sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Kinect - Win ou Fail?


E quem que não conhece o Kinect? Anteriormente conhecido apenas por "Project Natal" e desenvolvido com a ajuda de brasileiros, o Kinect tentou revolucionar os games como conhecemos ao realmente introduzir o conceito de "você é o controle!", que até virou uma certa frase feita para o aparelho. Podendo detectar ondas infravermelhas e os diferentes membros de cada pessoa, além de poder reconhecê-la através da voz e da forma física, o jogador pode controlar o jogo com gestos do corpo, tanto sentado quanto de pé, e comandos de voz específicos.

Devido à sua exclusividade para apenas o console da Microsoft e com um grande apelo para os gamers casuais, há quem diga que até mais que o Wii, o Kinect por si só alavancou as vendas de Xbox como nunca, mesmo depois de tantos problemas (quem que não se lembra do Red Ring of Death?) e de uma concorrência bem acirrada com o Wii, o console mais vendido em seus primeiros anos de vida, e do PS3, que oferecia multiplayer online gratuito e os títulos exclusivos que fizeram parte da infância e da adolescência de muitas pessoas. Agora, com o Xbox 360 praticamente obsoleto com a largada da nova geração de games iniciada pela Nintendo e devido aos fortes rumores do sucessor do PS3, o Orbis, ser lançado para o público já no segundo semestre de 2013, será que a aposta num novo Kinect para a próxima geração é uma aposta certa? Ou será que é apenas uma tacada arriscada para inovar o mercado de games, que pode dar certo ou não?

Antes de responder, vamos lembrar que o Xbox 360 foi lançado em Novembro de 2005, ou seja, já é um console 7 anos ultrapassado, e com isso vem suas limitações de memória RAM (sabia que ele só tem 512MB?... pois é, meu PC tem 2GB e nem roda Need for Speed Underground >.>) e de processador, então lançar um Kinect melhorado para a próxima geração até faz sentido, além de que a Microsoft já praticamente confirmou que a nova geração do dispositivo suportará maior precisão de movimentos, varredura de movimentos para até 4 jogadores distintos, e a habilidade de se adaptar à sala de estar ou quarto onde esteja instalado, não necessitando mais que se mova móveis para dar espaço para os movimentos do jogador.

E pra quem acompanhou a E3 este ano, viu que o Kinect ainda tem umas cartas na manga, como os sutis comandos por voz do novo Splinter Cell (vídeo abaixo) similar a como foi em Mass Effect 3 e nas atualizações posteriores de Elder Scrolls V: Skyrim (e que vai ter em Dead Space 3, como foi confirmado recentemente), além dos diversos jogos que repetem a mesma fórmula vencedora de antes como Just Dance e Dance Central e os títulos que estão pegando a atenção do pessoal como Fable: The Journey e o futuro Epic Mickey 2.

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Mas também tem os momentos "vergonha alheia" né... (tipo o do vídeo abaixo), e que, apesar de ter algumas dezenas de jogos, vendidos em mídia física ou não, com suporte ou exclusivos para o Kinect, muitos deles não passam de tentativas horríveis em tentar demonstrar o potencial do Kinect, como Sonic Riders (jogado no vídeo abaixo), Fighters Unchained, Steel Batallion, Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1 (tanto que a parte 2 nem tinha suporte pra Kinect, né...), e como se esquecer dos EPIC FAILS de Star Wars Kinect e Dragon Ball Kinect, que provavelmente acabou com a infância de muita gente que esperava por alguma coisa dos jogos.



A idéia da Microsoft em criar um aparelho para usar gestos e frases como comandos para os jogos seja uma idéia brilhante, a empresa ainda terá que investir uns bons milhões em pesquisa e desenvolvimento e em equipamentos de precisão cada vez melhores para Kinect no futuro. Por mais que tenham jogadores que jogam sério os comandos explicados no manual e no jogo, sempre tem aqueles jogadores que querem se mover igual um boneco de posto de gasolina pra ver se faz alguma pontuação em jogos de dança, ou dizer frases diferentes do explicado, por mais que use sinônimos para isso, em certos comandos ou até mesmo tentar ver as reações de diferentes frases ditas, desde típicos "Olás" até mandar o cara pra vala. Configurar um aparelho para ser realmente interativo, ao invés de apenas ter suporte para algumas frases e gestos, vai exigir uns bons anos de desenvolvimento pela Microsoft, por mais que ainda não tenhamos visto nenhuma tech-demo do novo Kinect e suas habilidades.

Eu, honestamente, acho que o Kinect novo será uma surpresa, agora se a surpresa vai ser boa ou não, vai depender do suporte das empresas third-party e da capacidade dos jogos. Jogo de dança por jogo de dança são legais, eu até curto Dance Central (e já joguei muito, um dia joguei tanto que minhas pernas doeram nos 4 dias seguintes), mas já digo que jogos de minigames como Kinect Sports e Kinect Adventures vai vender uma ou outra cópia só, já que não é todo mundo que quer gastar 60 dólares pra ter 5~6 minigames quando se pode comprar infinitos games gratuitos na Google Play ou na AppStore da Apple para tablets e smartphones, fora o fato de ter que gastar uns 100~150 dólares por um Kinect caso você teve suas dúvidas e escolheu apenas o console. Eu mesmo digo que não compraria um Kinect só para jogos de dança e de minigames, e como os demais jogos que não são desses tipos são horrendos, eu vou esperar mesmo o que a Microsoft vai fazer pra Kinect V2 e ver que bicho que dá.

E você? Acha que o Kinect foi, de fato, uma revolução nos games? Acha que ainda precisa de algumas melhorias? Acha que a Microsoft tá guardando sua cartada de mestre pra próxima geração? Ou acha que games devem ser no controle e ponto final? Deixe seu comentário aí embaixo. Eu quero ler a sua opinião!

Isso é tudo por hoje gente. O blog volta à ativa (finalmente!) agora, e a gente se vê amanhã o/
Out.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O PV Definitivo de Sword Art Online: Infinity Moment!


Sword Art Online é uma franquia extremamente popular. Por mais que alguns episódios recentes do anime causem certa impaciência em alguns fãs, SAO ocupa simplesmente a posição de light novel mais vendida do ano, mais de 2 vezes e meia mais vendida que Accel World (que ocupa o terceiro lugar), do mesmo criador, Kawahara Reki. Com uma fan-base quase histórica tanto no Japão quanto no ocidente (e até mesmo aqui no Brasil), a Bandai Namco foi muito esperta em fazer o jogo para o PSP, que por mais que seja um portátil desatualizado, ainda ocupa a posição de mais vendido por lá.

Eu já fiz um post sobre o jogo antes, mas o vídeo promocional lançado recentemente finalmente fala das características do jogo. Antes de eu dar minhas opiniões aqui, o vídeo é esse aqui embaixo:


A história desta vez segue um rumo original em relação ao anime. Em Infinity Moment, apesar de Kirito ter certeza de ter derrotado o GM na sua batalha no 75º andar, ao invés de poder sair do jogo, Kirito e companhia ainda se encontram presos no jogo. Usando a cidade do 76º andar como base, Kirito procura a ajuda de seus antigos amigos e de outros jogadores para obter dicas de como poder sair do jogo. Personagens do anime como a Asuna, Klein, Silica, Lisbeth e Leafa também aparecem no jogo, além de personagens novos que farão parte da nova trama.

O gameplay do jogo em si é um misto de .Hack para PS2 com o sistema de batalha bem parecido com o de Final Fantasy Type-0 e Kingdom Hearts, onde a batalha se dá em tempo real e cada um dos botões principais do portátil serve para fazer diferentes ações no jogo, além de poder pedir ajuda para a sua parceira em determinados momentos, ou ainda fazer com que ela execute algum ataque especial. Coincidentemente, .Hack também é da Bandai Namco, então... é, os caras já aproveitam algumas coisas da engine e as adaptaram no jogo.

Os gráficos são bem polidos, mesmo contando com as limitações do PSP, o que é um ponto positivo. A trilha sonora do jogo dá um ar mais original ao mesmo, mas bem, se for os mesmos compositores da trilha sonora do anime, eu não tenho nada a reclamar. Se for pra criticar alguma coisa aí seria do online propriamente dito... poxa, na época do .Hack original até dá pra entender que o jogo não tenha um modo online, mas bem que poderiam lançar o jogo na PSN para ter compatibilidade com Vita e com PS3 para poder jogar online de verdade. Daí sim seria uma coisa foda.

No mais, se você acompanhou meus posts anteriores, você deve saber que não sou muito chegado em SAO, mas como o jogo é uma baita nostalgia de .Hack e a história não é mais aquele romance non-sense com umas batalhinhas no meio pra agradar o público shounen, eu estou com esperanças boas para o jogo, além de, claro, se seguirem algum roteiro escrito pelo Reki, então é sucesso na certa!


Bem, o post é curto, mas esse é todo o tempo que tenho por hoje. Amanhã eu devo postar alguma coisa direito aqui xP
Out.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Resident Evil - De Percursor para Blockbuster? (+vídeo e extra!)

Sai cachorro do caralho!
Quem que nunca jogou um bom survival-horror? Chances são que, só de ler este termo, você lembre instantaneamente da franquia de zumbis da Capcom, que surgiu lá na época do play1, ainda quando jogos de tiro e luta não dominavam tanto o mercado e na época que jogos de RPG e plataformas eram bons e bem variados. Naquela época, jogos que davam medo até que não eram tão desconhecidos, como Doom, Metroid (opa, como dava medo aquela música de fundo e aqueles Metroids te seguindo e você correndo igual um condenado pra desviar deles) e Castlevania, mas nem de longe eles podem ser considerados survival-horrors, onde o seu objetivo é sobreviver por vários cenários onde você não sabia o que havia na próxima tela ou atrás da próxima porta, geralmente sem muito armamento ou habilidade para enfrentar de frente contra os inimigos. Apesar de, de fato, existirem jogos do gênero na época como Alone in the Dark e Clock Tower, jogos assim eram bem escassos, e de certo modo, simples.

Resident Evil basicamente pegou tudo que havia de melhor nos survival horrors anteriormente, juntou todos os melhores elementos, e ainda conseguiu melhorá-los, além de tornar o tema de invasão zumbi realmente soar assustador. Com um ótimo roteiro, mecânica de jogo inovadora e o brilhante uso da capacidade do play1 e seus CDs que cabiam 650mb (o que era do caramba na época, cabia uns 10 cartuchos de nintendo 64 convencionais num CD) para renderizar as CGs dos cenários e os FMVs (sigla para Full Motion Video) que também caracterizaram a série, Resident Evil simplesmente foi o exemplo perfeito de survival-horror, dando base a muitos outros que foram lançados posteriormente como Silent Hill, Corpse Party (não, não é a versão para PSP... antes dela, teve uma versão para PC98, com menos personagens e um enredo um tanto diferente, mas que tem as suas similaridades), Parasite Eve, Fatal Frame, Eternal Darkness, e até mesmo os mais novões como F.E.A.R, Condemned e Dead Space.


Por que RE era tão bom, você pergunta? Ele não dava aqueles sustos baratos como gritos e imagens que ocupam a tela inteira do nada. Haviam coisas que surgiam do nada, mas você tinha que fazer alguma coisa pra ativar uma dessas cenas, e ainda assim, você só morreria se você se descuidasse várias vezes. Munições eram escassas, o que fazia você pensar duas vezes antes de gastar 8~10 balas para matar um único zumbi, ou gastar um tiro de shotgun, magnum, granade launcher, flamethrower ou qualquer outra arma especial cujas munições eram ainda mais raras. Puzzles eram frequentes e faziam você revirar o cenário inteiro, procurando por minúscias só para achar algo que ajudasse na solução do quebra-cabeça, incentivando você a ler os diários e os escritos escondidos para obter dicas, além de ter que manipular bem o inventário para não deixar de pegar um item ou munição por falta de espaço. Isso tudo sem mencionar os personagens da série que tinham suas próprias histórias, vidas e relações antes de ingressarem na S.T.A.R.S.

A trilogia clássica de Resident Evil é o pináculo dos games da série. Resident Evil 2 com o famoso prédio da RPD e suas inúmeras surpresas e eventos que mudavam de acordo com o personagem que você jogava e em qual cenário você está, e Resident Evil 3 com o cenário, que apesar de único, era gigantesco, e teve um dos inimigos mais memoráveis da franquia: o Nemesis, que aparecia nos momentos mais improváveis possíveis, era praticamente imortal nos primeiros encontros, e se ele te pegasse duas vezes, era morte na certa.


... daí surgiu Resident Evil 4, que queria revolucionar o gênero mais uma vez com o sistema de câmera e cenário em 3D, a câmera sobre as costas do personagem principal e zumbis mais inteligentes que os normais, com toda aquela desculpa que os vírus novos faziam os zumbis serem mais humanos e conseguirem fazer coisas como lançar armas, abrir portas, subir escadas e até mesmo correrem...? Pô, é zumbi ou ser humano com cérebro de 3000 anos atrás? Isso não é definição de zumbi não! Isso pra mim já é mutante, ainda mais quando você mata o "zumbi" e ele vira um insetão ou sai uma coisa do capeta no lugar da cabeça.

Como um shooter, é um jogo bom sim, mas como survival-horror, diria que é um grande regresso na série. Apesar de particularmente ter gostado de RE4, RE5 pra mim foi o último prego do caixão. Poxa, em se tratando de história, eles até fizeram as coisas caberem certinhas e até fazer sentido, mas claramente foi um jogo visado para o multiplayer, tanto online quanto local, e no máximo para os que gostam de um bom desafio, mas só no modo mercenaries.

Daí vem RE6... tá, ele tem 4 campanhas e a engine de shooter com leves modificações foi um aspecto positivo... mas cadê os elementos que fizeram a franquia ficar reconhecida? Cadê? Cadê a exploração, puzzles elaborados, munição escassa e vida que acaba rapidinho que não souber driblar os zumbis? Ao invés disso colocaram os quick-time events pra dar um ar de filme interativo, mas que na verdade só tornou o jogo um quebra-controles ao tentar apertar os botões que aparecem na tela? Daí você fala "A campanha da Ada tem puzzle, e outra tem survival-horror"... larga a mão de ser poser e desembolse 10 dólares pra comprar um dos jogos clássicos na PS Store, daí você pode falar o que é puzzle de verdade ou survival-horror de verdade (claro, sem ajuda de detonados, né).

Pra mim, Resident Evil é igual a franquia Need for Speed: tentou inovar tanto que acabou desviando do que as suas raízes eram, encaixando-se num gênero de jogo totalmente diferente de antes. No caso de NFS, de corrida com carros tunados lotados de adesivos e modos divertidos de corrida para... simulação de corrida com carros lotados de patrocínios e uma polícia que só enfeita (menos a do Most Wanted novo, que chega a ser frustrante de tão persistente).

... mas hoje é domingo, lembra? Mais um vídeo da Zero Force Games para vocês! ^^


Bom gente, espero que tenham gostado do post e do vídeo nosso. Como as férias estão chegando (e Natal também!), estamos bolando várias surpresas para vocês, sendo que eu uma delas você irá participar com a gente mais pra frente, e quem sabe até ganhar alguma coisa inteiramente de graça! Ficou curioso pra saber o que será? Pois eu já vou adiantando então, pois só será válido para as pessoas que estiverem inscritas no nosso canal no Youtube e curtirem a nossa página no Facebook. A partir daí, você vai participar de uma brincadeirinha com a gente, e se você se der bem, vai faturar uma coisa bem legal!

Detalhes? Sinto muito, mas só no ano que vem. Mas é óbvio que estarei anunciando oficialmente aqui quando a hora for certa ^^

Até a próxima, e um ótimo final de domingo para vocês!
Out

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Kami Nomi zo Shiru Sekai terá terceira temporada, e Idolm@ster vindo pra Europa!?

Adoradores de animes e visual novels e de animes que zoam com visual novels com certeza já ouviram falar de Kami Nomi zo Shiru Sekai, a série onde Keima Katsuragi passou praticamente a sua vida inteira jogando  galgames até que, num lance bem inesperado, ele deve conquistar garotas para liberar espíritos que estão possuindo algumas garotas reais. Com uma bela animação, roteiro bem original, personagens bem distintos entre si e um boa dose de referências e humor, KamiNomi conquistou muitos fãs na comunidade otaku, sendo um dos mangás mais vendidos na época em que foi lançado. Agora, a revista japonesa Shonen Jump anunciou que o criador da série, Tamiki Wakaki, terá a sua tão esperada terceira temporada, com a mesma animação de sempre graças ao estúdio Manglobe.

Eu gosto bastante do anime devido ao seu senso de humor único e por causa da personalidade de Keima, que com certeza surpreenderá muitos recém-otakus, mas que acaba sendo um modelo de personagem bem interessante. Apesar do anime não ser 100% fiél em todos os aspectos do mangá, eu diria que é um anime muito bom sim. Estarei esperando ansiosamente pela terceira temporada da série, e espero que vocês também estejam! ^^


E para o ocidente, uma notícia um tanto inesperada: a Bandai Namco já registrou as marcas registradas da franquia Idolm@ster e de um de seus jogos mais recentes, Shiny Festa, na Europa, o que significa que a franquia está se aproximando aos poucos do resto do mundo e tomando maior notoriedade.

A notícia não surpreende tanto assim para quem acompanha o cenário de jogos japoneses e lançamento de animes na Europa, uma vez que animes e jogos que são licensiados e lançados por lá nem sempre conseguem vir para a América, devido a cultura diferente dos países e de suas diferentes leis com relação ao lançamento de jogos e possíveis modificações (lê-se: censura) no material original antes de poder ser comercializado ou exibido. Ainda que esteja longe das mãos dos fãs que moram por aqui, sempre que uma franquia japonesa se expande para outros países, é sempre sinal de boas notícias, tanto para os fãs que terão mais acesso aos produtos e às empresas que estão, mesmo que lentamente, largando a mão de lançar tantas coisas boas apenas para o Japão.

Se o jogo será traduzido em inglês e lançado futuramente, isso ninguém sabe, mas vamos aguardar para ver o que a Bandai Namco nos reserva. Quanto ao jogo em si, ao contrário dos demais jogos da série, o trio de novos jogos da série, Shiny Festa, Funky Note e Groovy Tune, são jogos musicais no mesmo estilo que Guitar Hero, Rock Band, ou mesmo dos jogos musicais baseados em animes como K-ON para PSP, contanto cada jogo com músicas diferentes (com raras exceções), foco em diferentes personagens da série de anime e trocentas roupas para você vestir as suas idols. O jogo por enquanto está disponível apenas para PSP, uma vez que o lançamento digital ainda não foi disponibilizado oficialmente.


Bom, por hoje e tudo. Amanhã eu devo postar mais uma matéria, e teremos uma surpresinha neste final de semana. Fiquem ligados na gente!
Out.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Hoje é Domingo, pede vídeo!


Opa, fala aí pessoal, tudo tranquilo com vocês neste Domingo?

Pois é, ontem nós não tivemos um post aqui no blog, mas hoje temos uma surpresa: mais um vídeo do nosso canal do Youtube (finalmente!). É o mesmo esquema que os outros vídeos da série, mas temos um membro novo participando do vídeo e tá bem legal, modéstia a parte.

Você pode ver o vídeo aqui, de preferência no site do Youtube para você poder mandar um comentário pra gente ou mandar um jóinha no vídeo ^^


O post foi só pra isso mesmo. Teremos mais partes de nós jogando, então fiquem ligados para saber quando irei postá-los xDD

Valeu, e tenham um ótimo Domingo o/
Out.