sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sabia que a Bandai Namco tem um dating-sim desenvolvido com o criador de Homestuck?


Você pode até estar familiarizado com visual novels e saber dos nomes das maiores empresas no ramo, como, só para citar algumas, Key, minori, Circus, Navel, Nitroplus, KID e 07th Expansion. A Bandai Namco, apesar de não ter o costume de produzir visual novels, mas sim publicá-las, como Toradora Portable, Haganai Portable e Ore no Imouto (todos para PSP e que possuem traduções para o inglês), surpreendeu ao anuciar um tempo atrás que teria um jogo de dating-sim em browser (vulgo, que roda direto na internet sem precisar instalar nada) com personagens da marca. O que isso tem de especial? Ela foi desenvolvida pelo criador da série Homestuck, que você provavelmente já ouviu falar, e também tem seus personagens inseridos no jogo.

O jogo inclui vários personagens clássicos da Namco, tais como Hiromi de Burning Force, Blue Max de Sky Kid, Nidia de Dragon Spirit, Mr. Driller (do jogo, homônimo) e até uma personificação de uma nave de Galaga, bem como alguns dos personagens da série em MSPA, como Terezi, Jane Crocker e Davesprite. O enredo é bem simplório: você é um estudante da Namco High, e de algum jeito você parou na detenção com um bando de personagens de jogos da Namco e alguns estudantes que se transferiram (os de Homestuck), e após uma breve conversa entre eles (que você pode escolher ou simplesmente pular), você deverá escolher um clube para entrar, e assim você entra na rota do personagem que estiver no mesmo clube que você.


Aparentemente, é uma premissa interessante... só que não, pelo menos na execução. Primeiramente, o jogo se trata dos famosos "freemium", os quais você pode jogar de graça, mas com limitações, e no caso, limitações em quais rotas você pode escolher, o que é decepcionante, já que, como você pode imaginar, as melhores personagens tem que serem habilitadas pagando dinheiro de verdade (praticamente 2 dólares para um único personagem, 5 para 3 deles, ou 15 dólares pra já habilitar todo mundo)... e não, não tem outro jeito de habilitá-las (ou habilitá-los... tem rota pra amiguinhos também). Segundo, o jogo não tem qualquer dublagem ou música interessante o bastante para mantê-lo ligado na história... espera, eu falei história? Até a história das "rotas" dos personagens são incrivelmente chatas, a menos que você seja um fã assíduo dos personagens e tenha *muito* tempo sobrando nas mãos, assim como fala a página principal do jogo. Além disso tudo, não tem qualquer backlog para rever os textos caso você tenha clicado por engano ou simplesmente queira ler novamente a conversa, além de alguns diálogos serem corridos demais para você ler rapidamente... uma pena.

Após procurar um pouco, o jogo tem umas CGs específicas de algumas rotas e alguns diálogos podem mudar após zerar o jogo, mas para um jogo tão sem sal quanto esse, prefiro jogar os jogos que eu já tenho mesmo do que jogar as rotas gratuitas que também não me agradaram. Enfim, se você quer ter um pedaço da experiência, pode acessar a página clicando neste link, mas eu já deixei o aviso que não é lá grandes coisas esse jogo...


Bom, isso é tudo por hoje. A gente se vê, pessoal! ^^
Out.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Olha que presente de Natal! Saya no Uta, traduzido para o Português, por nós! ^^


Véspera de Natal, todo mundo tá lotando os shoppings e lojas de R$1,99 para comprar o presente de familiares e amantes. O presente, de certa forma, é um meio para a pessoa agradecer o convívio com o próximo, agradecer os favores não pagos, ou simplesmente por ser uma tradição que ele segue a fim de manter o capitalismo proporcionar e compartilhar a felicidade com tantas pessoas.

Esse é um post bem curtinho, mas o seu conteúdo é bem relevante: é o nosso presente de Natal para todos os fãs de visual novels do Brasil que estiveram nos apoiando todo esse tempo. Ainda pode não ser um número muito expressivo se comparado com outros grupos e blogs com projetos e ideias diferentes que as nossas, mas ainda assim a gente se sente na obrigação de agracedê-las por tudo, e claro, ainda mantendo a nossa premissa de trazer cada vez mais visual novels para o português.


Não adianta enrolar mais: nosso presente é uma tradução completa do jogo Saya no Uta, uma obra de arte no âmbito das visual novels, escrita e dirigida por ninguém menos que Gen Urobuchi, o mesmo que se encarregou do storyboard de Mahou Shoujo Madoka Magica, Fate/Zero e Psycho;Pass. Mesmo sendo quase dez anos desde o lançamento original até a nossa tradução que estamos divulgando hoje, Saya no Uta se consolidou durante esse tempo como um dos maiores clássicos do gênero, tornando-se um jogo que merece ser jogado por todos, mesmo que seu conteúdo não seja para os de estômago fraco... é sério, você não tem noção do quão bizarro o jogo é e da abordagem de temas tão sensíveis até você jogá-lo.

Não vou ficar escrevendo parágrafos e mais parágrafos de texto aqui (vou fazer isso no site da ZFT), mas espero que vocês gostem da nossa tradução. Foi um trabalho bem puxado e cumprido em tempo recorde, mas mesmo assim, é uma tradução que você pode considerar nosso presente de natal para todos vocês ^^

O arquivo para download se encontra em nossa página de patches e traduções na Zero Force Translations, ou simplesmente clicando aqui para ser redirecionado até lá. Lembre-se de seguir todas as instruções exatamente como são passadas, e em caso de dúvida/crítica/agradecimento, mande-nos sua opinião por e-mail ou como comentário nesta postagem.


Bom, espero que tenham gostado do nosso presente de Natal, e aproveitem esse belíssimo jogo para fechar o ano!
Out.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Sword Art Online: Hollow Fragment é o próximo jogo da série exclusivo para Vita



O ano virou, e parece que muita gente se esqueceu da febre que foi Sword Art Online, o melhor anime de 2012 para muita gente, por mais que a maioria tenha caído no hype que faziam na animação por causa do protagonista fodão comedor de pepecas. Agora que titãs se provaram melhores neste ano e a febre se desvencilhou um pouco, SAO ficou um pouco de lado, já que nada foi confirmado sobre uma segunda temporada da série e que o ritmo ainda está lento nas light novels originais da série (apesar de estarem num cenário já bem avançado posterior aos arcos de Aincrad e de ALO), escritas por Reki Kawahara (mesmo autor do belíssimo Accel World) e sem um mangá contínuo para despertar interesse por grupos de tradução de mangás.

Entretanto, para o nicho ainda vivo, proferindo aos quatro ventos que a série é a melhor que já existiu, confetes foram jogados aos céus com o anúncio do novo jogo da série. Hollow Fragment será exclusivo para o Vita (sério que ainda tão lançando jogos para ele?) e contará uma história alternativa para a série, um spin-off por assim dizer, onde Kirito se encontra com uma nova personagem, Firia, que possui uma espada com formato inusitado, explorando a parte de Aincrad chamada de Hollow Area, ou Área Vazia, uma área onde há vários inimigos perigosos e várias localidades estranhas.


O jogo promete, em comparação com o seu antecessor para PSP, ter visuais bem mais bonitos e ser um jogo bem maior, conforme você deve ter visto no trailer acima. Além disso, as personagens que você já se acostumou por causa do anime (incluindo a Leafa) estarão presentes, além de novas personagens também. A mecânica do jogo foi alterada um pouco também, talvez para se adaptar e pegar as vantagens dos diversos sensores do portátil, e tenho que confessar que fazer esse jogo, realmente, online, seria um atrativo e tanto... só não seria mais que o anúncio de uma tradução oficial do jogo para o inglês, né...

O jogo sairá no Japão dia 24 de Abril de 2014 pela Bandai Namco Games (relaxa, ela já desenvolveu/distribuiu vários jogos baseados em anime no Japão antes, esse não é o primeiro). O preço pode ser um pouco salgado, mas não significa que os fãs não possam pagar 60 dólares (ou 6170 ienes, como preferir) pela edição normal, ou mesmo 9980 ienes (praticamente 100 dólares) pela versão limitada, que como de costume nas versões limitadas de jogos japoneses, tem um livreto especial com a arte usada no jogo, um CD com a trilha sonora, mini-pôsteres e até um Blu-Ray especial com um OVA da série, que provavelmente deve rondar as internets num futuro próximo legendado para a nossa alegria.


Isso é tudo por hoje moçada. Até!
Out.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Primeiras impressões - Shingeki no Kyojin (Mangá Brasileiro)

Marcador de página de graça?? PONTO PRA PANINI!
 O dia tão aguardado chegou. Pode ter demorado, já que os fãs estavam na febre de 40 graus com o anime da série, mas pelo menos somos um dos poucos países que tem o mangá de Shingeki no Kyojin traduzido para a nossa língua local.

A série que simplesmente ganhou o prêmio de anime do ano de 2013 e de longe foi o anime mais comentado na segunda metade deste ano que se passou, Shingeki no Kyojin é a série que começou como mangá do escritor Hajime Isayama em 2009, com seu primeiro tankobon publicado em 2010 pela Kodansha e que teve vendas tão expressivas que pouco mais de 2 anos depois, teve seu anime feita pela Production I.G. (Suisei no Gargantia, Ghost in the Shell, Genshiken), e como muitos de vocês já devem saber, quando sai um anime, o alcance dele é monstruoso, tanto porque a maioria do pessoal tem preguiça de ler mangá quanto porque é mais fácil de acompanhar (pelo menos é assim pra maioria do pessoal).

A Panini, muito esperta, aproveitou a chance e, como dona das publicações dos maiores shounens no Brasil como Naruto, Bleach, Dragon Ball e turma da Mônica One Piece, ela demorou pouco para conquistar a exclusividade dos direitos de publicação dos mangás da série por aqui, o que agradou os fãs assíduos que viviam acompanhando a série no mangá entre os lançamentos dos episódios.

Aqui, vou fazer uma análise do que achei do mangá em si e da qualidade de publicação do mesmo. Lembre-se, antes de me encher de hate nos comentários, este é apenas a minha opinião. Opinião é igual bunda: cada um tem a sua. E outra, não li o mangá online antes, então considere isso minha opinião "virgem", no sentido de que estou avaliando o mangá, não sob o ponto de vista de um fã, mas como um ponto de vista crítico, buscando coisas bacanas e falhas neste.

Véi, mas esse marcador de livro tá MUITO BONITO!... tá bom, vou falar do anime agora...
 A verdade é que este mangá me deu várias surpresas. Primeiro já veio no preço... bom, na verdade, nem tanto, pois os mangás da Panini sofreram um reajuste recente em aparentemente todas as suas séries, e portanto, adicionando um real a mais ao preço de "tabela" de R$10,90, com raras exceções atuais... agora, em compensação, suas páginas estão bem mais brancas do que antes, provavelmente por uma escolha melhor da gráfica que faz as impressões para a editora italiana.

Uma novidade que, de fato, não vinha antes é o marcador de página incluso em todos o volume 1 de Shingeki no Kyojin (que, aliás, foi traduzido pra "Ataque dos Titãs"... mas eu, particularmente, achei a tradução boa, bem como a escolha de fonte... e olha que eu prefiro mesmo o título original, mas nesse caso ficou maneiro), algo que nunca tinha ouvido falar que aconteceu antes. Eu coleciono marcadores de livro, então, boa notícia pra mim, ainda mais a parte do verso do marcador, que achei que seria simplesmente branco ou a mesma arte da parte da frente. Mesmo pra quem não coleciona, garanto que você vai curtir o jeitão do marcador.

Quanto ao restante dos aspectos físicos do mangá, é o de sempre praticamente: formato full-tanko igual One Piece e Bem-Vindo à N.H.K., páginas branquinhas, contracapa colorida, e tons de preto bem visíveis no mangá, por mais que em algumas páginas (ainda) dê pra ver o verso dependendo das condições de iluminação do seu quarto ou onde quer quer você esteja lendo. 

Eren lança umas frases fodas de vez em quando... pena que na batalha, o lance é outro
 Caso você ainda não conheça a série... não sei o que está fazendo aqui, mas enfim, explicarei a sinopse do anime: há muito tempo atrás, a humanidade era aterrorizada por titãs, seres colossais com alturas de 5 a 50 metros e incrivelmente resistentes a praticamente qualquer tipo de ataque que os humanos poderiam inventar, seja usando pólvora ou outros métodos. A humanidade (você vai ouvir muito essa palavra ainda, tanto no anime quanto no mangá) vivia confinada entre muralhas, selando-a do mundo externo, e com uma estrutura política monárquica, cujos membros que equivaleriam às forças armadas são divididos em três divisões: a divisão de guarnição, que cuida das muralhas, a de policiamento, que cuida da ordem dentro das muralhas, e a divisão de reconhecimento, que de vez em quando parte em operações fora das muralhas da cidade para tentar descobrir algo sobre os titãs, como demais fraquezas, fisionomia interna ou mesmo quem os criou (ah, quanto spoiler...). Eren tem um desejo de se juntar a este grupo de reconhecimento, para que as pessoas possam ser livres e pararem de viverem no que ele considera uma gaiola, mas vai, ao longo da história, descobrindo que seu sonho e sede de vingança pela sua mãe que morrera vítima destes titãs não é tão fácil ou simples quanto ele pensa.

O anime é dividido em 24 episódios, mas incrivelmente, só neste primeiro volume do mangá, os acontecimentos vão bem além do que eu esperava, indo até o começo da primeira batalha de Eren e Mikasa ao se formarem como soldados... e já nem me lembro qual episódio que é esse... 6º? 7º? Enfim, apesar de cortar os episódios do treinamento do Eren a manipular os equipamentos de manobra tridimensional e tudo mais, ainda achei que foi bastante coisa... o que nos dá o primeiro erro do mangá: É CORRIDO PRA DEDÉU!

Tá, eu assisti a primeira temporada do anime, mas poxa, do contrário, não entenderia lufas do mangá por si só. O começo dá pra entender, mas sei lá... deu uma impressão que passar nos exames de aceitação das "forças armadas" é tão fácil que o Eren pegou quinto lugar, enquanto o anime mostra que Eren e companhia passaram por maus bocados e muita ralação até chegar lá. Apesar disso, o restante da história não sofreu grandes mudanças, com exceção de certas cenas e explicações que não foram dadas no anime e que no mangá existe umas páginas só com informações sobre o universo da série e tudo mais.

Olha que arte bonita dos personagens... só que não, né... pô, até a Krista, que é uma belezinha no anime!!!
A arte de Hajime Isayama também foi outro parto pra eu aceitar. Sempre estou acostumado a ver mangás com desenhos bem limpos, com claros contorno dos personagens e complexidade no detalhamento dos cenários e aqui, não tive muito disso. Parece que o mangaká queria desenhar cada fio de cabelo das personagens, tornando o desenho sobrecarregado, além do excesso de uso nos contornos grossos nos objetos e efeitos especiais, além da típica distorção na estrutura dos personagens em alguns momentos. Não é algo tão difícil de se encontrar em mangás, mas tenho que confessar que me deixou decepcionado. Mesmo a arte do anime sendo um tanto estranha frente a demais animes lançados no mesmo período, dava pra acostumar no decorrer do tempo e aprender a gostar dela... só espero que seja esse o caso pro mangá, ao invés de me deparar com desenhos com desenhos inconstantes e estilos de desenho diferentes entre volumes... né, Hiro Mashima?

É normal às vezes você parar de ler o mangá simplesmente para admirar o cenário e tudo mais... mas aqui, são só construções simples que rodeiam a paisagem, e há até falhas de desenho (um rio e uma parede logo em frente, com um barco no meio disso? Foda, hein). Os personagens masculinos até foram bem desenhados, e suas expressões exageradas dão um ar que faz você sentir realmente desesperado junto com os demais habitantes (apesar do excesso de uso de lágrimas deles), além de ser um anime que, ao contrário de Naruto que quanto mais o cara apanha e grita, mais ele fica forte, aqui, se um titã te pegar, ferrou Bahia. Achei bem realista e maneiro por parte do autor manter isso aí tanto no mangá e ainda aceitarem isso pro anime na hora da produção... ah, e se você pensa que o personagem principal não morre ou é o último a morrer, tenho boas notícias para você que está cansado de clichês como este...

No mais, a história em si continua envolvente, o que é algo bom, e mesmo que a história mude mais pra frente do anime, vai ser bacana acompanhar as reações e acontecimentos tudo novamente. Eu tenho minhas reclamações com a série, sim, tanto pelo anime que, apesar de ser bom, não é aquela coca-cola toda que muitos fãs clamam em ser (assim como foi Sword Art Online ano passado), quanto pelo mangá que, sinceramente, tinha uma expectativa bem alta justamente por causa dessa hype. Se você quer conhecer a série, aconselho mesmo ver o anime e comprar o mangá apenas lá pra frente, a partir do ponto em que a história começa a se diferenciar do anime, ou mesmo, se a segunda temporada não for lançada no ano que vem, ver o que acontece enquanto dá seu suporte em forma de dinheiro para o criador da série (ou você acha que ler online dá dinheiro pro autor viver e poder ter o que comer?). Agora, fã é fã e vai comprar o mangá do mesmo jeito... bom, se você ainda tiver massa cinzenta nesse seu volume rosa na cabeça chamado de cérebro, pensa umas três vezes antes de assinar o mangá da série "só porque está barato"... não seja igual o Out... (y).

Aí, sim, essa arte da Mikasa ficou bonita e bem desenhada... mas não tá muito feminina pra mim...


Isso é tudo sobre minhas primeiras impressões? Gostou? Não? Prefere esperar pelo filme da série mesmo? Deixe seu comentário!

Até mais, gente.
Out.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Este é Drag-On Dragoon 3, o hack-and-slash da Square Enix mais bonito (com história) que há


A Square Enix é uma produtora e tanto. Além de ter franquias muito boas em seu arsenal, como Final Fantasy (apesar do declínio da série), Deus Ex e Hitman, como também participa, às vezes na produção e em outras na distribuição, de jogos originais e conceitos cada vez mais interessantes, como Thief, Murdered: Soul Suspect e Bravely Default. Entretanto, não importa por onde vemos, a primeira imagem que nos vem a cabeça ao pensar na empresa (ou pelo menos pra mim é assim) é a cara dos seus belíssimos personagens renderizados em CG, que até já concorreram a muitos prêmios internacionais pela qualidade da animação gráfica.

O nome do jogo pode ser um tanto estranho, mas Drag-On Dragoon é um jogo que segue essa linha. Lançado originalmente como um exclusivo para o PS2, o jogo se tratava de um hack-and-slash nos padrões japoneses, então, se você já jogou Dynasty Warriors ou aquele joguinho do Ben 10, já tá sabendo como que funciona o esquema... ah, sim, God of War, também, né...

Agora, saca só na qualidade da animação do trailer que foi exibido na E3.


CA-
RA-
LHOW!!

Por isso que eu adoro a Square Enix. A animação é linda, a dublagem é muito foda e se encaixa direitinho nos personagens, e o enredo promete ter muitas reviravoltas no seu curso, além da matança de sempre que todos os viciados em aventuras curtem. A história basicamente narra uma dimensão onde 5 deusas trazeram paz ao mundo que era permeado de guerras e sangue. Até aí, tudo bacana, porém uma dessas deusas cantoras decidiu se rebelar e matar todas as outras... com a ajuda de um dragão... e tem um outro cara com cara de vilão, além disso... é, olha só, não é todo dia que você se vê jogos de dragões assim... ou não.

Não era só Persona, viu? Tá tendo jogo bom e exclusivo pro PS3 ainda, o que me anima ainda mais pra comprar esse console logo. Ainda não temos uma data de lançamento para o lançamento em inglês, enquanto lá no Japão, o jogo vai lançar dia 19 agora. Tem cara maneira? Tem. Vai ser bom? Olha, tem tudo pra ser... e por que diabos o jogo é exclusivo mesmo? Pelo mesmo motivo que Mass Effect era inicialmente exclusivo pro Caixão X 360, e agora as vendas das versões do jogo pro PS3 vende mais: dinheiro! Fora que os japoneses gostam mais da Sony mesmo... por ser japonesa... por que eu ainda estou escrevendo isso? Não sei.


Post simples hoje, mas é isso que o meu tempo permite. Até lá, a gente se vê!
Out.