com um assassino à solta nas redondezas. Estes alunos, separados entre si por um outro estranho motivo, devem sobreviver neste novo e temível ambiente, tentando achar os demais colegas e amigos e evitar cair na insanidade com tantas almas dos alunos mortos anteriormente.

Basicamente, o segundo jogo da franquia, Book of Shadows, conta com histórias inéditas do mesmo universo do jogo, contanto a trama de outros personagens que passaram pelo mesmo que o grupo principal, além de casos e cenários originais da trama original, e claro, o True End "de verdade" do primeiro jogo (infelizmente você terá que jogar pra entender o que eu quis dizer).

Agora, a XSeed, a mesma empresa que traduziu o primeiro Corpse Party: Blood Covered e tantos outros jogos bacanas como Ys, Wild Arms, Lunar Silver Star Harmony e Half Minute Hero, confirmou que será responsável pela tradução de Book of Shadows neste final de ano, e lançará o seu jogo apenas em formato digital, e pra comemorar, se você ainda não jogou o primeiro jogo, a PS Store o disponibilizará para download por meros 10 dólares. Mas corra, pois esse preço vai durar só até o dia 6 de Novembro!


Corpse Party foi um jogo que no começo eu fiquei com o pé atrás, do tipo "Ah, esse jogo vai virar modinha"... graças à Kami-sama, eu estava redondamente enganado. Apesar de ter um número considerável de fãs, está longe de virar modinha, mesmo com os OVAs e um possível anime no ano que vem. O jogo é muito arrepiante, e tirando uma cena ou outra apenas, o jogo não é "trapaceiro" para fazer você morrer tanto para fazer você ficar com raiva, e acredite, o jogo até te "recompensa" em morrer. Conseguir o True End também não é uma das tarefas mais fáceis se você decidir ir às cegas e tomar decisões por você mesmo, pois mesmo os menores erros que você comete, uns até sem querer, afetam o final de um jeito que você não tem como prever.

Mesmo os OVAs sendo uma bosta (com todo o respeito, foi mal feito mesmo), o jogo merece ver visto com outros olhos, e se você ainda não jogou, melhor considerar jogá-lo imediatamente. O mangá tem boas críticas, mas gostei mais do jogo mesmo... sei lá né, é um daqueles casos xP

Mas em todo caso vale a pena conferir o jogo, e estando tão barato, é quase um pecado não conferir ^^


E isso é tudo pessoal. Até a próxima.
Out.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Corpse Party Anthology - Esconda as crianças, esconda as esposas!


Quem aí é fã da franquia Corpse Party? Se você não é, não sabe o que está perdendo. Se sim, tenho ótimas notícias!

A produtora 5pb lançará ainda nesse ano o terceiro jogo da franquia, exclusivamente para PSP, chamado de Corpse Party - THE ANTHOLOGY, que a empresa diz continuar a história do jogo anterior, Book of Shadows, e adicionar mais personagens para a série.

Até aí, sem novidades, já que são notícias de longa data. Mas, uma coisa interessante é que a versão limitada do jogo será apenas indicada para maiores de 18 anos. E o pior, nem por causa do jogo em si. "...Como assim?". A versão limitada do jogo virá com um OVA (do inglês video de animação original) exclusivo da série, nunca antes visto, e é graças à ele que o jogo tem classificação 18+...apesar dos dois jogos anteriores da série ser apenas 17+, o motivo de aumentar a faixa etária seria, ou aparecer cenas de nudez no OVA, ou então... Naomi... *¬*

Enfim, pra quem não sabe, Corpse Party é um jogo de terror psicológico e suspense muito bem feitos. O primeiro jogo, Blood Covered, conta a história de um grupo de amigos de escola que decidem se despedir de uma de suas amigas, que irá se transferir para outra escola, realizando uma festa. Após esta festa, uma das estudantes, fanáticas por charmes e contos de terror, decide fazer uma espécie de ritual com todos, para que eles nunca mais se esquecessem um do outro. Entretanto, algo dá errado com esse ritual e acaba levando todos para a escola deles, mas de uma outra dimensão, onde eles não podem sair dela já que todas as saídas e janelas estão seladas. Desesperados, eles tentam encontrar alguma esperança de sair daquele local, mas mal eles sabiam que fantasmas e espíritos de estudantes que já morreram estão por toda parte, uns bondosos o suficiente para dar dicas sobre como sobreviver no ambiente, mas outros maléficos que querem ver você morrer também. Para piorar tudo ainda mais, eles estão com comida escassa e sem nenhum contato com o mundo exterior, além de haver um assassino rondando a escola pelas sombras. Além de tentarem sobreviver e achar um jeito de saírem vivos, todo cuidado é pouco para não se enlouquecer diante de um cenário tão insano.


The Anthology tem previsão de lançamento para dia 2 de Agosto, e também será vendida na versão normal, apenas com o jogo. A XSeed, a empresa que traduziu o primeiro jogo para o inglês, não tem planos para traduzir os demais jogos da série por enquanto, mas se você não consegue se segurar, o segundo jogo, Book of Shadows, possui vídeos de gameplay traduzidos no Youtube. É só procurar que acha fácil ^^

Ah sim, e pra quem tem interesse, também há um mangá da série (y).

Bom gente, post curto hoje, mas isso é porque amanhã vai ter um post bem longo aqui no blog. Espero que vocês gostem de ler xP
Out.