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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Análise de Anime [12] - No Game No Life


Toda temporada tem aquele anime promissor que todo mundo não para de falar. Pode ser anime que simplesmente dá hype por ser algo que esteja na moda (quando alguém famoso desenvolve gosto por um anime e a galera fica louca e começa a ver e achar foda sem muitos motivos), ou por ter um começo promissor (mas logo fica entediante e/ou não cumpre as expectativas), ou simplesmente por ter alguém envolvido que é de conhecimento da galera (tipo Psycho;Pass, que teve Gen Urobuchi como criador da série). De resto, só se tiver uma boa dose de shounen no meio (Jojo's), ou uma caralhada de fanservice, de preferência com lolis e personagens-fetiche (imoutos, sensei, amigas de infância, hárem, ou tudo isso junto e misturado).

No Game No Life não é um anime assim... ou melhor, é meio que uma mistura de tudo isso que eu falei com um toque bem próprio. Confuso? Imagine se você é um otaku que já viu uma pancada de anime e tenta misturar todos os grandes elementos de animes em geral e tentá-los colocar tudo de forma compacta e frenética numa série que tem o potencial de ser extremamente longa e promissora, mas que mesmo com sua curta duração, surpreende até o último segundo, com direito à fanservice, personagens peitudas, referências pra caramba, e um nível de fodesa digna de animes shounen? Bem, COMO SE NÃO BASTASSE, o criador desse anime (originalmente uma light novel) é brasileiro, sob o pseudônimo de Yuu Kamiya (ou Thiago Furukawa Lucas, no Brasil), criador de Itsuka Tenma no Kuro Usagi e que também ganhou um anime, mas não obteve tanto sucesso quanto este que vamos falar agora.

Mas por que será? Bem, a análise você vai ler agora!
História
"O que vamos fazer esta noite, irmãzinha?"
"Tentar dominar o mundo!"
<--- ouça enquanto lê a análise! xD

Tudo começa com dois irmãos, Sora e sua irmã mais nova de 11 anos loli Shiro. Ambos são hikikomoris, o que significa que ambos mal saem de casa, odeiam pessoas 3D e nem gostam da luz do Sol. Suas vidas se resumem ao mundo dos games, ou mais especificamente, jogos online e MMOs. Eles são tão vícios que eles dominam uma gama incrível de jogos de todos os tipos, desde o xadrez até FPS e puzzles. De tão notório era o legado dos irmãos que ambos eram conhecidos como Kuuhakus, ou "vazios".

Um dia, Sora recebe um e-mail estranho de uma pessoa que os desafia para um jogo de xadrez, e após vencê-los uma vez, ambos são estranhamente transportados para um mundo chamado Disboard, onde tudo é determinado por dez regras e sendo que quase tudo deve ser determinado, não com guerras, mas com o resultado de jogos, onde os jogadores apostam coisas que julgam ser de igual valor.

Não demora muito para que ambos acabam conhecendo Stephanie Dola (sim, Dola... não é Dora!), neta do rei do reino de Imanity, que está quase com todas as esperanças esgotadas em seu reino, que perdeu muito território em jogos anteriores e está na beira do colapso. Sora e Shiro acabam entrando no meio da jogada e vê que ajudá-la pode render o posto de rei (e rainha) do reino, mesmo que isso tenha que vir com um jogo contra uma garota de outro reino, que pode inclusive usar mágica ao seu favor.
E então, os irmãos hikikomoris tentam mostrar o potencial dos seres que não podem usar magia ao mundo de Disboard, começando por se tornarem reis, e então partir para a dominação mundial, a fim de, no final de tudo, poderem desafiar o Deus do mundo, Tet, e se tornarem, literalmente, Deuses.

Ah, e bota umas referências na mistura!
O anime conta apenas com 12 episódios e não chega nem perto de chegar até esse ponto, mas dá para ter uma boa noção de como os protagonistas pretendem fazer isso. Dá a impressão que é pouco episódio pra muita história, mas esta é contada de forma implacável, rápida e decentemente consistente. Tem bastantes jogos épicos e dá pra conhecer muitas das personagens (sim, mulheres, em grande maioria) dos outros reinos, prato feito para quem quer ter novas waifus ou simplesmente adorar os jeitões de cada uma, já que a dublagem é extremamente boa.

Apenas desejaria que o anime fosse mais longo, mas ei, mesmo se tivesse 24 episódios, eu falaria a mesma coisa!

Animação e Trilha Sonora
Vou facilitar pra vocês: O da esquerda é referência com Akiba's Trip
A animação é feita pelo estúdio Madhouse, mesmo estúdio de Chaos;Head, Black Lagoon e Hajime no Ippo, então a animação não é algo tão surpreendente assim, com um visual um tanto saturado de cores e não tão fluente como, digamos, Kyoto Animation ou Sunrise, então digamos que esteja na média e com um visual especial dele.

Não tem muito o que falar nisso, mas a física é bem animesca, então não vá esperar coisas extremamente realistas, ainda mais porque o ritmo do anime não é (nem um pouco) realista. As personagens são bem desenhadas (apesar que eu acho que os peitos enormes de certas personagens são desproporcionais... opa, na verdade, quase todos os animes são assim), há um nível considerável de detalhes nelas e... bem, não é um anime hentai, mas ao mesmo tempo o fanservice chega a tal ponto que fica foda engolir a semi-censura.

Efeitos especiais são bem feitos, cenários podem ser um tanto simples, e se for analisar bem, há alguns erros de proporções das personagens (especialmente nos olhos) em alguns momentos, mas não é nada realmente mal feito (né, Kanon 2002?). A trilha sonora tem umas músicas que se parecem muito uma com a outra, mas também tem suas músicas empolgantes que te deixa roendo as unhas para que tudo dê certo. Como já disse, a dublagem é excelente e não tem aquela sensação que todas as personagens são "mais uma", mas sim personagens que têm características e importâncias próprias, algo que é muito bom para uma maior imersão no universo da série.

Opinião, Pontos Fortes e Fracos
O anime pode ser hypado pra caramba, mas não tira o fato que é foda. ~Desu
Eu confesso, eu comecei achando que o anime seria uma cópia (das mais paias) de Sword Art Online, o que já é motivo para eu dropar o anime depois do primeiro episódio... ah, mas que bom que eu não dropei!

Sim, de fato, eu já disse que não sou muito fã de animes que têm protagonistas fodões que simplesmente fazem tudo que querem porque podem e foda-se as explicações lógicas por trás disso. Entretanto, esse é um dos raros animes que, realmente, se o protagonista não for fodão ou tão calculista quanto Kuuhaku, não haveria como a proposta do anime dar certo, logo, esse anime foi um muito importante para provar que protagonistas overpower com lógicas ilógicas são necessários para lutar contra algo que é originalmente fora do alcance deles: a magia.

Tem animes, geralmente shounens, que não mostram direito como o protagonista consegue vencer um vilão. Ele simplesmente vence, foda-se se ele treinou para isso ou não, se foi na cagada ou não, se foi inexplicado ou não. Em NGNL, a explicação às vezes é mal dada (cá convenhamos que tem que ter algumas brechas pra explicar alguém ter um raciocínio tão roubado quanto o deles), mas tá lá uma coisa que é possível, por mais que algumas vezes possa parecer ousadia um cara planejar algo tão grande e tudo convenientemente dar certo, exatamente como ele queria.

Claro, totalmente...
Isso pode ser frustrante para alguns espectadores, mas se você não for tão exigente, eu digo: TUDO É FODA BAGARAI!

As batalhas (ou jogos, como preferir) são extremamente over the top, dignos de animes que passam longe da temática deste. Não obstante, o anime apresente uma história que se desenvolve muito, também para justificar a complexidade de, realmente, dominar o mundo. Ao invés de simplesmente ser um cara fodão que derrota todo mundo, tem um desenvolvimento fudido pra isso tudo acontecer, e alguns episódios mais "parados" na verdade são para chegar nisso, de tal forma que os planos mirabolantes de Sora realmente foram planejados, e não um monte de fato que foi juntado na sorte para que fizesse tudo ser possível.

Como já disse, o anime também conta com uma dose generosa de fanservice, com VÁRIAS cenas em que as personagens do anime aparecem tomando banho ou em roupas curtas e reveladoras, ou até mesmo um episódio que aparecem elas pe-la-das. Não, eu já disse que o anime não tem classificação para maiores de idade, mas ainda assim consegue fazer o feito. Ah, nada melhor que ver a cara de envergonhada da Steph quando ela fala que tá sem calcinha... xP

É até difícil falar algo de ruim do anime se não for pelo ritmo que de vez em quando é excessivamente apressado (também, pra 12 episódios só...) e que não dá pra você entender por completo se você não pausar e voltar algumas cenas de vez em quando. Explicações e coisas mais "cruciais" inclusive seguem isso, o que confunde pra caramba se você quer entender a história do anime, ainda mais por causa das trocentas raças e nomes de territórios que aparecem.

Agora, se você está simplesmente para a ação frenética dos jogos, ou só para ver as personagens, fanservice e dar gargalhadas com as referências que o anime traz (acredite, são muitas), então esse anime também não vai decepcionar nem um pouco. Você rapidamente vai gostar da Shiro e do Sora, do potencial foderoso deles, do raciocínio que eles seguem e das loucuras que eles fazem à princípio sem sentido, mas que logo se encaixa nas suas verdadeiras intenções.

Conclusão e Nota Final
E o último episódio nem desaponta! Longe disso!! MAS QUE DELÍCIA É ESSA, CARA???
Cadê o seu Deus agora pra falar que "só tem anime de escolinha fazendo sucesso", hein? No Game No Life é um anime como você nunca viu antes. Você pode ter visto algo "similar" ou "que puxa umas ideias", mas você nunca viu um nível de tanta coisa foda num único anime (de 12 episódios!!!).

Geralmente comédias românticas tem alto grau de fanservice, mas baixíssima ação. Shounens seriam o contrário, mas podem ter humor também. Dramas ficam presos em alguns personagens apenas num dado momento, e animes com partes históricas raramente possuem o fanservice e bishoujos para atrair a população otaku atual.

Yare yare da ze....
No Game No Life junta tudo isso (e mais um pouco) numa mistura irreverente, única e fantástica, tanto que vai fazer você pensar "Por que tem tão poucos animes assim disponíveis??" e já construir hype pra próxima temporada (que há boatos de estrear no inverno do ano que vem, provavelmente na temporada de outubro de 2015). Ah, e não se esqueça de dar uma boa procurada pelas Light Novels originais, com alguns volumes traduzidos por aí caso você queira saber do que vai ocorrer mais pra frente.


 - Pontos Fortes 
      *Uma história de verdade que se desenvolve
      *Os jogos e desafios entre os personagens
      *Fanservice pra dar e vender
      *Inúmeras referências para testar seu conhecimento otaku
      *Ótimas personagens, distintas e fofas em seus próprios jeitos
      *Possui ritmo frenético e viciante
      *Tem uma moral bem forte por trás de tudo

 - Pontos Fracos
      *Apenas 12 episódios
      *Alguns buracos em certas explicações
      *Muita coisa ser "conveniente"

Nota Final: 8,5/10

Respiração conjunta, meu pau! Essa cena foi
uma viagem só de ida pro inferno!
Um excelente anime, do começo ao fim, e garanto que ele satisfaz gostos de muitos, se não todos os fãs de anime por aí. Se você for extremamente rigoroso com algumas picuinhas que eu citei, ainda assim você vai gostar do anime, mas num nível menor. Aliás, o anime é tão bom que você vai ficar ansioso após ele acabar, ainda mais pelo fato que tem (MUITA) coisa que ainda não é explicada ou negligenciada após o anime acabar.

Recomendo ver o anime inteiro, mas é quase certeza que ao terminar de ver o terceiro ep, você já estará absorvido pelo vício brazuca deste anime divino. Claro, e que venha a próxima temporada logo!

"Shiro!! Se tem algo que passa perto de irmã loli mais nova, são garotas com kemomimi!!!"
Bom, e com isso terminamos a análise de hoje. Quer deixar suas impressões do anime aqui? É só colocar como comentário aqui embaixo! ^^

Até a próxima, galera!
Out.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Animes de 2014 - O que você deve esperar para começar o ano bem!


Fala aí, pessoal, tudo bom?

Faz tempo que não posto, mas pelo menos vai aí um post que deve ser de interesse de muitos por aí: uma análise geral dos animes que estão passando neste começo de ano. Não tem todos os títulos (também, haja tempo para eu assistir a todos eles, mesmo que quisesse), mas tem os principais, e o mais importante, uma rápida análises neles para que você possa julgar se vale a pena acompanhar ou não.

Prontos? Então vamos já porque tem bastante coisa pra ler!

Buddy Complex

O anime mecha da temporada chega a ser previsível no começo, mas a heroína principal que mistura um pouco de personalidade tímida com o famoso "sei de tudo disso aí" dá um ar de vida a mais à história do anime, que por si só também é bem envolvente e cheio de ação.

Algumas cenas dos primeiros episódios pareceram simplesmente jogadas e sem nexo, mas o ritmo do anime consegue compensar esses momentos, misturando uma ótima trilha sonora e a sua história misteriosa. Um ponto fraco seria o do protagonista não fazer muita coisa, mas isso tem cara de que será resolvido quando a batalha de mechas começar a ferver de verdade (ou pelo menos, é o ar que o anime dá ao espectador).

Se gosta de mechas e uma boa história, tá aí um bom anime para acompanhar.

Saikin Imouto no Yousu ga Chotto Okashiinda

A história meio maluca de uma irmã mais nova que acaba tendo que dividir misteriosamente o corpo com um anjo bem pervertido (sério, chega até a ser estranho... bem, tem gosto pra tudo nesse mundo) chega a dar impressão de que este anime é mais voltado ao erotismo das duas personagens do que com o irmão mais velho que, após salvar sua irmã de um acidente, tem que aturar a bipolaridade de sua irmãzinha.

No começo, achei que seria uma cópia de OreImo, com um romance entre irmãos com um pouco de hárem e comédia no meio dos episódios, mas os primeiros episódios do anime mais me pareceram um fanservice/ecchi das personagens principais, uma comédia bem chinfrim e um irmão mais velho que parece fazer papel de santo, mesmo tendo aquele negócio cabuloso de "é a primeira vez que converso com minha irmã em meses" típico de adolescentes que assistem Malhação. A trilha sonora é bem fraquinha, mas são poucos personagens principais e poucos momentos engraçados para falar que isso tudo compensou os vinte e poucos minutos dos episódios.

Recomendo ver apenas se seu fetiche for tão grande e caso ature o senso de humor da série, mas do contrário, esquece...

Mahou Sensou

O anime que, particularmente, estava mais ansioso para assistir não decepcionou. A animação do estúdio Madhouse (Black Lagoon, Sakura Card Captors, Hajime no Ippo) tá bem fluida e com uma trilha sonora de dar inveja, fora o ar misterioso que sempre circunda os episódios e te deixam com mais e mais vontade de ver o que vai acontecer em seguida, além do ritmo excelente que, ao mesmo tempo que não gasta horas para explicar certas coisas, também é o mais claro possível sem dar spoilers do que poderá acontecer nos próximos episódios.

A dublagem é boa, tem bastante batalha que dá gosto assistir, os personagens são bem peculiares... só faltou uma comédia pra deixar tudo agradável aos olhos, mas mesmo assim, o ar sério do anime já é o suficiente para lhe prender em seu universo e cada vez mais querer que a história se expanda cada vez mais, mesmo que para qualquer um dos lados possíveis. Com certeza, uma recomendação digna para quem já achou o título do anime foda o suficiente.

Witch Craft Works

Um anime que contém magia e garotas bonitas me faz lembrar bastante de Supipara, aquela visual novel da minori que mesmo não tendo tradução, tem um visual espetacular e personagens bem peculiares. Claro, não estamos falando que este é uma adaptação da mesma, mas você vai achar algumas semelhanças.

Voltando ao anime, no começo, ele tinha cara de ser bem promissor, já que um anime desses geralmente não gosta de misturar romance com batalhas mágicas (exceto em Sumaga, né?), além de ter uma exército de coelhos (?). Infelizmente, o anime consegue juntar os piores aspectos possíveis para o tema. Um protagonista de botar o Rito (To Love Ru) e Eita (OreShura) e demais protagonistas imprestáveis no chinelo, uma heroína principal com os peitos mais desproporcionais possíveis, com os poderes mais overpower possíveis e uma atitude dandere que chega a dar raiva, estudantes que parecem que não possuem cérebros, uma falta tremenda de personagens para compor o elenco do anime e os inimigos mais tapados deste verso do universo... ah, e magia... e pronto, temos Witch Craft Works.

Uma hora ou outra, ele até chega a ser engraçado ou com alguma frase/cena difícil de ser prevista, mas é sério, isso tudo vai por água abaixo em pouquíssimo tempo após o anime tomar seu ritmo normal, que diga-se de passagem, é bem lento e chega a ser monótono. Novamente, os demais episódios têm que valer MUITO a pena para que valha acompanhar a série, mas se isso não acontecer, nem recomendo que assista o primeiro episódio.

Space Dandy

O famoso anime dos criadores de Cowboy Bebop que tava gerando tanto hype chegou e com boas notícias: é um anime do caralho! A animação, de longe, é a mais bonita e fluida da temporada, cheia de detalhes e cenas exageradas típicas de animes, um toque de comédia inesperado (na moral, qual outro anime vai ter um bar chamado "Boobies"?) e um protagonista que ao mesmo tempo que é um cabeça de vento, tem os seus momentos épicos (e epicamente engraçados também).

A história prende a atenção muito facilmente, os personagens são simplesmente carismáticos, e esse é um dos poucos animes que realmente vai fazer você contar os dias até o próximo episódio, e mesmo se o Dandy não conseguir achar o seu tão-procurado alienígena raro, você não vai ligar muito pra isso e simplesmente se divertir à beça com cada episódio.

Z/X: Ignition
Imagina uma cópia de Fate/Stay Night, mas sem escolinha ou história e só batalhas e um plot bem mediano e clichê... bem, este aí é Z/X: Ignition. A animação é bem feita e dá pra dar um desconto na dublagem, mas de resto, é um tanto difícil achar um ponto forte na série. O anime simplesmente joga um monte de personagens, uns servos com poderes mágicos e formas variadas e um monte de vilão cujo objetivo é simplesmente dominar o mundo ou coisa do gênero (acredite, eles fazem isso soar ainda mais complicado).

Pessoalmente, não gostei do anime. Pareceu um Mahou Sensou feito por um estúdio pouco experiente e com personagens piorados. Exceto se a história ficar muito foda mais tarde, vai ser drop na certa.

Go! Go! 575

O anime é baseado num estranho jogo chamado Uta Yomi 575, um jogo lançado pela Sega para iPhone e que futuramente receberá sua versão para o PSVita também. Engraçado um jogo tão "sem-história" e recente receber um anime, não? Bem, isso tem nome: marketing.

Com o anime, o nome do aplicativo vai nas alturas, além de alavancar as vendas, mas o anime em si é aquele do tipo que pode alegrar ou simplesmente decepcionar. Eu, que pessoalmente não tive tanto contato com poemas em formato Tanka ou Haiku, achei bem maneiro para aprofundar no conhecimento dos pequenos detalhes da cultura japonesa, mas caso você esteja procurando história ou personagens complexas, pode esquecer. Um outro fato é que os episódios duram pouco mais de 3 minutos, então de fato não dá para aprofundar muita coisa nesse tempo, mas é uma boa escolha caso queira passar o tempo ou simplesmente se aprofundar mais na cultura japonesa.

Tonari no Seki-kun


Não tem como não se encantar com Seki-kun e Yokoi-san. Seki é um mestre em matar o tempo na sala de aula sem sequer falar uma palavra, enquanto Yokoi simplesmente fica narrando o que Seki-kun faz e o que ela acha disso. Parece bem bobão para um roteiro de anime (se é que se pode chamar disso), mas simplesmente não tem como não dar risada em cada episódio da série, mesmo o começo dele parecendo bobo e tudo.

A animação e trilha sonora são simples, mas alegres, além do humor ser realmente para todas as idades, algo meio raro nos dias de hoje. Pode não ter nada a ver com a história de amor dramática de Kaibutsu-kun, mas a comédia é boa, pode acreditar... Ainda mais que os episódios do anime duram meros 7 minutos, vale a pena caso precise de algo rápido para animar o seu dia.


Bem, isso é tudo. Desculpem pela falta de posts recentemente (e isso deve continuar um pouco ainda, infelizmente), mas tudo será explicado para vocês quando a hora chegar. Vou fazer meu máximo para continuar, na medida do possível, manter os projetos que a gente já iniciou.

Até mais!
Out.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Primeiras Impressões - Animes de Abril de 2013 [parte 1]

Eu não sei quantas partes serão, mas vamos lá pras primeiras impressões de alguns animes deste mês!

Photo Kano

Um anime de visual novel, olha só que bacana! Era originalmente uma VN de PSP lançada em 2012 pela Kadokawa Shouten, e apesar de não ter taaaaanta recepção pelo povo oriental, foi o suficiente para ganhar um anime, que conta a história de um estudante do ensino médio que ganhou uma câmera digital profissional de seu pai e então passa a tirar foto de tudo que tem oportunidade para aproveitar mais a sua vida de estudante, além de se aproveitar para conhecer novas pessoas e se juntar a um clube de fotografia, no mínimo, esquisito.

O primeiro episódio termina de maneira a deixar o espectador curioso pelo próximo, mas não é nada de tão inovador quanto você deve estar pensando, mesmo tendo visual bem feito considerando que foi feito pelo estúdio Madhouse (Chaos;Head, Ichigo 100%... pera, isso é coincidência?). Eles bem que podiam ter melhorado a OP e a ED do jogo, dando impressão de ser aqueles animes da década de 90, mas com mais brilho, mas há quem goste de OPs desse gênero.

O primeiro episódio pode ser meio ambíguo dependendo de quem assiste e do seu ritmo (e falta de piadas para entreter quem assiste), então, caso esteja na dúvida em acompanhar ou não, espere mais um ou dois episódios, já que ainda tem muita história das personagens para serem reveladas (e quantas personagens, hein!). Eu devo fazer isso, já que o anime em si não me cativou tanto a acompanhá-lo...

Ore no Imouto ga Konna ni Kawaii Wake ga Nai 2

... afinal, por que eu dei mais uma chance pra esse anime, hein? ARREPENDI-ME COMPLETAMENTE!

*hah*... bem, se você assistiu a temporada anterior, não tem surpresas: a história continua de onde parou, onde Kirino e Kyousuke ainda mantém aquela relação de bosta de irmã tsundere (QUEEN OF BITCHES) e irmão bundão. Nanami continua sendo aquela amiguinha de infância perfeita, Kuroneko continua a nerd cosplayer de sempre e com seu jeitão de falar só o necessário (*cofcoftsunderemaislevecofcof*), Ayase continua sendo a melhor amiga de Kirino e com seus ímpetos yandere de vez em quando... e bem... não muda muita coisa, sério.

As vozes dos personagens mudaram para pior, mas a animação conseguiu superar os padrões atuais da A-1 Pictures, o que me surpreendeu (ainda que não seja párea pra animação da AIC Build). Há um monte de referências escondidas como de Da Capo III e Otoboku quando Kirino e Kyousuke vão pra Akihabara e tudo, mas o ritmo do anime não muda em nada. Não temos muitas piadas ou momentos engraçados para se distrair, exceto pelas crises de otaku da Kirino (que ainda assim não é lá grande coisa), não temos muita história para se gabar, as personagens evoluiram ridiculamente pouco desde a última temporada, e os personagens conseguem desperdiçar passar o tempo fazendo as coisas mais inúteis chatas sem sentido possíveis... e ainda bem que eu não sou fã do anime, senão teria vergonha de mim mesmo por esperar tantos meses para um episódio desses...

Aí que tá: se o anime seguir a light novel, vai ter bastante coisa pra acontecer ainda, o que é bom, mas se for a passos de tartaruga como esse episódio... olha, quer saber? Vocês que me contem como eles vão adaptar essas partes e o final da série. Eu é que não vou usar meu precioso tempo pra uma série dessas... DROP!

Haiyore! Nyarko-san W

Um anime que, por mais que a história continue pífia, continua engraçado e recheado de referências e humor  tipicamente japonês. As referências são muitas, indo desde Toriko e K-ON até umas aparições de light novels da GA Bunko, a mesma editora de light novel de Haiyore" Nyaruko-san, com aparições notáveis de Ore no Kanojo to Osananajimi ga Shuraba Sugiru (apesar de ter um micro-comercial da A-1 pictures, num anime da Xebec...), Gaia to Ore ni Motto Takayase to Sasayaiteiru e Ore wa Mada Koi ni Ochiteinai (e não estou inventando esses nomes todos não, essas séries existem e dá pra ver elas se você der uma pausa quando Mahiro e companhia visitam a loja de mangás).

Ainda tem umas referências mais ocultas de Onii-chan Dakedo Ai sae Nakereba Kankei Nai yo ne e uma não-tão oculta de AKB0048 e Homens de Preto, mas se mesmo assim você não entender, vai continuar dando risada nas enrascadas que Mahiro se mete, do jeito engraçado da Nyaruko nas diversas situações e cenários possíveis, e claro, as demais personificações das divindades de Lovecraft.

Recomendo assistir todos aqueles que gostaram da temporada anterior (e mesmo se não gostou, tente ver esse episódio para ver se não muda de ideia ;P)


Até a próxima parte, pessoal!
Out.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Análise [6] - Chaos;Head - Como um Otaku Desiludido Salva o Mundo com Desilusões

Chaos;Head foi simplesmente a base para Steins;Gate, então você deve ter idéia de onde isso vai dar.
Se você leu o meu resumo sobre visual novels, você sabe que a Nitroplus faz visual novels fudidas e muito bem feitas, seja no roteiro ou na arte dos cenários e CGs e na sua trilha sonora. Basicamente, a 5pb tinha uma idéia genial de visual novel para fazer, mas para que essa tivesse a verba necessária para sair algo bem feito e que pegasse a atenção dos consumidores, ela decidiu fazer uma parceria com a Nitro+ no que viria a ser a série de "Aventuras Científicas", histórias que misturam aspectos, fenômenos e relatos reais para moldar uma história fictícia, mas ainda bem fiél aos princípios da vida real (no sentido de não ter coisas escrotas como "pular de um prédio muito alto e sobreviver" ou "tomar um monte de soco e ainda conseguir virar o jogo" e coisas assim). Mesmo se o jogo introduzir algo que aparenta ser "marmelada", praticamente tudo que acontece tem um motivo e tem explicação, implícita ou não, o que faz o jogo te sugar para o seu universo, não apenas no sentido de entender o que o personagem sente e em seu medo, mas sim no sentido de viver o que o personagem passa, dando a impressão que tudo que acontece em torno do personagem principal está acontecendo com você, e que você também poderia desenvolver o mesmo grau de insanidade do personagem nestes momentos.

Chaos;Head foi um jogo lançado em 2008, originalmente para PC, mas que logo depois foram lançados versões para Xbox, PSP, PS3 e até mesmo para Android. Sua tradução foi dada por parte da TLWiki, grupo independente que já traduziu (e ainda traduz) várias visual novels para o inglês, dentre elas, Moon., Symphonic Rain, Remember11, G-Senjou no Maou e uma renca de outros jogos da Nitroplus, que não foi por menos que alguns tradutores que participaram desses projetos agora trabalha para a Jast USA, que está traduzindo jogos dela (e de outras empresas também) comercialmente.

Bom, vamos à análise agora!

História e Rotas
Tudo começa  com um começo super misterioso, indo pra um ritmo mais devagar, mas evoluindo bem rápido nos próximos capítulos
Depois dos primeiros minutos épicos e apocalípso apocalípticos, você encarna um estudante de segundo ano do colegial do colégio Suimei, chamado Nishijou Takumi, um hikikomori (pessoa que fica enclausurado dentro de casa na maioria do tempo, raramente tendo amigos e que se dá muito mal ao tentar conversar com outras pessoas) otaku que vive jogando um MMORPG e comprando figures de sua série de anime favorita. Ele raramente vai à escola, indo até o ponto de montar um cronograma de presença mínima, onde ele vai o mínimo de dias possíveis para a escola, e tem apenas uns poucos amigos e uma irmã mais nova, que apesar de muito alegre e enérgica, não consegue se aproximar tanto de seu irmão mais velho.

Um dia, um amigo virtual dele chamado Shogun mostra algumas imagens para o Takumi olhar, e quando ele abre o link dessas imagens, revela-se um homicídio grotesco, com um homem cruxificado em um beco à noite. Assustado, Takumi tenta com todas as suas forças pensar que fora apenas uma brincadeira de mal gosto, mas após sair um dia para fazer compras, ele acaba por encontrar a mesma cena que Shogun havia tirado foto, mas desta vez quando o crime havia sido cometido recentemente por uma garota de cabelo rosa, que coincidentemente estuda na mesma escola que Takumi, além de mais pra frente ser revelado que ela era amiga de longa data dele.

A partir daí, esses incidentes são denominados de "New-Gen", onde pessoas morrem das maneiras mais insanas e cruéis possíveis. Ao passo que Takumi tenta não se abalar com os acontecimentos e tentar viver a sua vida como ele costumava viver, mal ele sabe que cada ato que ele faz e cada pessoa que ele conhece a partir daí o puxará para uma conspiração que ele sequer imaginaria e que vai muito além de um assassino em série sedento por sangue. Pra piorar tudo isso, Takumi passa a ter cada vez mais desilusões daí em diante, fazendo-o perder o senso de realidade e ter mais dificuldades em determinar o que é real ou não, ou o que aconteceu de verdade ou o que foi um simples produto de sua loucura.

O jogo é dividido em 10 capítulos, tendo duração de cerca de 2 horas e meia cada um. O jogo é incrivelmente linear, mesmo com seu inovador sistema de desilusões, e apenas em duas cenas que o jogo pode mudar de rumo para um Game Over ou para decidir se o seu final será bom ou "mais ou menos". Até tem um Bad End no jogo, mas para isso você terá que zerar o jogo uma vez e fazer uma sequência de escolhas bem específica para abrí-lo, e ainda assim não vale muito a pena vê-lo (a menos que você goste de um final totalmente desesperançoso e de alguns assassinatos extras que são revelados nessa rota), por isso que o jogo é quase que uma "kinetic novel com bônus!", e apesar de termos alguns momentos engraçados ou simplesmente non-sense no jogo, o grande foco dele é na sua complexa história e na evolução de seus personagens, então se você espera H-Scenes, esquece. Nem a versão 18+ tem isso aí (a versão pra Xbox 360 tem tal indicação... acredite se quiser).

Traços, Trilha Sonora e Animação
A arte do jogo é simplesmente sensacional. Pode não ser nada foto-realista, mas é muito show.
 Os traços do jogo, como disse, são muito bem feitos. Há um ótimo contraste das cores usadas nas personagens com os tons usados para o resto do cenário e até mesmo em efeitos especiais. O trabalho dado nas CGs de ambiente e demais planos de fundo são coisas simples, tanto que no quarto do Takumi por exemplo é possível ver alguns objetos distorcidos, deformados ou simplesmente "estranhos", mas nas CGs de personagens e de certos eventos, a riqueza de detalhes é impressionante, bem como fiél nas proporções básicas dos corpos das personagens e de outros objetos pertencentes ao cenário.

A trilha sonora é uma das mais envolventes possíveis. Mesmo tendo uma ou outra música mais calma e outras para momentos divertidos e surreais (no bom sentido), o grande foco são nas músicas de suspense. Não estamos falando de terror, que são aquelas músicas que dão um pico grande em certos pontos para fazer você se assustar mais da música do que da cena, mas sim de músicas aparentemente calmas que logo ficam arrepiantes, ou de músicas cheio de batidas pesadas para compartilhar o sentimento de desespero do personagem principal. Não tem como definí-las com palavras, mas já digo que é uma trilha sonora empolgante, muito bem feita e que não enjoa mesmo se você ficar meia hora numa cena ouvindo-a.

Quanto às animações, temos os portraits das personagens que movem seus lábios enquanto falam (apenas de não possuir nenhum lip-sync) bem fluente, mas o que surpreende mesmo são nos filtros de imagem usado ao enfrentar alguma desilusão ou em efeitos especiais de alguns eventos, que inclusive chegam a ser um 3D muito bem feito.

Opinião
Muitas CGs sangrentas desse tipo lhe esperam. Isso dá medo, ainda mais nos diálogos dessas cenas.
O que o jogo tem de mais? O jogo simplesmente pega um personagem que ninguém botaria fé e o faz ser o centro de tudo que acontece no anime. Mortes por todo lado? Culpa do Takumi! Terremoto de 7.1 na escala Richter? Culpa dele! Sua irmã morreu? Culpa dele! Escreveu um monte de bobagem quando era criança e alguém pegou aquilo para um plano de domínio mundial no maior estilo 20th Century Boys? Culpa sua, Takumi!

Exagero ou não, muitas coisas revolvem em torno do Takumi que ele mal sabe, e ainda assim, nos momentos em que a narração passa para um outro personagem ou para uma narração em terceira pessoa, o jogo faz de tudo para que você se convencer que é uma possibilidade válida. Isso, ou você vai torrar vários dos seus miolos para tentar descobrir o que está acontecendo no jogo. Quem é o Shogun? Por que a Sakihata Rimi mataria um cidadão qualquer? Qual o objetivo do New-Gen? Quem são os Gigalomaniax? Di-Sword? Por que a Kozue só fala através de telepatia? Quem são os Cavaleiros Negros que a Ayase tanto fala em suas músicas? Quem é essa N.O.Z.O.M.I. que aparece de vez em quando falando um monte de bobagens sobre anti-partículas e pontos-cegos? As dúvidas são quase infinitas, e quando você acha que obteve a resposta definitiva para algumas de suas perguntas, o jogo introduz um fato novo que potencialmente quebra com todas as suas teorias de antes e o deixa ainda mais confuso, deixando as respostas definitivas apenas nos dois últimos capítulos do jogo.

O jogo, tirando os seus primeiros 10 minutos de introdução, é bem lento e repetitivo, onde o Takumi passa vários e vários minutos em seu quarto falando sobre praticamente nada, ou mesmo quando algo de bom acontece, ele falha em pensar direito como alguém normal faria, mas por bem ou por mal, o jogo se aproveita disso para deixar o jogador formular as suas próprias teorias e cronologias. Por mais que o diálogo esteja chato em alguma parte, pular algumas linhas de texto pode ser o fator decisivo entre entender o que está acontecendo ou ficar ainda mais perdido na história, ainda que seja um saco ter a impressão que a última hora de linhas que você leu serviram pra quase nada no desenvolvimento da história.

O jogo ainda possui alguns defeitos sim, como a sua linearidade para um jogo tão longo (poxa, olha Fate/Stay e Cross Channel, que tem várias rotas que não se contradizem e até aprofundam mais na história em meios que não seriam viáveis normalmente) e seus "finais", que apesar de rolar uma batalha parruda muito bizarra e arrepiante, tem finais um tanto decepcionantes, mesmo o "true end" do jogo. O jogo também falha em fechar alguns pequenos detalhes para os mais minusciosos, como quem eram a Meiwa Party e o Comitê dos 300 (isso sem contar no "poderzinho" da última batalha que pareceu uma tentativa forçada em apelar pra um chefão igualmente apelão), mas ainda assim, os pontos principais da história se conectam direitinho, dando uma satisfação grande ao completar o jogo.

Veredito Final
A batalha final é do capeta, e é ela que vai decidir qual final você terá
 - Pontos Fortes 
      *Grande número de CGs
      *Trilha sonora envolvente
      *Personagens que afetam diretamente a história de algum modo.
      *Complexidade na história
      *Ótimo teor de suspense com cenas violentas
      *Viciante e que incentiva a pensar
      *Possui algumas referências/cenas/desilusões cômicas para descontrair

 - Pontos Fracos
      *Pouca consequência nas escolhas
      *Muito linear
      *Finais um tanto decepcionantes
      *Alguns eventos e termos não são bem explicados (mesmo tendo glossário e tudo)
      *Demora um pouco para chegar nos capítulos mais interessantes

Nota: 8,0/10

Opinião final: Primeiramente, quero mandar pro Lucifer todos aqueles que xingam o anime sem terem jogado o jogo por completo, pois por mais que alguns eventos do anime sejam diferentes que os do jogo (e lógico que seriam, pra compilar 25 horas de jogo em 12 episódios é foda...), o anime é fiél ao jogo, tanto na personalidade do personagem principal quanto na das heroínas e na disposição de informações ao longo da série.

*aham* voltando ao jogo... é um jogo muito bom que inclusive me fez lembrar de (acredite) Accel World. Muita gente não gostou do começo por parecer que o anime "não iria pra frente", mas que depois de alguns episódios, se torna uma série extremamente estável e empolgante. Por mais que tenha os seus defeitos, a história fará com que você vicie na série, e por mais que a sua qualidade não seja igual a de Steins;Gate, ainda assim é uma visual novel memorável, digna de ter o nome da Nitroplus nela. Recomendo a todos que gostem de uma boa e longa história onde o improvável fica mais abstrato do que você imagina.

Vale a pena comprar esse jogo?
Se tivesse em inglês, recomendaria sem problemas. Por mais que seja um jogo com o começo lento, é um jogo muito bom... vamos ter que esperar para a Jast USA lançar uma tradução oficial dela primeiro, né... se você assistiu só o anime da série, ainda assim vale a pena jogar o jogo devido aos eventos extras e devido a algumas cenas que foram censuradas (ou cortadas) no anime.

Escrito na foto: O Primeiro Trio Gigalomaniax! Ah, Orihara Kozue e Aoi Sena, as duas personagens mais fodas da série!
E com isso terminamos mais uma análise de visual novel. Espero que tenham gostado, e até a próxima!
Out.